… do fim de semana. go west!

coisa mais ambígua…!

eu a traduzir para os meus colegas, declamando, a letra do Paroles, Paroles da Dalida e do Alain Delon.
daí, até um deles fazer ligação com o Recordar é Viver do Vitor Espadinha, foi um pulinho.
e mais rápido foi, cantarmos o ó tempo voltar pra trás e os marinheiros aventureiros em inglês.
um festival técnico!

[os meus colegas homens são muito bons. para além de serem extremamente solidários a nível de trabalho, são do mais companheiro que existe! relação muito engraçada que se estabelece aqui. funcionamos quase como família dentro deste espaço – chateamo-nos e amuamos, mas nunca nos deixamos de falar – mas fora daqui cada um faz a sua vida e não há aquela tentaçãozinha desesperada de nos encontrarmos e fazermos programas em conjunto. talvez seja esse o segredo do sucesso.]

pareço o pessoal do campo, antigamente, quando depois das colheitas iam ao rebusco – tal a quantidade de movimentos que os bancos fazem e não enviam documentação de suporte.

a malta põe-se a ver os hotéis de charme da sábado, começa a sonhar acordada e depois de manhã é que são elas!!
hoje, o que eu desejei uma grua que me levantasse da cama…
e, entretanto, muitos papéis para despachar.

[se conseguirmos passar a fase em que dói imenso, todo um mundo se nos abre]

não interessa como foi, porque foi. foi. tem sido. responsabilidade minha. responsabilidade tua. de ambas, pelo muito que dissémos, que não dissémos. tenho andado fugida, eu sei, mas a vida tem-me trazido tanta novidade, que também ando à procura de fazer qualquer coisa com isto, de forma a tornar-me melhor gente. e, sem que saibamos como, já passaram quase dois anos. o tempo não se recupera, mas está sempre aí um tempo novo para vivermos. e como ouvi há muito tempo, não sabendo a fonte, nada do que é verdadeiro morre, adormece apenas por algum tempo.
e, quando hoje te mando uma mensagem a desafiar-te para um gelado ao fim do dia, a tua resposta começa por ‘bom dia, Miúda’, sei que está tudo lá.
e que um quentinho enorme me invadiu o peito.

[faço um caminho de reconciliação. ainda muito acidentado, mas a cada dia que passa mais firme, mais suave, mais tranquilo. vou recuperar tudo e toda a gente. é essa certeza que me sai do peito. não a sei explicar por palavras, não a consigo racionalizar. mas sinto-a. não me preocupam os conceitos sociais. não sou cristã, não sou de dar a face, mas sou de aceitar e fazer algo de novo – seja o que for que isso queira dizer de mim. ]

para além disso, foi contigo que aprendi a beber gin tónico!

ontem fumei catorze cigarros.
como é que não havia de acordar com a garganta toda lixada!?!!

mas ir buscar um café à copa e levar com três galinhas a cacarejar sobre os filhos,
cá cá rá cá cá,
cá cá rá cá cá,
cá cá rá cá cá,
com os decibéis bem acima da média,
cá cá rá cá cá,
cá cá rá cá cá,
cá cá rá cá cá,
oh puta que pariu!

[bom dia a todos! não sei quantos são, se são, mas sejam quem forem e quantos forem, muito bem-vindos à minha alegre casinha!]

mas daqui a uns dias volto a pegar no batente!!

* sempre foi assim, não é nenhuma novidade…

[às vezes fico na dúvida sobre quais são as coisas que verdadeiramente gosto]

da foto que está no post aí abaixo. daria um bom cabeçalho…

de ouvir.

aqui a rever um episódio do L Word. cheguei à conclusão de que a incapacidade para assumir variados papéis longe de ser coerência é mas é uma grande incompetência. o que é uma tristeza!

[já não me lembrava que a Helena Peabody era… enfim, uma manipuladora perversamente bonita!]

um dia destes vou ter contigo, vou deitar a cabeça no teu colo e dizer-te tudo o que me vai no peito, garantindo-te que não te abandonarei. [tu dirias o mesmo e eu já me senti abandonada, como tu te sentes]
.
estavas tão bonita. tão incrivelmente disponível e jovem. tão lúcida e forte. sempre quis ser como tu, mas fui uma imitação muito aquém.
.
80 anos e tu tão ágil. tu dizes que não os sentes, eu digo que não os vejo. nem os teus 80, nem os meus 48.
.
podes esperar só mais um pouco?

apetece-me ir petiscar.

… que estão trinta graus lá fora, o que é que eu estou aqui a fazer, caneco??

acabei de fazer uma coisa que andava a adiar há umas semanas – a juntar ao ser mais arrumada, se fosse também menos preguiçosa, aí sim!, seria mesmo perfeita.

[tenho uma coisa muito importante para escrever, mas não tenho tempo. não é bem que seja importante para o mundo, mas é para mim.]

coisa mais interessante! blhéc!
dói-me as costas e a cabeça.
este fim de semana dormi quase nada. constato que a minha condição física já não recupera muito bem. estou a ficar cota.

Salto Alto, Bairro Alto.
música alta. gente que se mexe muito rápido. parece que anda tudo à procura de qualquer coisa que não encontra.
estou há umas duas horas na esquina do balcão. já encontrei alguma gente conhecida com quem conversei animadamente. muito bom.
incrível é a insegurança desta gente, que faz com que venham marcar presença junto das namoradas, quando elas conversam com alguém desconhecido para elas, quais cãezinhos a marcarem território. cruzes, credo! xô!

com 48 anos e ainda tanto que eu nunca fiz.
por exemplo, nunca me pus descaradamente ao engate. quer dizer, nem descarada, nem subtilmente. acho que tenho de experimentar, para ver como é levar com um rotundo não trombas adentro! o problema é que não há assim tanta gente onde se ponha a vista e valha a pena o exercício. e a frustração, claro. essa coisa da qual eu tanto fujo.

[está aqui um tipo com um rabo mesmo bem jeitoso.]

ainda não consegui perceber onde raio é que os empregados de mesa aprenderam que esta merda é uma democracia e portanto empregado e cliente é tudo a mesma cena e vai de chegar ao pé de mim e tocar-me no ombro pedindo-me desculpa pelo atraso e perguntando o que eu ía querer!
até se engasgou a criatura com o olhar que eu lhe deitei, ao mesmo tempo que afastava lenta e decididamente o ombro, de forma a ele perceber onde é que estava a ultrapassar todos os limites do bem servir.
depois, de voz calma e olhando-o nos olhos, disse que queria um café, uma empada de frango, um copo de água e uma sandes de ovo mexido para levar. detesto que me toquem.

ainda na cama, hesito entre ir tomar o pequeno-almoço ou ir fumar já um cigarro. acho que hoje acordei para os excessos. como não me dá para o álcool…
… acho que vou comer. é mais sensato, seguro para o mundo e pessoas em particular. não que as tenha aqui em casa, mas o filho da p#ta do cão da vizinha de cima não pára de fazer barulho, há um cabr@o qualquer que não desliga o berbequim e…
… acho que vou comer! é mais sensato e seguro para mim!

tenham um bom dia!
[acho que me apetece ir beber um copo logo à noite.]

esticada ao sol do Meco.
um vento que arrefece o calor do sol, mas não levanta areia. esse um dos motivos pelos quais gosto tanto desta praia.
imensidão de praia para a direita. alguma para a esquerda. o mar rebelde, sempre.
e eu aqui sózinha, a ouvir (agora, mesmo) Ana Carolina. tranquila, apesar de me apetecer viver uma paixão escaldante. não há disso por encomenda, pois não?

[não gosto quando os semáforos estão intermitentes. eu, que sou tão plástica, não sendo isso uma grande virtude, admito, gosto de algumas coisas concretas. os semáforos são um bom exemplo.]

“é isso aí…
como a gente sempre achou que ía ser”

talvez seja da ventania.

talvez nem tudo tenha que ser como eu idealizava. talvez não saibam encarar que não sou como me idealizam. esperava mais? sim esperava. que fosse mais efusivo, mais focado. mas voltamos sempre ao mesmo: afectos dispersos, que se notam, que se sentem, mas ao contrário do que sempre pensei, muito pouco concentrados em mim. [bendita seja a ignorância e a cegueira]
se me arrependo? não o posso dizer assim. não. era o que me apetecia, soube bem, mas soube a pouco.

penso ainda no que me está reservado. e encaro-o com bastante tranquilidade, embora saiba que aqui e ali me fará sofrer.
(sempre fui tão dócil…)
mas há um processo em curso que já não tem travão.

… esperando que muitos outros se sigam!
me sigam.
sigo.
segui.
doeu.
mas valeu a pena.
sou hoje muito mais mulher do que era.

uma pessoa está muito bem a trabalhar e de repente sabe de coisas que só lhe apetece vomitar, ou pegar num pau e desancar uma série de irresponsáveis e tachistas e a pata que os lambeu, ou o raio!!

[entretanto, respira-se, come-se uma bolacha e fica-se aqui na dúvida entre ir jantar com uma amiga de quem se gosta muito ou ir apanhar ar e ver a lua e o mar.]

a Lua e o meu Smartinho

todos nós temos jeito para qualquer coisa. uns para escrever, outros para fotografar, outros para mecânica, outros para línguas, outros para política, outros para dançar, outros para encantar, outros para ensinar, etc, etc.
nenhum de nós é completamente falho de interesse. se temos vontade de agradar, provavelmente o mais sensato será agarrarmo-nos ao que é nosso e aperfeiçoá-lo. procurar uma matriz e copiá-la é, para além de ridículo, inútil.
é o mesmo que usar um baton chanel e ter os dentes todos estragados. ou vestir um fato italiano com sapatos da seaside.
ser-se genuíno é simples, barato e tem uma coisa que vale de muito: é fiável.

[às vezes dão-me mais importância, do que aquela que eu tenho na realidade. eu não tenho importância nenhuma, excepto para as pessoas que gostam de mim. e essas não são impressionáveis.  por isso, esquecei-vos de mim. e procurai ser felizes. é a única coisa que desejo a toda a gente: que sejam todos muito felizes. o trânsito seria muito mais tranquilo, tenho a certeza!]

… numa mulher canhota.
se for bonita, de cabelos compridos, elegante e de vestido preto, enfim, vou comer o meu pãozinho e beber o meu chá preto.

“(…) Para terminar e retomando o fio à meada, peço um favor: elogiem-me à vontade, insultem-me quando vos apetecer, mas não me mandem mensagens a oferecer o ombro, a consolar-me, a achar que sou uma desgraçada de uma mãe sozinha, deprimida, suicida. Há quem aprecie esse tipo de lambuzadelas peganhentas, com consistência de ranho e cheiro putrefacto de traques inaudíveis de velhinha (sei do que falo). Não suporto a mediania de tais sentimentos. Provoca-me brotoeja, prurido, náusea, cefaleias e taquicardia.(…)”

é isso tudo. tudo, mesmo.

(…)

comi um robalo grelhado e bebi uma taça de vinho branco, que me souberam que nem ginjas!

[e o monte das facturas, que pr’aqui vai? nem queiram saber!!!]

abro o google talk e descubro-a lá.
como sempre, atiro-lhe uma coisa sem grandes palavras, à espera que ela nem me responda. (não sei porque raio penso sempre isso, porque raras foram as vezes em que isso aconteceu. reconheço-me privilegiada.)
– qd é q almoçamos?
– quando quiseres. quinta? 

[há uns seis anos que mantemos esta amizade assim feita de encontros esporádicos. e sempre que nos encontramos tudo é fácil, leve, sem constrangimentos nem subterfúgios. falamos de nós, dos nossos blogs, de tudo o que nos aconteceu desde a última vez em que estivémos juntas. eu mando-lhe piropos, passeio com ela de braço por cima dos ombros, como se fosse a minha irmã mais nova. um dos bichos do mato da blogosfera revela-se tão simples comigo. e isso é um prazer imenso.]

já acordei tarde. ontem não adormeci cedo e o sono não foi muito tranquilo, fruto do tapa-destapa em que têm sido, novamente, as minhas últimas noites.
como de costume, bebi uma caneca de leite de soja com ovomaltine – tudo quanto consigo enfiar de rajada no estômago, todas as manhãs. adorava ser de tomar o pequeno-almoço, comer uma torrada, ou o que quer que fosse, mas não consigo. (são 10:36 e estou a ouvir pela primeira vez, hoje, o “on the floor”. vou fazer a contagem das vezes que esta merda vai passar durante o dia)
saí de casa atrasadíssima, em pânico com o trânsito, que os gajos da rádio parecia que estavam a debitar uma catástrofe mundial.
como já estava atrasada, resolvi ir levantar dinheiro. dito assim, parece uma coisa de estilo, mas era mesmo por necessidade, que só tinha moedas na carteira. depois de ir ao multibanco pensei em ir comprar um queque ao Xico. era cool para tapar o estômago antes de ir à Rute, mais logo.
entrei no café, e em vez de dizer que queria um queque para levar, deixei-me sugestionar com o gesto do empregado já a pegar na chávena da meia de leite que habitualmente consumo, e peço meia de leite e um queque. tão estúpida, meu deus! podia ter pedido só um café, qualquer merda assim, mas não. saí de lá com o estômago atafulhado em leite, mais o que já tinha bebido em casa, que grande mixórdia.
o trânsito afinal não estava nada de especial. cheguei até relativamente rápido a Lisboa.
para completar o meu périplo matinal, fui buscar um café e água. portanto, a minha capacidade de tomar decisões correctas, hoje, está devidamente calibrada, como se pode ver.
e ainda só são 10:48. daqui a pouco vou comer um pão com manteiga e beber um chá preto.

[peçam por mim, por favor!]

será que existe mesmo alguém em San Antonio, no Texas, que lê o meu blog, ou o sitemeter endoidou, ou fui eu que bebi sangria a mais e nem me dei conta?
(estou com uma lanzeira, que valha-me nossa senhora das espreguiçadeiras!)

uma gaja ser sopinha de massa, falar de forma anasalada e em cada duas palavras dizer ‘é assim’!
foda-se!

(…) it on the floor – é a única coisa que percebo. deve ser porque o que me apetece, mesmo, é atirar-me para o chão e bater uma grande sorna!

[estás linda, estás!]

mas estou com uma dúvida: de vez em quando há o perigo de se confundir conceitos com preconceitos, não há?

fui almoçar com os meus colegas a Alcochete.
sardinhas, salada, sangria e mousse de chocolate.
antes, fomos comprar fogaças para o lanche.
estou que nem posso…
muito divertida esta hora de almoço.

comprei cigarros no sábado de manhã e só voltei a comprar hoje.
pas mal!

não entendo porque razão as pessoas se queixam tanto e se fartam da vida que têm.
aprende-se tanto, a viver.

diz-me o meu colega da frente, a propósito da canção da JLo, On the floor:
– se calhar ela quer é uma esfregona!

(muito bem metida, esta bucha! tenho os colegas mais criativos que existem no mercado. e não, não trabalhamos numa agência de publicidade.)

“o que vais fazer no dia dos teus anos?”

… mas já vi um jogo do mundial feminino.
ontem calhou apanhar o jogo Brasil-USA já perto do intervalo e lá achei que ficava bem para o meu currículo ver o jogo, e mais, dizer que o vi.
mais talentosas as brasileiras, mas muito mais equipa as americanas. vi dois grandes golos, embora ambos com a cooperação das adversárias, mas se ninguém errar… é muito difícil alguém acertar. o da Marta é muito bom, embora precedido de um fora de jogo, mas nem foi isso que me chamou mais à atenção. a jogadora que lhe está a fazer marcação distrai-se a reclamar fora de jogo e quando tenta acertar a marcação, já  a Marta estava a acertar na bola para o remate vitorioso – com a ajuda do poste, é certo, mas faz parte. o da Abby Wambach resulta de um passe longo fabuloso, em que a guarda-redes brasileira se sai à moda dos guarda-redes do Sporting, à maluca, e nem com aquelas luvas bué estranhas conseguiu interceptar a bola. bola essa que foi direitinha para a cabecinha da Wambach. e ela aplica-lhe um gesto técnico perfeitinho e bolinha directa para a baliza. mas o passe… caneco, é um grande passe!
e, pronto, acho que por mundial feminino estou conversada.

que eu tenho umas coisitas para fazer.
(nada de relevante, pois claro. arrumar a casa, lavar roupa, pintar as unhas, pintar o cabelo, ir à praia se o tempo ajudar e… sabe-se lá mais o quê!)

um dia hei-de ter uma relação sem quaisquer constrangimentos.

[provavelmente passado algum tempo ela acabará, que é da nossa natureza fartarmo-nos do estabelecido e confortável.]

eu poderia dizer que ainda não vi nenhum jogo do mundial de futebol feminino, porque não tenho eurosport… mas não estava a ser honesta.

[a verdade é que eu não gosto assim tanto de futebol, embora isso possa parecer inverosímil e contraditório. mas não é. eu só gosto mesmo muito quando faço parte, ou seja quando sou intérprete. gosto pouco de ser espectadora. talvez por isso é que não tenho pachorra para ver fotografias das férias dos outros, mas revejo as minhas fotos imensas vezes.]

… preciso tanto de lavar roupa.

meu nosso senhor, nunca me deixeis ignorar o meu mau hálito!

acho que estou a começar a gostar desta coisa. e isso irrita-me um pouco, mas pronto. gosto daquela parte em que ela anda lá com o floor às voltas.

actualização:
agora pensando melhor, ela às voltas no floor também é capaz de não ser nada de se deitar fora.
ai, dói-me a cabeça, é isso!

mas há outros prazeres gastronómicos para apreciar em Bolonha.
(a bebida continha: Pimm’s, ginger ale, limão, pepino, cereja em calda, gelo e se tinha mais alguma coisa eu não descobri)

mas hoje já é quinta-feira!!!

[faz hoje uma semana comi uma massa al pesto em Bolonha, que ainda me faz crescer água na boca!]

da Ana Carolina quatro coisas menos boas:
– o atraso inadmissível e inexplicado do início do concerto (também não percebo porque razão havia tanta gente para entrar, a fazer filas pela rua fora, às nove e meia – embora, eu fosse uma delas, porque me atrasei imenso)
– a toilette que ela escolheu. alguma coisa se passou na cabeça da moça, para se enfiar nuns jeans apertadíssimos a conjugar com um top e um casaco, ambos pretos. eu acho que ela perdeu a mala da roupa…
– a vibração da sala num solo de viola baixo, que retirou qualidade ao momento em que ela está sózinha em palco sem a banda.
– o concerto ter durado pouquinho mais do que uma hora

tirando estas quatro pequenas coisas, que são acessórias ao desempenho da cantora durante o concerto… foi muito, muito bom!
e, curiosamente, apesar de me queixar da curta duração, acho que aquela hora rendeu imenso.
grande prazer!

… ca.puta.de.dor.de.cabeça!

pintar as unhas, quando tenho tantos papéis para despachar em cima da secretária.

(daqui)

uma semana, um mês, um ano… uma vida.

[há alturas em que me baralho toda com o meu processo psicoterapêutico. mas pior do que isso é ter as unhas desidratadas. que aborrecimento!]

tenho que ir buscar outra foto para dar luz a isto!

[como já se reparou, isto para estes lados anda… desinspirado?]

ver fotografias no iPad.

há alturas em que as efeméridas só servem para regredir.
recuso.
recuso.
recuso.
não quero nem pensar, quanto mais saber, quanto mais escrever!

… às vezes sinto-me aquém!

vou ali comer uma pasta e já volto!

correio

meiavolta(at)gmail(dot)com

fotografias

todas as fotografias aqui reproduzidas são da autoria de ©Anabela Brito Mendes, excepto se forem identificadas.

acordo ortográfico

não sei como se faz e nem quero saber!

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