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(update: my lovely girls, que se portaram muito bem!)
apanho-me cheia de vontade de resgatar o sentir de família que nunca tive. família alargada. os primos. os filhos dos primos. por onde andei durante estes anos todos? desfilam imagens no meu pensamento e vinte e oito anos em que só me vejo a mim. já vivi muito para fora. tanta gente da qual já não me lembro. tanta falta de noção de sentir o pé assente no chão. da terra. aquela não é a minha terra, não a sinto como tal, mas é o que mais próximo tenho de terra. e a família mais chegada. fico cheia de vontade de ir e estar. porcaria do futebol, mais a minha ideia de regressar! desabafo assim, sem pensar. tudo tem sentido. sinto-me regressar ao chão. melhor, sinto que, finalmente, ao fim de quase cinquenta anos de existência, começo a saber o que é chão. e apetece-me regressar à família.
[Rute, eu aprendo devagar, mas vou conseguir. o único senão da lentidão, é que se torna tudo mais caro, mas antes para aí do que para o prozac.]


[esta podia ser eu, em pequena. de caracóis e igualmente traquina.]

Quando era criança
Vivi, sem saber,
Só para hoje ter
Aquela lembrança.
É hoje que sinto
Aquilo que fui
Minha vida flui
Feita do que minto.
Mas nesta prisão,
Livro único, leio
O sorriso alheio
De quem fui então.
(Fernando Pessoa)



do sítio do costume

[Molelos, a terra da louça de barro preto]


daqui: Mahoney Joe

vou ali até à santa terrinha!

... mas este levava-me a qualquer lado que fosse!
daqui PsiMediar


(falta aqui uma)
são giras. são novas. são bem sucedidas profissionalmente. são divertidas.
e têm-me proporcionado uns momentos inesperados de boa disposição e bem estar.
um abraço a todas, se por aqui passarem.


estou com tantas saudades de te dar um abraço!

(que vontade de me enfiar na américa profunda, outra vez!)









às vezes olho para a outra margem e dá-me uma certa saudade de umas tardes de primavera de um longínquo ano de dois mil e tal.
do calor do amparo, do mimo, da minha amiga bé.
a vida nem sempre caminha para melhor, apesar de tudo fazermos para que assim seja. há felicidades que não se recuperam e as outras, que as substituem, nem sempre têm o sabor doce da tranquilidade e da despreocupação.
pareço triste?
não estou de facto muito feliz. mas é somente o reflexo de um caminho que trilho para chegar à autonomia. ao desapego. ao eu.

inverter o sentido da utilização dos degraus: começar a subir.
[eu estava tão sossegadinha na minha vidinha, porque raio me havia de dar na cabeça voltar ao futebol??]


… que só me apetece colocar fotos no blog!


… o Grand Canyon lá ao fundo.

e antes do almoço do dia de Natal, eu e os kotas andámos por aqui a abrir o apetite.

já tive natais com poucas pessoas. já tive natais com muitas pessoas. a todos me habituei e adaptei, porque se há coisa que me caracteriza é a minha capacidade de adaptação e não querendo com isso dizer que é uma grande virtude.
esta ano, ao contrário de alguns anteriores e mesmo do anterior, estive muito tranquila em relação ao natal. iria passá-lo em minha casa, com os meus pais. seríamos três. novamente. e foi muitíssimo bom.
finalmente, ao fim de ano e meio, sinto-me tranquila. em paz. consolidada. com tanta coisa nova que tenho descoberto, em mim, tanto que há para fazer, para viver comigo. sinto que estou um pouco longe de toda a gente. não porque já não goste das pessoas, mas porque neste momento gosto muito mais de mim, preciso muito mais de estar comigo a fazer coisas comigo. não por receita, mas por prazer.
voltarei. não sei se voltarei igual. acho que não. talvez, depois, já não me achem graça nenhuma. talvez já não consigam gostar de mim como gostavam. é o risco que se corre, quando nos propomos a mudar.
[o Zeca e a São. 78 e 80. livres. independentes. autónomos. determinados. bem dispostos. com projectos e objectivos.]


para a Sofia e a Inês, que são mesmo lindas, e pelo prazer de as ter perto outra vez.
















































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