[hoje é o aniversário da dama que me encanta.]

olaré, se é!

ela tem um blog famosíssimo. com meio milhar de visitas por dia, pr’aí. sem comentários. arisca e preconceituosa, mas com uma escrita brilhante de sentimento e carne. conhecemo-nos há uns quatro anos. quando nos encontramos – que é raramente, porque ela é um bicho do mato que não sabe alimentar relações – ando com o braço por cima dos ombros dela. gosto de a sentir assim mimada e protegida por mim – não serão muitas as pessoas a quem ela deixará que esse gesto se repita.
no outro dia, mandei-lhe um mail. melhor, mandei-lhe uma boca, por mail. esperando não ter resposta tão cedo, ou nunca, quando o mail se perdesse lá nos confins da caixa de entrada. e o ouriço arisco, que destrata tanta gente do alto da sua arrogância, responde-me isto: minha querida, como gosto de ti e como te sinto a falta.

ele é convites do wayn, do facebook, do twitter, do unyk, do hi5… às vezes a mesma pessoa a fazê-los de vários destes sítios!
oh foda-se! não tem mais que fazer, carago?

não é fácil. mas, mais cedo ou mais tarde, acabamos por encontrar alguém, por quem nos encantamos todos os dias.

nem por isso… antes, uma aula de anatomia em banda desenhada.
(nós somos muito loucas…)
ah… e há ali uma coisa que parece, mas não é.

… se passa com a minha nuca! (eu e as almofadas e o osteopata e as dores na cervical, enfim, grande salada)

ontem fui ao osteopata. o meu corpo parecia castanholas. olé!
quando saí da marquesa, parece que flutuava! bom…

(já me divorciei da almofada anatómica.)

[nem quero acreditar que o cenário de janeiro se pode repetir…]

há que aceitar, quando não se pode evitar. aceitar e desejar que tudo corra bem. enfim, suposições.

gostava de viver em Lisboa, nesta altura do ano.

cada vez estou mais convencida de que recebemos de volta, o que vamos semeando aqui e ali.
não há forma de voltarmos ao tempo das trocas, de eliminarmos o dinheiro das nossas transacções, mas talvez valha a pena estarmos atentos ao que de bom sempre vamos recebendo. em gestos e atitudes, que têm para connosco, pessoas que não estão obrigadas a fazê-lo.
acredito que haja mesmo uma conjugação de energias positivas que se vão passando. damos umas coisas, recebemos outras de que precisamos. quanto mais damos, melhor ficam os que recebem. a probabilidade de esses darem mais e melhor é maior.
hoje estou muito paz e amor… e não andei a fumá-las, não. tem tudo que ver com uma coisa que aconteceu ontem à Maria – e que justifica em pleno tudo o que escrevi acima.

(ontem foi dia de festa lá em casa! mono festa, mas pronto…)

* com chuva

grande chuvada que caíu há pouco!
hoje estou de dona da casa. a morena num workshop de decoração de bolos – já vos falei das profissões alternativas? pois… e eu a fazer o ménage. a solo, que já me deixei de aventuras! roupa lavada, cama feitinha, almoço comido, paulo flores e chico buarque a fazer companhia e o que me apetecia mesmo, agora, era uma coca-cola gelada. paciência!
vou higienizar-me, para daqui a pouco ir galderizar com umas amigas.
a noite de ontem foi toda boa. o espectáculo muito, muito bom. o petisco depois também. e a noite no Maria Lisboa foi excelente. não pela música ou quê, que até estava fixe, mas porque estive com imensa gente, com quem já trabalhei, e de quem guardo uma enorme ternura. passado tudo, só os afectos nos fazem permanecer na vida das pessoas. vale a pena investir.
bom fim de semana!

hoje vamos ver o ‘Gota de Água’, musical feito a partir de músicas do Chico Buarque – acho que é mais ou menos isso. não ligo muito a esses pormenores. depois vamos beber um copo ao Maria Lisboa. fixe ser sexta-feira, quando supostamente aquilo está mais calmo. e amanhã ainda é só sábado. (ando tão cansada. só me apetece dormir. que raio!)

(cá em casa somos muito excêntricas, mas ainda não nos deu para isto!)

são 23:54 e a minha Maria anda a fazer passagem de modelos… e eu espectadora exclusiva.

comprei uma almofada anatómica. coisa mais estranha, caneco!
esta noite, a segunda com a dita cuja, andei às voltas com ela.
diz-me a Su, aqui no messenger: não valia mais andares às voltas com uma pessoa?
minha querida, espero que te estejas a referir à Maria – senão, sabes quando é que voltas a comer crepes de chocolate às quatro e meia da manhã?? never! é que ela não perdoa…

(…) Caçávamos pássaros com chifutas de borracha (…)
O Planalto e a Estepe – Pepetela – pág. 13

ainda me lembro a alegria que senti, quando o meu pai me fez a primeira chifuta! eu não tinha jeito nenhum para manejar a coisa, muito menos para acertar no alvo, mas era giro.

chifuta = fisga

a honestidade deve ser a qualidade que eu mais aprecio!

aquelas massagens na cabeça, que a Maria faz, são divinais!

(vou colocar aqui um sistema de senhas, para as candidatas do post ali debaixo)

há um ano estava assim um lindo dia de sol. acordei muito cedo e bebi um bocadito de chá, com pouco açúcar. tinha passado a noite a levantar-me para ir à casa de banho. a mala já estava feita.
cheguei ao hospital às oito. antes das nove já estava no meu quarto. passado pouco tempo vieram trazer-me o vestido de gala, mais o chapéu e as meias, que apertam pra cacete!
vieram buscar-me pouco depois da nove e meia. a cirurgia era às dez e meia. fiquei numa sala, antes do bloco. um frio de cão, que me impediu de dormir profundamente, mas não o suficiente para não passar pelas brasas. e rir-me com o vizinho do lado, que voltaria a encontrar no recobro, e que não queria que lhe tirassem a aliança do dedo.
depois, foi tudo muito rápido, para mim. às dez e meia estava a ver as horas no relógio do bloco e, de repente, já só sentia um formigueiro na barriga, as pernas insensíveis, vozes ao longe e o mesmo relógio já marcava meio dia e meia. e a médica a dizer-me que tinha corrido tudo bem.
a estadia no recobro foi boa. quentinho e tal, até que me vomitei toda. é muito horrível dar-nos para fazer aquelas figuras à frente de estranhos. uma pessoa sente-se tão fragilizada.
a esta hora já deveria estar a caminho do quarto. onde me esperava a dama e umas amigas. eu sem sentir as pernas e a Grande a fazer-me massagens que me faziam uma impressão do caraças.
o pior estava para vir: a fome, meu deus! tanta fome! e eu em dieta líquida, que não conseguia reter nada no estômago, à conta do tramal!
estava um dia assim lindo, como hoje. e o meu quarto com vista para a vasco da gama. e eu sempre enjoadíssima, credo!

… que já nem sei se é das dores na nuca, se da mudança das pastas, se da semi-dieta que ando a fazer!!!

se tudo falhar na vida, a minha Maria tem uma série de profissões alternativas.
a última das quais, massagista. ontem, deu-me uma massagem na cabeça que até levitei!
(Grande, ainda não tive a dos pés… estás-me a ganhar!)

dias bem fixes, que por aí andam…
e eu com uma dor na cervical que me apanha a nuca e, para ajudar à festa, mudanças na chafarica.
(o gajo que inventou o papel devia ser trucidado!!)
mas, pronto, ando de manga curta, já não é tudo mau.

… um dos meses que eu mais gosto: Maio – mês de Maria!

… ainda hei-de perder estes quilos que tenho a mais.
o problema é que eu não sou de perder coisas…

não é querela, nem discussão – é mesmo o meu cérebro e ideias para escrever no blog: zero!

obrigada, maria, minha kamba! muito, muito bom!

muitas vezes, a razão porque a vida que sonhámos é diferente da que temos, prende-se com o facto de pensarmos que sonhar chega para alcançarmos os objectivos.
e não, a vida não nos prega partidas. a vida não é assim uma entidade abstracta e superior que detém controlo sobre nós – a vida é somente o registo que fica, das escolhas que vamos fazendo. ainda que sejam inconscientes. mas a inconsciência trata-se, acreditem.

não sei muito de artes marciais, embora seja fascinada por elas. mas sei que um dos princípios, daí eles conseguirem fazer algumas coisas que parecem impossíveis, é aproveitar a energia que o adversário dispõe no ataque, em proveito próprio.
isto vem a propósito de uma conversa no sábado, com uma amiga distante que raramente vejo, e da forma como ela geriu um ataque de que cobardemente foi sujeita. tipo um outcoming feito à má fila por alguém que lhe era muito querido.
e, ao invés de a ver sofrida e amargurada e sedenta de vingança, encontrei alguém magoado, sim, mas a retirar o que de bom tinha acontecido da situação. o que isso, apesar da mágoa, tinha permitido. e a seguir em frente.
esta é uma coisa que muitas vezes lemos e ouvimos relatar, mas que é sempre uma experiência mais agradável de ouvir, de viva voz, por alguém que sabemos que existe. e mais, que sentimos que tudo o que nos diz é verdadeiro. que não há ponta de ressabiamento, de coisa mal resolvida.  
e eu fiquei tão feliz por ela. por ter ousado reparar a sua vida, ter assumido uma verdadeira mudança, certamente com muita angústia, mas com nada de amargura. e pessoas que conseguem fazer isso, dessa forma, certamente são merecedoras da minha admiração.
por não perderem tempo a chorar o que já aconteceu, a culpar tudo e todos, antes a pegar o touro pelos cornos e fazer da sua vida o que realmente sente que deve ser feito!
e não, não é fácil. mas quem disse que a vida é fácil? não é fácil, mas merece ser vivida por nós da melhor forma possível!

poucas horas dormidas, muita conversa noite adentro, preocupações quanto baste, mas no fim tudo a correr bem, esperemos!
(família grande, poxa!)

(ignorar o tacho lá atrás e tal…)

qualquer dia montamos uma pastelaria lá em casa!! 

ou… a maneira de ocupar as madrugadas!

 

ou sou eu que tenho muita sorte, ou não dou importância a coisinhas, ou não me ligam nenhuma.
em cinco anos de blogs, sempre com comentários abertos, nunca senti necessidade de acabar com o que escrevo, moderar os comentários e só apaguei um comentário de todos os que recebi – e não foi porque discordava de mim, mas porque era completamente ordinário e vazio de conteúdo.
faz-me alguma confusão, como é que as pessoas decidem ter um blog público e depois se deixam impressionar com o feed-back negativo que possam receber.
eu dou a maior importância às pessoas que aqui passam. gosto de as ter cá. aquelas que vêm porque gostam, ainda que discordem das coisas que escrevo. as outras nem sei se existem, mas não condicionarão, nunca, o prazer que tenho num blog público de comentários abertos.
às vezes penso que as pessoas dão demasiada importância a quem não gosta delas. acho isso um erro tremendo. porque nos distrai daquilo que deve, realmente, contar: quem gosta de nós. apesar de sermos assim, cheios de defeitos.
eu devo ter quem não goste de mim – é humano. mas perguntem-me quem são essas pessoas e eu, assim de repente, não sei dizer.

e não, não estou de gazeta! mas bem me apetecia!

o meu roupeiro está tão desarrumado, mas tão desarrumado… que só me apetece tirar aquela tralha toda dali e jogar tudo para o lixo!

(bem… tudo, tudo, não!)

… só mesmo com umas assim…
hospital s. josé adentro…
e tungas! nos tomates do médico que fez o relatório!

… quando nos propomos a fazer exames:

uma pessoa vai fazer uma TAC e como resultado dão-lhe um orgão que já não tem há 20 anos e tiram-lhe uma hérnia que se percebe à vista desarmada.
portanto, caríssimos, o photoshop já chegou à saúde! hip! hip! hurra!

e calha que eu sou uma mulher bué feliz, caneco!

ontem, em conversa de final de treino e revivendo cenas e pessoas passadas, veio à conversa a homofobia.
fiquei a pensar… há pessoas às quais só lhe resta serem homofóbicas. doutra forma, teriam de assumir que poderiam fazer qualquer coisa pela sua própria felicidade – e isso nem sempre é coisa fácil!

que sentem saudades, dizem. quando termina o interregno, perguntam.

e eu aqui, mesmo ao lado. só atravessar a rua e, com sorte, encontraria o portão de emergência aberto.

e continuo a sentir-me desconfortável, penso.

[fugimos porque dói a fuga. não porque somos ingratos. cobardes, sim, para enfrentar a dor que nos impede de olhar nos olhos quem deixamos.]

 foi a minha última fuga, acredito.

Nunca a alheia vontade, inda que grata,
Cumpras por própria. Manda no que fazes,
Nem de ti mesmo servo.
Niguém te dá quem és. Nada te mude.
Teu íntimo destino involuntário
Cumpre alto. Sê teu filho.

Fernando Pessoa

minhas amiguinhas, preparai-vos. estou só a acabar de imprimir umas fotos e daqui a pouco… get together!

(e o sporting, que ontem se safou muito bem em guimarães?? feio, muito feio, aqueles palavrões todos do paulo bento, quando foi expulso!)

cambas, foi tudo mais do que estava à espera!
e a sensação, de que poderemos repetir na paisagem acima, é excelente!
‘tamos juntos!

o que eu quero é festa! (estou com uma dor de cabeça do caraças, mas não interessa!)
hoje vou jantar com as minhas cambas da banda, amanhã vou jantar com mais amigas queridas, sábado vou beber chá com uma amiga querida e domingo vamos ter um get together de arrasar!!
olaré!!

pessoas, o que eu adoro pessoas! as minhas, claro! sim, que todas as pessoas de quem eu gosto são minhas. ainda que assim não se considerem, mas para mim dá no mesmo! o que conta é o que eu sinto, e o nosso sentir é independente de terceiros. se assim não fosse, não havia tanta gente a amar quem não a ama e, às vezes, até maltrata. mas isso é outra conversa, que eu não domino.

quando dou uma volta pelos blogs, o que me faz mais confusão é a quantidade de erros ortográficos que se vêem nos posts e nos comentários!
que diabo, será que é assim tão difícil aprender a escrever as palavras correctamente? como é que as pessoas querem ser levadas a sério, discutir coisas sérias, com erros ortográficos?!?!

continuar a ver o 24!
ontem, devorei furiosamente uma maçã, para me acalmar os nervos da confusão toda que ía na casa branca!! a seguir, dobrei meias e cuecas, enquanto a presidente estava trancada num abrigo com o jack bauer!
uma canseira, meu deus!

… eu a tentar inventar uns posts, a ouvir o paulo no imeem, no messenger com a joão e…
… chegaram as galinhas da ginástica e acabou-se o sossego!
p.q.pariu!!
(estou de fones em som alto e, ainda assim, consigo ouvir uma a gritar a mais de 20 metros daqui!!)

dizei-me lá, quem saiba, qual é a tampa que tanto encanita as mulheres, aquela que os homens não baixam quando se servem da sanita?
é a lisa ou a outra que tem buraquinho e serve também para nos sentarmos?

… e eu tenho que trabalhar! não é justo!

ide ouvir:

pé na lama e fela no marítimo da ilha do paulo flores!

e dizei que vos engano!

senhoras,
que raio vos terá passado pela cabeça, para acharem que as camisolas de polar com fecho, tipo sportzone e afins, ficam bem para fazer toilette?
(andam todas doidas, é o que é!)

está frio, é segunda-feira, não me apetece trabalhar…
enfim, um ror de coisas que me apoquentam!

ontem à noite fomos ver o show do Paulo Flores ao s. jorge. no meio da minha gente, assim me senti. espectacular o show. mesmo muito, muito bom. não resistimos a comprar a trilogia que nos acompanhou nas duas horas e tal de viagem, após o espectáculo, até aos arredores de coimbra. e hoje, de viagem até à beira alta, voltou a tocar.

kianda, minha camba, tinhas toda a razão – muito bom, mesmo! bué, ver-te!
pp, bem-vinda à tuga!
grande, tão bom partilhar aquele som contigo!

[sei, porque essas coisas se sentem, que algumas pessoas gostavam mais de como eu era, há cinco anos. mais louca, mais ousada, mais pronta para… . lamento. a vida não pára. e a mudança é coisa frequente na vida das pessoas, pressupondo evolução. agora, uma coisa vos digo, poderia ser mais interessante do que sou, mas era bem menos feliz!]

ando com uma p*ta de uma dor na zona lombar, que não sei onde raio a fui buscar!!

(sem vontade de trabalhar, sem vontade de escrever, enfim… primavera!)

Ah, quanta vez, na hora suave
Em que me esqueço,
Vejo passar um voo de ave
E me entristeço!

Porque é ligeiro, leve, certo
No ar de amavio?
Porque vai sob o céu aberto
Sem um desvio?

Porque ter asas simboliza
A liberdade
Que a vida nega e a alma precisa?
Sei que me invade

Um horror de me ter que cobre
Como uma cheia
Meu coração, e entorna sobre
Minha alma alheia

Um desejo, não de ser ave,
Mas de poder
Ter não sei quê do voo suave
Dentro em meu ser.

Fernando Pessoa

 

o mar
(neste caso, da ericeira)

e, ainda assim, cada um por si.

concreto. e não só. ar, também. e sol e azul.

da mesma forma que abomino quem não consegue acatar decisões, e tem sempre uma palavrinha a dizer, ainda que dali não saia nada de jeito, mas só para terem a última palavra, também não suporto quem segue à risca tudo o que lhes é mandado fazer, sem questionar se haverá uma forma mais simples e prática de fazer as coisas.

(enfiava-lhe com a pasta cabeça abaixo, que era que nem ginjas, caraças!!! e parafraseando o bruno aleixo: xi! ca burro! )

anda tudo muito escandalizado com a ausência de resultados da selecção nacional e com a perspectiva, cada vez mais concreta, do não apuramento para o mundial.
deviam andar todos distraídos, nos últimos dois anos da era scolari, e mais concretamente, na participação no último europeu. estava bem a ver-se, que era isto que ía acontecer…

… de bazar daqui para fora!

[começo a ficar preocupada comigo. não ando com vontade nenhuma de trabalhar, o que torna tudo num sacrifício do caraças!!]

comi pela primeira vez, hoje, salsichas frescas enroladas em couve lombarda – e não é que gostei?? eu que jurava a pés juntos que não gostava. pior, que detestava, de certeza!
(ai o que a Maria me vai gozar, quando ler isto!!! nem quero imaginar…)

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todas as fotografias aqui reproduzidas são da autoria de ©Anabela Brito Mendes, excepto se forem identificadas.

acordo ortográfico

não sei como se faz e nem quero saber!

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