prima, ao contrário do que eu pensava, a vegetocoisa não tem nada a ver com vegetais!

figos para a serotonina

serotonina, serve-te à vontade!

eu, que fico toda enjoada com as músicas que repetem na rádio quinhentas mil vezes ao dia, fui castigada pelos deuses, e ando de amores por esta. a música, claro, que detesto mulheres magricelas. deus que me livre!*

(* priminha, viste o alcance da coisa?)

cheguei mais cedo do que o habitual.
está um calor atrofiante na sala de espera. a recepcionista é muito friorenta, pelos vistos.
à minha frente está uma rapariga com ar enfezado e doente. com ar enjoado. afundada no sofá, como se nas suas costas carregasse o mundo. será que já me terei sentado assim, aqui?
o pé direito abana ao ritmo da música, que vem mesmo a calhar “she’s a maniac, maniac”.
enquanto escrevo, sinto que me observa. o nosso olhar já se cruzou algumas vezes. hoje, particularmente, estou com um ar descontraído, feliz e confiante.
pergunto-me o que irá naquela cabeça de corpo magricela, enfezado. provavelmente, as mesmas perguntas que fará ao olhar-me.
(às vezes, é constrangedor o silêncio que se abate neste espaço, algo pequeno. as pessoas observam-se, como que procurando identificar algo nos outros, que as sossegue. que as torne mais iguais.)
ela levanta-se, pegando na carteira. ao dirigir-se à sala, sinto-a observar este caderno pelo canto do olho. enquanto caminha.
23.11.2004

descobri esta árvore, no verão.
no caminho que vai para a praia da amoreira, perto de aljezur.
fiquei bué intrigada com a cena.
alguém conhece isto? sabe como começou?
serotonina, dá-me lá uma ajuda.
(ah… o boneco da 4ª foto diz “eu sou benfiquista”. enfim…)

acabei de receber o mail com as pontes para este ano. em quatro, temos direito a escolher uma.
fiquei tão excitada com a generosidade, que até me descuidei e espetei com um pontapé na cpu!!!

a transbordar de coisas boas!

passou um carro por mim na A5, cuja condutora me mandou beijos.
e eu continuei a viagem com um sorriso parvo pregado na cara, daqueles que não se desfazem – lá lá lá!
(logo à noite, como resposta – sim, que eu não sou de me ficar! – prego-lhe um grande beijo em plena auto-estrada!)

baÃa azul em final de tarde

que me dizem?

ele era um chocolatinho, uma tangerina…
pela diversidade e pela hora (16:00), devo concluir que não estou de apetites, não senhor, estou é com fome, mesmo!!!

há pouco, em conversa com a maria, tive uma tirada assim a modos que coiso… e, logo de seguida disse “eh pá, eu acho que com a idade estou a ficar bué de preconceituosa!”.
resposta imediata “tu queres é arranjar desculpa para ires fazer terapia…”.
ai, se fosse aqui, era já a seguir! só de me imaginar naquelas almofadas… era um festival de bater sornas! se com a rute, naquele sofá manhoso, às vezes já era um castigo… imagino ali!

[oh, que saudades de falar da minha rute! será que ela está boazinha?]

tenho por hábito dizer que não acredito no azar, mas que sou bafejada pela sorte. o que parece uma grande incoerência. [e talvez seja… quem sou eu para ter a pretensão de não ser incoerente! logo eu…]
mas a palavra azar lembra-me logo desculpas apresentadas, para justificarem a desresponsabilização pelas coisas que nos acontecem.
ao invés, à sorte atribuo sempre uma grande dose de conjugação de factores, que me são extrínsecos, mas que, para os quais, eu soube estar preparada para acolher e, até, escolher ser escolhida.
isto é mesmo o caso típico, de procurarmos o que melhor nos convém e satisfaz o ego.
se for pelo lado positivo, ainda melhor!

no dia em que faz anos uma menina de quem eu tanto gosto, a I., nasceu a Maria Carolina, pouco depois da meia noite, a danadinha que nem deixou as mães dormirem em paz!
à primeira um beijinho, à segunda uma festita na cabecinha!

grande angola, na CAN!

porque hoje vai haver muita alegria, para os lados do oxalá!

cabeçalho mudado, que assim fica bem mais bonito!

dizia-me uma amiga, do benfica, que se o sporting ganhasse o benfica ficava a seis pontos (não sei onde é que ela meteu os outros dois) e ainda havia hipótese! e eu disse-lhe “oh querida, mesmo que o porto perca os seis pontos, consegues ter esperança que o benfica ganha todos os jogos até final da época?? estás a alucinar, não?!?!”

gostei imenso do izmailov, do pereirinha e do guarda-redes.

bom dia! estou a modos com uma grande birra – tenho sono!
e fome. vou tomar o pequeno-almoço.

alfama

oeiras - inatel

conforme a hora e o local onde se encontrem!
(são 14:51, ainda estou de pijama.)
(anda um cão tresloucado aqui em casa, à procura de uma bola toda ranhosa e dentada, que ele adora)
(a minha maria vai fazer de manicure a uma amiga – entretanto, estão a admirar o topper)
(eu tenho de ir fazer a cama de lavado – logo que me saia o euromilhões, contrato uma empregada interna)

one day to come together
to release yhe pressure
we need a holiday!!
oh yeah!

não é por superstição, que eu não sou dessas – sou das outras!
mas, também não quero estar a dar força, a quem já tem que baste!

cristina, vais mesmo à bola comigo?  😉

… que esta coisa da foto do cabeçalho ser em azul, pode ficar muito bem com o tom do blog, mas é capaz de ser um mau prenúncio para o jogo de domingo

se imaginassem a quantidade de posts que eu elaboro, quando estou no carro, na casa de banho e na cama…!!!

(o que eu vou escrever não é nada socialmente correcto, mas estou tão fartinha de mulheres a conduzir!!!)

recebido por mail:

O paladar é o sentido pelo qual distinguimos o sabor, e o órgão responsável por este sentido, é a língua, pois é nela, que se encontram as terminações nervosas, (existem algumas também na garganta), cuja especialidade é definir o paladar. Estas terminações estão na rugosidade da parte superior da língua. Cada parte da língua se responsabiliza por sentir com maior intensidade, cada um dos quatro tipos básicos de sabor:
° Doce e salgado: na ponta
° Azedo: nas bordas
° Amargo: no fundo

já que falamos em psicólogo, arranjo mais um cliente. o miguel veloso. a falta de confiança do rapaz é tão grande, que aquilo que o fez conquistar o lugar – bom sentido posicional, bom a defender e soltar a bola para o ataque com extrema facilidade – se transformou agora nas caracterísiticas do jogador que ele substituiu, o custódio – de cada vez que tem a bola joga preferencialmente curto, pelo seguro, para trás ou para a lateral.

e aquele cabelo, por.amor.da.santa!!!!

ora deixa-me cá falar um pouco de bola.
só um pouquinho, mesmo, que cada vez percebo menos disso, se é que alguma vez percebi.
é difícil de entender, como é que alguém contrata o purovic. mas, pronto, contrataram está contratado!
é difícil de entender, como é que se põe o gajo a jogar. mas, pronto, ele é opção nem que seja para andar a estorvar lá no meio e um motivo de distracção para quem está na bancada e pensa “deixa cá ver, quantas vezes é que o gajo hoje vai cair sozinho!”
mas se ele é mesmo opção, que tal contratarem um psicólogo para ajudar a controlar os níveis de ansiedade do moço? já que não se pode fazer nada contra aqueles pés de chumbo, coitado, ao menos que o rapaz não sofra com isso! é que eu chego a ficar com pena da criatura… tanto empenho e saem os tiros todos ao lado!

quem aqui veio à procura de “foto de homossexuais beijando-se” pode dar meia volta e pregar noutra freguesia.
aqui não há fotos de homossexuais, heterossexuais ou whateversexuais a beijarem-se.
aliás, se há espectáculo que dispenso, é a troca de fluídos das glândulas salivares à minha frente!
guardem lá essa coisinha para o recato de quaisquer quatro paredes, e escusam de me vir cá com a máxima “make love not war”, porque eu gosto mesmo é de guerra!!!

às vezes, fico cheia de vontade de voltar a fazer terapia.

os posts sobre a relação perfeita eram só para forçar um post aqui (façamos de conta, pode ser que ela acredite e escreva).
hoje de manhã, dizia ela: “vamos ver… se tiver tempo. tempo interior, que o tempo é todo interior.”
e eu, com cara meio à banda disse “ah…” e fiquei sem perceber nada.
o truque da maria é esse – diz-me estas coisas difíceis, e eu fico a remoer nelas, fascinada, e o tempo vai passando e eu continuo assim presa.
eu não disse que era simples?

agora já sem ponto de interrogação, antes sim uma afirmação convictamente assumida.
eu vivo uma. e esta certeza não tem nada de leviano (já não tenho idade para perder tempo com leviandades). é fruto de um acumular de experiências, de encontros e desencontros, e principalmente de uma atenção redobrada a tudo o que fui vivendo, de modo a estar preparada para isto me acontecer.
não sei se há um tempo certo, ou seja, se temos de viver mais ou menos, termos mais relações ou menos relações – tenho para mim que o contacto com a diversidade e sua consequente vivência, nos dota de maiores ferramentas, mas isto sou eu.
sei que quando me deparei com o início da relação que vivo, senti que era aquilo que eu esperava, e para o qual me tinha preparado.
e a relação é perfeita porque é, todos os dias, viva. porque sendo vivida por duas pessoas extremamente diferentes, essas diferenças só servem para estimular e nunca para afastar. as discussões, quando são fúteis caem logo por terra, e quando são profundas fazem-nos evoluir.
e porque é que digo que tenho a relação perfeita – porque nunca tive nenhum dia em que me apetecesse virar as costas e procurar outra vida. o que significa que eu me sinto bem, com as minhas necessidades preenchidas e nada sufocada.
o truque está em perceber o que queremos para nós (e, na maioria das vezes, as pessoas não conseguem sequer identificar isto), e procurar (ou esperar que nos encontrem) alguém que nos seja suitable (não consigo encontrar melhor explicação).
e depois, ter muito respeito por nós, e a seguir pelo outro. e o respeito de que falo não tem a ver só com o tratamento, antes sim, com o aceitar a individualidade de cada um, e não procurar que o outro seja um espelho de nós.
por fim, desvalorizar aquelas merdinhas que moem, moem e um dia fazem-nos desesperar e mandar dois berros e dizer coisas que depois… enfim, vocês sabem – a pasta de dentes estar para baixo ou para cima, o casaco que está há bué em cima do quarto ao lado, a toalha que não se estende para secar, etc, etc.
não sei se isto soa a demasiado simples. ou simplório, talvez. que seja.
não soará, certamente, a receita. porque essa não existe, na medida em que somos todos tão diferentes, que o que me satisfaz não fará as delícias dos outros.
houve um tempo em que costumava dizer que não sabia o que queria, mas sabia bem o que não queria. esse tempo já passou. hoje sei muito bem o que quero! e olhem que se eu consegui isto, qualquer um consegue. é uma questão de investimento.

vou só ali tomar o pequeno, saberão como é aquela coisa “eu com fome”, e já venho…
dia perfeito que está lá fora!

(obrigada a tod@s pelos comentários – já escreverei um post o que penso)

– sim?
– não?
– talvez?
– é conforme?
– tudo depende?

que dizeis?

oh miúda, em princípio, no domingo vou-te dar um abraaaaaaaaaaço assim longo!
e bué de beijinhos nessa carinha linda!
(isto é, se tu não te escapares, como é costume ahahahah. e livra-te de não corresponderes!)

ontem, tivémos a jantar lá em casa família de angola. eu sou pior que uma esponja a absorver sotaques e tiques de linguagem.
hoje, em conversa com uma amiga, a contar-lhe que o pai me está a arranjar a banheira para trazer cá para baixo, ela perguntou se eu já a tinha trazido e eu respondi “ainda!”.
lindo!

no sábado andei por coimbra. calhabé, praça da república, rua da sofia, portagem, portugal dos pequeninos, a palmeira, a democrática, terreiro da erva, e tantas coisas que me vieram ao pensamento… o relembrar de como tanta coisa começou… o café flórida… o d. maria, o josé falcão, o d. duarte, a arregaça (dizia-se no meu tempo “na arregaça ninguém passa”).
tenho de lá voltar. a pé. revisitar a, para mim, descaracterizada ferreira borges.

mercedes 240D 3.0 - 1975

andar a passear, por aí, com esta banheira!
(mercedes 240D 3.0 de 1975)

bom dia!

[sem-se-ver, estou novamente constipada! 🙂 ]

lembrei-me agora: e podemos renovar os votos aqui?

li agora ali nos comentérios do pedro, alguém dizer que outra é “dispaçarada”.
pedro, man, respira fundo, pá!

ontem, após o telejornal, a sic apresentou um programa chamado “sentença de vida”, que abordava o tema dos pacientes em estado vegetativo persistente – o que leva a isso e o que fazer depois disso.
grande parte do programa foi preenchido com um filme, que dava a conhecer o caso de uma menina no estado acima descrito, e do seu dia a dia e da sua mãe.
eu fiquei atordoada com a lucidez da mãe. tanto no filme, como depois em estúdio.
e, tal como me disse uma amiga “como seria mais fácil se todos conseguíssemos ser assim”.

a lucidez, no sofrimento, é uma coisa tão difícil de conseguir.

os pelos debaixo dos braços também ficam brancos?

bom dia. está sol. sou imensamente feliz. continuo apaixonadíssima. e a pilha das facturas não baixa!

ou melhor, de facturas de telefones, que vou ali fumar um cigarro!

(acho que fiz merda aqui num modelo. aquela coisa do iva não está a sair como eu queria… vou ter de ver isso. oh que cagalhão! tanto trabalho…)

o sporting apresenta, como uma das justificações para a sua inconstância exibicional, a juventude do plantel. nada melhor para colmatar isso, do que contratar um avançado brasileiro de 22 anos!
parece-me excelente!
(era lindo se eu tivesse de engolir este post, mas tenho sérias dúvidas…)

é que era!!!
(estou tão farta destes caracóis!!!)
(amor… cortas-me o cabelo assim?)

pois é uma coisa tão fofinha, mas tão fofinha, que nem dá vontade de sair da cama de manhã!
um bed topper e a morena… ui! ui!
(eu que já não chegava a horas… estão a ver, não é?)

diz uma tipa das finanças, que anda por aqui a inspeccionar, ao telefone com alguém “claro, que a gente não pode ser parvos!”.
estão por todo o lado, deuses!!!

as pessoas investirem um bocado no sentido de darem menos erros ortográficos?
já não há pachorra para tanta calinada!!
o que acho mais incrível é as pessoas terem blogs, escreverem uma data de bitaites sobre a sua opinião das coisas, todas ufanas porque têm opinião, e depois aquela merda está cheia de erros!!
das últimas que vi, nem sei onde que quero mesmo é esquecer, foi “houvesse” escrito assim: “ouve-se”.
só apetece dizer mesmo um grande palavrão!
juro mesmo!
sangue de pacaça!

de repente, chovem papéis na minha secretária – bancos, facturas, recibos, extractos ou o… pois, que eu não posso dizer palavrões!
não me parece nada bem! ando numa de palavras, porque raio me dão números?

bom dia e tal… (sabem se no sábado à noite chove? vamos a casa dos meus pais, e à noite vamos à procissão – é tão giro, ir à procissão à noite)

os de morango, ainda vá lá… agora os de pêssego, cruzes!!!

não vale a pena irem às fotos do cabeçalho.
o resto da foto não tem interesse nenhum.
(qual a graça de um sorriso de menina mimada, quando já se tem 44 anos?)

está cheia de ossadas, sim. de todos os esqueletos que ainda não saíram, mal fora que com esta idade já os tivesse tirado a todos do armário, o que seria de mim o resto da vida? vegetaria? e sarapintas de sangue, também. mescladas com terra vermelha de áfrica, sangue dos joelhos feridos das quedas de infância, mais aquelas que dei na adolescência, que agora procuro cair menos, embora caia, claro que caio, mas menos, que as dores são directamente proporcionais aos anos que vamos vivendo.
e tem riachos fulgurantes de água. sem água não vivo. e a todos encaminho no mesmo sentido, que é o do prazer, que o hedonismo é a minha filosofia de vida.

[manchinha, sempre às ordens]

às vezes, é preciso um pouco mais, do que pegar bem nos talheres…
é por isso que eu gosto de comer com as mãos – sempre legitimo as minhas alarvidades.

* eu cá, tiro-as todas – detesto ser incomodada.

… está temperamental, hoje!

‘tadinho…

blaaargh!
quero os meus iogurtes do carrefour!!!!!!!!!!

vocês, não?

[se me apanho em casa, para me enfiar na banheira para um banho quente…]

foi mesmo isso que senti. um contra ataque que morfeu me destinou.
voltei lá só em sonho, mas o suficiente para, passados dois dias, ainda sentir o peito meio tolhido.
nem sei se o que sinto são saudades. eu que nunca tenho saudades do que já vivi. nem quereria reviver tudo aquilo. mas, então, porquê?
(dei por mim, a fazer contas ao plantel… oh cum caneco!)
(pi, e outras que tais, abstenham-se de entusiamos)

miss lemon & miss choco, já nem me lembrava do quanto gosto de vocês!!!
foi um prazer imenso rever-vos [apesar, de termos que ouvir a cana rachada da bifinha, mas pronto…]

amigas* terem ciúmes de outros amigas*, e mais, cobrarem isso.
havia de ser comigo!
era mesmo o que mais faltava!!! ai era, era…

(* o uso do feminino não é inocente. é porque isto são mesmo merdas típicas das mulheres!!!)

é que hoje é sexta, não há sol mas que se lixe, eu estou bué feliz e logo à noite vou jantar ao Tentações de Goa com as minhas amigas (algumas)!

bom dia, coiso e tal, e muita felicidade! (já vos disse que a minha maria é m.a.r.a.v.i.l.h.o.s.a? já? ok! )

e a preguiça que me dá, todos os dias, de guiar até casa?
será fome? (acho que não. comi um pão com queijo e bebi dois iogurtes. não deve ser.)

o teletransporte ainda está muito atrasado?

desde o início, que acho que a forma do paulo bento falar, deixava muito a desejar para alguém que quer ser líder de um grupo. depois, com os meus botões, pensava que se calhar eu estava a ser demasiado exigente, e que aquilo que não funciona comigo pode funcionar com os outros, sei lá!
a forma como nos expressamos é fundamental, quando queremos fazer passar a nossa mensagem. um discurso simples, mas fluído e sem engasganços, ajuda muito.  para que isso aconteça é preciso, não só termos a certeza do que queremos dizer, e não menos essencial, estarmos preparados para as questões que nos podem colocar. infelizmente, para paulo bento isso não é uma coisa importante. continuando a tradição antiga do treinador de futebol, sai tudo de improviso que assim é que a malta vê que somos genuínos. e há a quem, improvisando de momento, as coisas lhe corram bem, porque têm facilidade de raciocínio e domínio claro da língua. nenhum destes atributos paulo bento tem. logo, deveria fazer muito trabalho de casa. ensaiar muito. e, principalmente, questionar-se muito.
assim, neste momento tem uma equipa à total imagem e semelhança do seu discurso – engasgada, sem objectividade, cheia de clichets e com um futebol completamente circular (andam, andam, andam e não saem do mesmo sítio).
em situações de crise, o líder tem um papel fundamental no despertar do torpor. isto equivale a dizer que paulo bento no sporting só se arrisca a que tudo vá ficando cada vez pior – porque da forma como os jogadores estão em campo, é perfeitamente notória a saturação do discurso, a ausência de motivação.
sei tão bem o que isso é…

… uma ASAE para o fumo dos escapes dos carros?
é que dava um jeitão do caraças!!!

grande golo do setúbal.
o pereirinha saíu porquê? lesão? espero que sim, senão o paulo bento revela-se um grande nabo. é que tirar um jogador aos 36′, que não costuma ser opção titular, revela que se errou na escolha da equipa. está tudo doido, é o que é.
e, felizmente, o purovic aleijou-se! não é por mal, mas é a única forma dele não jogar. assim, está lá o paez que é bem mais jeitoso. e giro.

lembrei-me agora que, mais logo, dá o sporting na tv.
que rico serão que vai ser.
(mas, porque raio, ainda me meto a ver futebol??)

ps: amoooor, trazes-me churrasco e batatas fritas e pickles e coca-cola? pulise? é que vou sofrer tanto….

dizia-me ela há pouco “o que se passa que não escreves?”, sendo que rematou logo de seguida “bem… é preciso ter alguma lata para te dizer isto…”. sim querida, é preciso, mais do que uma lata, um contentor! para quem não escreve desde outubro…


baía azul

morro da lua

dombe grande

assim, de repente, deu-me cá umas saudades da banda

… era espreguiçar-me longamente, até acrescentar um centímetro ao meu comprimento.
ao cumprimento digo olá.

olha, se calhar 2008 é mesmo o ano de virarmos tudo do avesso.
anda lá virar a terra. já viste como eles se dão, na mesma, em terrenos aparentemente áridos?
se calhar é o que me falta. falta-me esse golpe, esse desafio, para sentir que tudo cresceu.
não há que temer. se tiver que ser, vamos em frente.
criar amores-perfeitos em terrenos difíceis.
apostas em como conseguimos?

amores-perfeitosx.jpg

Bifinha, querida, olha os dentinhos do teu filhinho aqui cravados no enfeite da árvore de natal, que ele entendeu que eram bolachas verdadeiras, apesar da minha insistência em dizer-lhe que não, lembras-te?, vocês as duas de palheta na cozinha e eu a tomar conta da fera, ao ponto da árvore tombar, porque ele insistiu em querer tirar um trenó que lá estava pendurado, e eu não, não tires, que isso caaaiiiiiii… pum! caiu!
feliz ano novo! até quinta ao telefone e sábado ao vivo!

gira a camisolita que trouxe de madrid, verdad?
e as costas do tipo, nem se fala!!!
já não estou doente, lá lá lá rá lá!

a dor de cabeça volta, a da garganta também e um súbito ataque de tosse.
hora de ingerir as drogas – será a isto, que chamam relógio biológico?

correio

meiavolta(at)gmail(dot)com

fotografias

todas as fotografias aqui reproduzidas são da autoria de ©Anabela Brito Mendes, excepto se forem identificadas.

acordo ortográfico

não sei como se faz e nem quero saber!

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