tenho aqui uma questãozinha para colocar à minha Rute.
agora não consigo elaborá-la por escrito, mas fica agendada.

e um ORGULHO imenso!

16 horas – entradas gratuitas

(fonte: fpf.pt Portal do Futebol)

“bom dia. mantém-te tranquila. vai correr tudo bem. beijinho.”

[como diz o Caetano, quando a gente gosta é claro que a gente cuida]

Breathe, breathe in the air.
Don’t be afraid to care.

há alturas em que é assim como se andasse um metro acima do solo.
não consigo sentir-me ligada à terra.
a cabeça teima em não se focar.

(tecto do lobby do Bellagio) Las Vegas - USA - ago/10

… um pouco de normalidade na minha vida!

… e esta semana vai ser tão atribulada!
preciso de pintar e cortar o cabelo – só ralações!

“You and i have unfinished business.”
Beatrix Kiddo aka Black Mamba
in Kill Bill – vol.2

Escale aux Marquises da Dior.

jamais conseguiria referir-me a alguém, com quem tivesse tido um relacionamento entretanto terminado, como “a minha ex”, do mesmo modo que jamais aceitaria que alguém me dissesse “a tua ex”.
se temos respeito por nós, pelo que vivemos, pelo que sentimos, nunca as pessoas poderão deixar de ter nomes.

tipo yo-yo…
aproxima e afasta.
está e não está.
enrola e desenrola.
a minha vida parece um carrossel.
com música. Lady Gaga.
engasgo-me. tusso. muito fumo.
amanhã haverá sol. e uma viagem.
eu gosto de viagens.

chegue a que horas eu chegar a casa, na minha rua há-de haver sempre alguém a passear um cão. isto devia dar um estudo interessante… serão vigilantes disfarçados? estou a delirar! é melhor ir dormir.

pego no meu pião de madeira com ponta metálica – um rebite colocado na base. enrolo a corda, começando na base: dou uma volta, subo ao topo, dou outra volta e desço novamente para enrolar a restante corda de baixo para cima. deixo uma parte para prender no indicador e no médio, prendo o pião entre o polegar e o indicador, com a ponta voltada para cima. atiro-o ao chão num movimento rápido em arco, enquanto puxo a corda. hélas! ele roda gracioso no chão, previamente escolhido com superfície lisa. 
ao fim de algum tempo a velocidade abranda gradualmente, os seus movimentos tornam-se menos graciosos, até que em descoordenação total cai totalmente no chão e fica inerte.
vou experimentando todo o tipo de cordas (materiais diferentes, cores diferentes, tamanhos diferentes), na tentativa dele permanecer mais tempo a rodar. é esse o meu objectivo: que ele rode sem parar, eternamente.
conseguirei? não conseguirei? desistirei? abandonarei?

hoje, armada em excêntrica, vou dormir no hotel solplay em linda-a-velha!
(se me dá uma insónia, amanhã ninguém me atura.)
by the way, se por acaso se cruzarem comigo durante a manhã, nem me digam nada. vou fazer uns exames ao meio-dia e meio e não posso comer nas quatro horas que os antecedem. imaginam, não é? vou ter que acordar quase de madrugada, para tomar o pequeno-almoço. (dizer isto é insultar quem todos os dias acorda cedo!!)

e, no matter what, vai ser um dia de grande festa!

[Rute, digo-lhe já daqui, embora nem venha aqui ler: hoje não me apetece nada falar, estamos entendidas? obrigada.]

hoje tenho de me deitar bastante tarde e dormir pouco, para amanhã quando cair na cama ferrar que nem uma pedra.
claro que quando é preciso nada resulta – hoje vou querer dormir cedo e amanhã estarei com uma insónia daquelas!

acho que deve ser próprio da condição humana, mas, bastas vezes, só valorizamos o que tinhamos quando o perdemos.

tantos posts que fiz ontem e hoje… nada me sai.

testando a actualização do wp para o bb. e na onda das siglas estou um bocado fdd, mas pronto!

A magia está no reflexo!

Some arrive tired after they get hired.

[simple diary]

… pintar as unhas!

esticar os braços para o lado e dar uma valente espreguiçadela!
sabe particularmente bem, quando se tem um molho de facturas à frente e se teve uma noite de sono pouco reparador.

“na minha opinião pessoal” é uma coisa linda de se ler/ouvir logo pela manhã!

a ser verdade que a vida se faz em ciclos de sete anos… eu, burra como sou, daqui a sete anos andarei ainda a aprender qualquer coisa, que me dava jeito saber agora!

com a troca das sessões com a Rute, de segunda para a quarta, voltei à sala onde fiz terapia há sete anos.
foi uma sensação muito engraçada. voltar ao sítio onde me estreei verdinha de todo.
no outro dia perguntaram-me se a terapia não era um vício. respondi de imediato que não. não preciso de pensar muito sobre o assunto. nem considero, sequer, que seja uma muleta. é assim uma espécie de curso. fiz o nível básico da primeira vez. e agora estou num nível superior – em tudo, nomeadamente na dor que provoca o estudo tão profundo.
mas, depois disto, sei que estarei muito bem. e aquilo que terceiros possam pensar, sobre o facto, é-me absolutamente irrelevante.
[já tive muita gente a referir-se à terapia, à minha inclusive, com algum desdém e superioridade, tipo eu não acredito nada nessas merdas e sou suficientemente capaz e dotada para resolver as minhas questões. por acaso, só mesmo por acaso, certamente, eu nunca dei os trambolhões que já vi essa gente dar, mas pronto, o acaso faz parte da vida, sei lá!]

estou tão cansada!
isso, ou fome.
isso e fome…

[vou masé comer um bitoque. preciso de carne e batatas fritas e ovo estrelado. todas essas merdas que os puristas dizem que fazem mal. quero que se foda! e coca-cola. não há nada como uma coca-cola!]

… muito tranquila.

[a vida vai-se recompondo. arrumando-se nos sítios certos. deitando fora tralha que não se precisa. apreciando os momentos que são de verdadeiro prazer.]

sentada a fumar um cigarro, com esta paisagem por fundo, dei por mim a pensar que aquilo que às vezes nos parece uma tremenda coragem, pode signficar tão somente o não se ter nada a perder.

[há trinta anos, um amigo meu, ébrio, atravessou parte desta ponte em cima do corrimão. corajoso? inconsciente? ou apaixonado?]

(Cristo Rei em Miranda do Corvo)

mas porque e para que raio tenho eu tantos livros, caraças?

passados sete anos volto a passar a páscoa na terra. acho que vai ser bom. sei que no sábado já estarei um pulgas para vir embora, mas vou aproveitar para rever pessoas, tirar fotos, dar um pulo a coimbra, talvez.
ainda tinha pensado em ir hoje. devia estar doida, quando me passou essa pelas meninges. vou amanhã e venho domingo depois do almoço, preparada para uma janta com duas das minhas mais queridas pessoas. (miúdas, gosto-vos tanto!)

[La nature apprend à l’homme à nager lorsqu’elle fait couler son bateau.]

… melhor nela se deita!

[tenho tudo para ser uma dona de casa perfeita, inclusivé o que impede que isso seja um facto: sou altamente preguiçosa e adoro andar na rua!]

da indignação. do arrepio. do medo.

isto é uma coisa que não tem compreensão…

[quantas mulheres estarão em condições de dizer que nunca foram abusadas em crianças? muitas vezes de forma subtil, dissimulada, da parte de amigos e membros da família, que nem sempre o abuso é praticado de forma violenta. provavelmente, não seriam assim tantas…]

é incrível como é que, às vezes, o pouco pode ser suficiente, quando não conseguimos perspectivar o quando do muito.

encostar o meu barco nalgum porto que me acolha.

pescada cozida com todos. (e comigo também, que já estou a antecipar o prazer.)

deixa-se o carro em PA. caminha-se calmamente ao longo do paredão, enquanto se fala da vida e se tira fotografias com o telemóvel. um instantinho e está-se com esta vista.
m.a.r.a.v.i.l.h.o.s.o.

tinha uma coisa para escrever, que já estava mesmo alinhadinha na cabeça, e agora não me recordo o que era…

nem sei se foi da intempérie de ontem ao final do dia, se da quantidade de energia que se espalhou com tanto raio que caiu…
mas, há qualquer coisa nestas duas fotos, que me deixou com uma vontade tremenda de uma noite de sexo tresloucado! 
pronto, para começo de dia era mesmo só isto.

Cancer, Monday, 18 April 2011 

There’s no need to wait for anything or anyone. What you’re waiting for is waiting for you. There’s no need to ask for anything… or to persuade anyone about any particular matter. What you require is on offer. What you hope to communicate is already understood… and appreciated too. If it seems, to you, as if there’s tension, it can only be because you’re looking at a situation with suspicious eyes when you ought to be more trusting… or because you’re remembering a difficult past when you should be envisaging a delightful future. 

[faz-me algum sentido… thank u!]

final de tarde em PVZ

tirando a coisa desportiva, que não corre nada bem há dois domingos seguidos, o fim de semana foi muito bom.
consegui intercalar momentos de dever com lazer, o que me soube muito bem.
foi cheio em encontros com pessoas que me são muito agradáveis e tive momentos de grande divertimento com outras de quem gosto muito – e com as quais me divirto no mais fundo do non-sense. deitei-me muito tarde, dormi pouco, mas foi muito bom. só não bebi uns copos valentes, porque eu não sou de beber copos valentes.

[adoro pessoas e há alturas em que tenho particular apetência para me relacionar com elas. outras, não.]

[

 

]

numa caixa de silêncio

mude de atitude.
se beber não vomite.

[estou tão chateada, caraças! era gaja para beber e vomitar e tudo e tudo!]

muito animada e cheia de miúdas giras e que me querem muito bem!

pelos vistos em ’96 houve uma pessoa que me escreveu um postal de parabéns, num envelope improvisado numa folha A4 amarela, onde entre outras coisas se inscrevia o seguinte:
“(do meu amarelo te dou
como da luz das estrelas
em que me deslumbro,
qual a noite luminosa
que nasce o amor, flôr de todas as estações)
Foi tudo feito à mão e na hora. Não leves em conta a falta de cerimónia.
O que é selvagem é sempre mais próximo da verdade.
Qual verdade?
Não sei! Mas, a verdade…”

[Teresa, quem serias tu? Talvez? não me recordo. mas, quem quer que tenhas sido, eras uma mulher muito interessante! e muito obrigada por este momento de prazer, passados quase quinze anos.]

**
um museu, é o que eu já disse! ao som, neste momento, de Roadhouse Blues, Doors, da K7 do ETC.

o que me apetecia, mesmo, era ir tirar fotografias. mas parece-me mais proveitoso, interiormente, ir fazer coisas aborrecidas.

trabalhando, fingindo que estou mesmo é a apanhar sol por aí!

acabadinha de ser chamada à atenção que Bach era um indivíduo muito regrado que não curtia a noite. portanto, nocturnos não era com ele. para mim é-me indiferente, que eu de música nada percebo e só gosto de brincar com as palavras. mas não pretendo induzir em erro as pessoas que, por acidente, aqui vêm parar.
assim, onde se lê nocturnos de Bach, leia-se nocturnos de bar, bar de alterne, sexo ao vivo, bairro vermelho, elefante azul, lavagem expresso, bica curta, café latte, muffins… o que vos aprouver, estais à vontade!

é-me mais fácil escrever um post, do que encontrar uma foto certa ou um template novo. que cena!

thank you!

e eu já ingeri quatro pacotes de açúcar.

[nocturno]
agitação permanente. calor, imenso calor. destapo-me, arrefeço. tapo-me e deixo os pés de fora. acordo mal disposta. o pescoço a queixar-se. a almofada anatómica virada ao contrário para fazer efeito… nenhum! despertadores a tocar e um cansaço que me derruba. quem dorme na minha cama e tenta sonhar meus sonhos? (*)

[manhã de azul]
mar chão. espreguiço-me. o vento mal bulia e o céu o mar prolongava. (*) reúno vontades para seguir caminho. resisto à tentação de ficar a boiar o pensamento. azul. azul. azul. busca. se um olhar de novo brilho, no meu olhar se enlaçasse. (*)

começar a manhã a ouvir fado é muito bom.
no entanto, questiono-me: como seriam os nocturnos de Bach, Chopin, Mozart? assim agitados?

bem, dixam apertabo na nha peito, um tem sodadis di bô

… my Smart!

direitinha para o paredão!!!
[direitinha, não, ainda vou a casa despir-me. e vestir-me, naturalmente!]

correio

meiavolta(at)gmail(dot)com

fotografias

todas as fotografias aqui reproduzidas são da autoria de ©Anabela Brito Mendes, excepto se forem identificadas.

acordo ortográfico

não sei como se faz e nem quero saber!

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