agora tive a sensação de estar aqui, o cheiro do verão, a companhia dos amigos.
como se tivesse recuado trinta anos.
e, no entanto, estou fechada num escritório com a secretária cheia de papéis.
a nossa memória é uma coisa fantástica. se, às vezes, nos traz recordações mais desagradáveis, outras há em que nos transporta a locais onde já estivémos muito bem, em coisa de segundos e sem avisar. muito bom!
atormentada com os calcanhares.
dor de cabeça!
não sei se o dever.
não sei se o lazer.
não sei se o prazer.
o povo a falar de liftings com um despeito promovido pela ausência de plafond para os realizarem!
não há paciência para tanto lugar comum, foda-se!
… vou de fim de semana!

… marijuana.
[já fui bem feliz ao som do Manu Chao]
… é andar com as hormonas todas descontroladas!
o meu BB está desarranjado de novo (deve ser intestinos ou outra merda qualquer), mas tenho uns óculos novos!
vou comer!
a amargura é um sentimento que não tem benefício nenhum.
o tempo que gastamos a cultivá-lo, é mais do que um tempo perdido – é um tempo maléfico, que nos faz ressaltar o pior que existe em nós, que nos cega o horizonte, nos limita o pensamento, nos amarfanha como pessoas.
nem sempre a vida é feita de vitórias e glória. há momentos de perda, que nos abalam. perdas que, em consciência, pensamos não ter contribuído para elas acontecerem. mas o que nos faz seguir em frente é a elevação com que as encaramos, aceitando o inevitável e procurando um caminho objectivo que nos leve a superá-las.
procurar culpados, descarregar sobre eles a nossa fúria, alimentar ressentimentos, catalogar comportamentos, só serve para alimentar o mal. deveríamos ter mais em atenção aquilo que a história das pessoas, ao longo dos tempos, nos tem mostrado: mais cedo ou mais tarde toda a gente supera, perdoa ou resolve. às vezes isso só acontece em situações extremas, como é no caso de doenças, morte, etc, etc. mas, invariavelmente, o tempo esbate o lastro de amargura que carregamos. por isso, porque não atacá-la logo que surge? porquê alimentarmos uma coisa que é como um vírus que se espalha por nós e marca toda a nossa vida futura?
[encontrar nos outros o motivo pelo qual nem sempre a vida nos corre bem, para além de uma desresponsabilização total, é assumirmos que somos completamente incompetentes quanto ao rumo do nosso destino. o que se revela uma tristeza…]
aqui no meu bairro de Fellini, as redes móveis revelam-se muito esquivas.
tem os seus inconvenientes, claro. como por exemplo, quando em pleno inverno quero fazer uma chamada à noite, ter de ir para a varanda congelar!
mas… tem o seu guilty pleasure! vamos na rua e encontramos ao virar da esquina alguém a ter um conflito conjugal, parental, whatever, no máximo dos seus decibéis e fúria! esta semana, que ainda vai no segundo dia, já apanhei dois.
acho que vou juntá-los à minha colecção de gente que passeia cães.
[adoro o meu bairro. pena é ter a casa (ainda) tão desarrumada. mas, recordando uma coisa que escrevi há muitos anos, fora eu mais arrumada e seria perfeita!]
Balofas carnes de
balofas tetas
caem aos montões
em duas mamas pretas
chocalhos velhos a
bater na pança
e a puta dança.
Flácidas bimbas sem
expressão nem graça
restos mortais de uma
cusada escassa
a quem do cu só lhe
ficou cagança
e a puta dança.
A ver se caça com
disfarce um chato
coça na cona e vai
rompendo o fato
até que o chato
de morder se cansa
e a puta dança.
Os calos velhos com
sapatos novos
fazem-na andar como
quem pisa ovos
pisando o par de cada
vez que avança
e a puta dança.
Julga-se virgem de
compridas tranças
mas se um cabrito
de cornadas mansas
abre a carteira e
generoso acode
a PUTA FODE.
(António Botto)
primeiro dia de verão e eu com tanta roupa para lavar!
já tenho o meu blackberry! (post escrito aos pulinhos)
* característica que me é intrínseca.
não sabem falar e escrever português, mas reencaminham emails simplesmente com a sigla ‘fyi’.
se tivesse vindo para mim, ia logo com a resposta ‘não entendo’.
e arriscava-me a que traduzissem assim: fuck you incompetent.
ó meu deus! isto, e criancinhas a berrar em todo o lado a que se vá, é do pior!

(não deve haver assim tanto entusiasmo à volta desta declaração, até porque nem eu própria estou muito entusiasmada.)
semana muito boa. soube-me muito bem. só fui à praia duas vezes, não fui aos arraiais de santo antónio, mas estive imenso em casa. muitas horas sozinha. reparador, portanto.
o dia de hoje… será como for.
[esta noite durou uma eternidade. acordei amiúde. sonhei coisas completamente disparatadas, outras nem por isso.]
…

… o somewhere over the rainbow!
hoje vou à oftalmologista e à terapia.
tudo a ver.
[já apaguei dois posts que tinha escrito quase na totalidade. inédito, em mim. que raio!]
Diam’s DJ
o ano de 2003 foi o ano em que eu fiz 40 anos. e foi o ano em que conheci esta música, numa espectacular viagem pela europa, de carro.
agora me lembro, que também foi o ano em que regressei a angola, passados 28 anos.
e a cereja no topo do bolo… criei o meu blog.
caraças, isto é que é associar ideias!
muitas vezes, desistir é mais um sinal de bom senso do que uma mostra de fraqueza.
tenho as mãos inchadas e o verniz a sair.
(não é a estalar.)
“Todas as imagens que utilizo neste blogue são retiradas do Google.
Todos os textos podem ser reproduzidos desde que seja referenciada a origem e autoria.”
acabadinha de ver isto num blog de uma criatura muitíssimo conhecida. que é muito sensível em relação à partilha das suas palavras, mas acha que o google é assim a modos que uma coisa abstracta que gera fotografias espectaculares, mesmo à medida de enfeitarmos os nossos blogs. e mais, guarda as fotos e depois faz o upload para o seu blog.
é fantástica a relação que as pessoas têm com a imagem, seja ela em forma de fotografia ou de desenho. como se não houvesse autoria. como se as pessoas que desenham, que fotografam o fizessem de forma menos dedicada e íntima, logo qualquer um pode chegar e tirar e usar e o raio que parta a toda a gente que pensa e age assim.
fico possessa, a sério!
as manifestações de enfado pelo psd ter ganho as eleições. mas ainda havia alguém que tivesse dúvidas?
[mas o mais engraçado disto tudo é a capacidade de mobilização que o futebol tem, para tirar as pessoas de suas casas para festejar uma qualquer vitória, e ontem, após alguns anos em que a direita não vencia umas eleições legislativas, estavam meia dúzia de gatos pingados no marquês de pombal a agitar umas bandeirolas, e o futuro primeiro ministro a discursar para eles. eu nem tinha saído do hotel!]
tive um fim de semana desportivamente muito divertido e feliz.
(há seis anos que não tinha a marca das t-shirts nos braços e do relógio no pulso, mas pronto… ossos do ofício)

deitei-me com uma bolsa térmica na mão, um pano e uma ligadura, para a amarrar ao pé esquerdo e fazer frio, muito frio. (não sei que raio fui fazer no pé que me dói imenso e incha ao final do dia).
na televisão, nos breves momentos em que procuro que o sono chegue mais depressa, encontro tourada. o momento da pega. e eu a desejar ver sangue. não no lombo do touro, mas no lombo de algum dos forcados ou dos cavaleiros ou uma merda assim…
que curioso… não imaginava que a língua dos touros era branca. pensei que era como a dos outros seus semelhantes, os bois e as vacas e afins. mas não. é branca. pelo menos foi dessa cor que a vi no final da pega, quando uma criatura de duas pernas se armava em valentão e continuava a puxar-lhe o rabo, com ar de herói.
ainda estou pasma! a língua dos toiros é branca. as coisas que uma pessoa aprende…

abro a caixa de correio e vejo um email com uma entrada na intranet, que começava assim: almoçe blá blá blá.
curto e grosso, puta que pariu! e o bitoque, que me soube tão bem, não merecia este murro no estômago.
há trabalhos tão difíceis de executar…
[dia de vento, embora com uma luminosidade capaz de fazer ver o mais ínfimo pormenor dos pormenores. barcos que balançam ao ritmo das águas, que ontem eram calmas e hoje se agitam. é o vento. o vento que agita o conforto. conforto que sabe bem. o bem que se pratica com a melhor das intenções e tem repercussões inimagináveis. imagino-me noutra vida e ponho tudo em questão. as respostas aparecem lentamente. há uma sessão de carrossel, quando estou preparada para a tranquilidade. o vento que agita as águas. os barcos que dançam sob o sol. a luminosidade que me faz sonhar com uma praia tranquila. hei-de lá chegar.]
… e a perfeição é inalcançável.
ligou-me a mãe e depois o pai.
eu, não tarda, a fazer 48 anos.
não tem problema nenhum eles ainda me verem como a sua criança.
o problema foi eu ter aceitado, por tanto tempo, sê-lo.
dia um de junho.
dia da criança.
dia de terapia.
et voilá!
… do meu blackberry!
(postzinho mais fútil não poderia haver!)

discorrer com os meus colegas a performance sexual de duas figuras públicas, uma jornalista e um político. e não, não é o óbvio casal de que tantas vezes se falou. é um careca que tem o tique de abanar as pernas quando está sentado.
quando ainda nem tomei o meu pequeno-almoço laboral, prescindia de boa vontade de abrir o Priberam e dar de caras com a palavra do dia: oliguresia.
[acho que voltou o calor, não é? pelo menos não está vento. eu detesto vento. detesto mesmo! afecta-me as meninges. é como no Volver, do Almodovar, quando justificam a loucura das pessoas com o vento. eu já sou louca, por antecipação. o vento só me perturba ainda mais.]
a mim o que me apetecia era pegar num balde cheio de trampa mole e atirá-lo à cara de todos!
… não fora eu estar tão bem disposta!
durmo perto de oito horas. não ando, portanto, com défice de descanso.
acordo quando a claridade do dia me bate na cara e, nessa altura, estaria fresca para me levantar. mas, talvez pense assim porque sei que ainda posso ficar mais tempo na cama.
quando o despertador toca (na figura de um nokia n97, com o ecrã táctil todo riscado por uma lima das unhas, durante a minha viagem aos states), só me apetece pegar nele e atirá-lo contra a parede. e dizer ao mundo “olha, trabalha tu, que a mim não me apetece”!
[a mim o que me vale é que, de tanta gente tola e incapacitada intelectualmente que por aí anda, calham-me só pessoas espectaculares. até os colegas de trabalho são os mais solidários e divertidos que existem no mercado. por isso é que o nokia vai sobrevivendo…]
… e começo uma outra semana.
segunda-feira. é manhã e está cinzento.
é tarde e está de chuva.
enfio-me no carro sem me ligar ao mundo. penso que tem mudanças automáticas, quando na realidade tem mudanças automáticas.
braços caídos nas portas. anda um desalento no ar.
cansaço nem se sabe do quê. nem para quê –
o que é substancialmente pior.
para nada.
nada.
uma bóia que nos salve de afundar.
sinto-me a precisar de coisas que já não tenho. não sei se por desespero, se por convicção.
e de outras que ainda não tenho.
coragem. um refúgio silencioso, isolado.
sem palavras.
amanhã já será terça-feira.
para quem lá chegar, estará de chuva novamente?
… o melhor que conseguimos fazer é insuficiente.
o trabalho em equipa
[justa homenagem a uma das pessoas que mais gostei de conhecer em tantos anos de desporto. que tanto me ajudou sempre. continua a tratar-me por menina e eu a ele por senhor. durante os meus seis anos de ausência, telefonava-me frequentemente a perguntar quando voltava. voltei e ele continuava igual. simples, trabalhador, educado e crítico. temos em comum uma terra: Angola. e o respeito imenso que dedicamos um ao outro. naquele dia tão intenso, foi o único momento em que senti que não conseguia controlar a emoção e desatava a chorar. foi por pouco.]
autoria da foto: Luzir
já aqui escrevi que o dia 14 de maio foi um dia importante e inesquecível para mim. intenso, cheio. que exigiu de mim uma dedicação e concentração máximas e me deu, na mesma medida, emoções jamais vividas anteriormente.
mas o momento mais significativo, aquele que mais me preencheu interiormente e maior paz me trouxe foi o seguinte:
regressámos ao clube no autocarro que nos tinha levado, com os mesmos batedores a abrirem caminho.
na minha cabeça só estava o momento em que pudesse estar só. para assentar todas as emoções.
peguei na mochila com a roupa que tinha levado para trocar e dirigi-me às instalações. antes, parei e sentei-me a apanhar sol e a fumar um cigarro. o primeiro momento de relaxe. chegou uma das jogadoras e convidei-a a fazer-me companhia. ali estive uns quinze minutos, até que decidi entrar.
fui para a cabine dos árbitros (não escolhi propositadamente um balneário de equipa), acabada de lavar para o jogo do dia seguinte, e pousei a mochila. lentamente fui tirando a roupa: as calças de ganga, um top, cuecas, soutien, meias e ténis. depois o que precisava para um banho revigorante. apercebi-me de que me tinha esquecido do gel. telefonei a uma das jogadoras que ainda por lá andava a pedir-lhe que me emprestasse o seu. depois dela mo trazer, voltei a fechar a porta e comecei a tirar a pele da dirigente. as sandálias, primeiro, depois a saia preta e a camisa branca. tomei um duche com água ligeiramente fria, que me soube imensamente bem. despachei-me calmamente, fiz tudo em modo muito lento. procurei recuperar energia e consegui-o.
tive naquele momento a sós, a sensação mais reconfortante do dia. na necessidade imperiosa que senti de estar sozinha, confirmei que é fundamental não ignorarmos que devemos ser sempre a nossa prioridade.
* ou eu e a minha Sónia a deambularmos quando o sistema está em baixo.
[Rute, já tenho saudades suas. preparadita para uma sessão bem disposta? é que se for para me moer a cabeça, passo. ando a ler um livro muito interessante e não me apetece desperdiçar tempo.]

se não fosse pedir muito, na onda da contratação do Domingos pelo SCP, não poderia vir também o Fernando Couto?
isso é que era!!!
vou beber um chá preto e comer o meu pãozinho com manteiga.
[e, na onda dos prazeres matinais, ter como vizinha uma amiga que se cruza connosco logo pela manhãzinha e nos atira com um grande sorriso de bom dia, ainda com o cabelo húmido do banho, é muito bom!]
quando ainda tenho os olhos meio fechados e dói-me ligeiramente a cabeça.
estava na fila para entrar na marginal, quando vi um cartaz a anunciar um festival ou qualquer coisa do género, com o grupo “thirty seconds to mars”.
ao ver aquilo assim escrito, sim porque eu não sou assim tão ignorante e conheço o grupo, fiz ali uma associação de ideias que me levou a ter vontade de criar um blog com o nome “dirty minutes to venus”.
bom dia.
se tenho um problema de pele ou se adoro coçar-me.

a nossa ignorância e, não a podendo ter, a coerência dos outros.
às vezes ainda há quem pense que isto vai lá com um livro de auto ajuda… mas não!
Às casas, às nossas lavras
às praias, aos nossos campos
havemos de voltar.
Às nossas terras
vermelhas do café
brancas de algodão
verdes dos milharais
havemos de voltar.
Às nossas minas de diamantes
ouro, cobre, de petróleo
havemos de voltar.
Aos nossos rios, nossos lagos
às montanhas, às florestas
havemos de voltar.
À frescura da mulemba
às nossas tradições
aos ritmos e às fogueiras
havemos de voltar.
À marimba e ao quissange
ao nosso carnaval
havemos de voltar.
À bela pátria angolana
nossa terra, nossa mãe
havemos de voltar.
Havemos de voltar
À Angola libertada
Angola independente.
(poema de Agostinho Neto)
muitos parabéns, Quica.
que tenhas o dia o mais feliz que puderes.
que a lembrança das acácias floridas seja o presente mais simbólico que te posso oferecer.
se o que pretendem, os 23% dos visitantes deste blog que utilizam o ‘mac os x’, é causar inveja, pois desde já vos digo que conseguem!
… que me sinto tão angustiada e não sei porquê!!!
… menos o que tenho para fazer.
[acho que ando a ressacar]
como foi o caso de sábado passado, dia 14.
o meu dia começou às 8 da manhã e só terminou 21 horas depois. já domingo, portanto.
em termos desportivos foi, sem sombra de dúvida, o dia mais importante da minha vida. há um ano não imaginaria sequer poder vivê-lo, se me perguntassem diria com todas as letras ‘improvável’, e há cinco meses tinha a secreta esperança de poder acontecer. mas só no dia, quando se está a viver a coisa, é que nos damos conta de que é mesmo realidade. e entre a azáfama das obrigações e o desfrutar do momento, um avassalador tornado de emoções, o coração a bater muito e o cérebro a ter de fazer a sua função, raciocinar, as pernas a terem de andar mais depressa do que o suposto, ainda por cima penduradas em saltos, a saia que me travava os passos, os olhos sistematicamente dirigidos para o relógio, tudo vivido ao minuto… indescritível.
e as pessoas… o mais importante da festa, para mim. desde as jogadoras, aos treinadores, aos dirigentes do clube, ao pessoal simpatizante.
e, depois, todas aquelas pessoas que encontrei antes, durante e depois do jogo. as minhas amigas. os meus pais. antigas jogadoras. é fantástica a sensação de cada vez que se olha para o lado, se encontrar um rosto conhecido que nos sorri. que nos abraça. que nos felicita. e em quem sentimos a alegria partilhada. foi inexplicável de bom. para mim, o que multiplica as emoções é a sua partilha. e, felizmente, tenho na minha vida gente com quem o faça.
o jogo… perdemos. não éramos favoritas, poderia ter acontecido mais história, mas essa é a parte do desporto que a mim menos toca: a dos resultados. teria sido bom pela alegria que proporcionaria a todos os intervenientes mais directos (jogadoras e treinadores) e para o seu currículo desportivo.
e o resto do dia foi igualmente bom. estar com os meus pais, acabar por jantar entre amigas e ir beber um copo depois.
muito, muito bom! grande sábado!
conduzir até casa a 50 km/h.
gosto tanto!
… acordei com dor de cabeça.
vá lá, andei três noites a dormir que nem um anjinho!
… mas está uma manhã excelente para ficar esticada à beira-mar.
se dormir bem esta noite, amanhã é o que vou fazer.
bom dia!
felizes?
é o que se quer…
… surpreendo-me com a cidade invadida por jacarandás todos floridos.
que maravilha!
se me puser a pensar bem… ainda nem acredito!






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