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actualização: eu sei que o próximo pode ser em 2111, mas nessa altura não estarei cá.
tenho regresso marcado para 3011!

e eu ando cheia de ideias em relação a uma bicicleta. sim, agora que vem o frio e o mau tempo, dá-me para isto. diz a minha mãe ‘cada doido, sua mania’.
olhem, se há greve, posso dizer que na marginal o trânsito não está pior do que noutros dias. a diferença está nas pessoas que se vêem nos passeios à espera de boleia. da próxima ponho um cartaz no Smartinho a dizer: ‘Campo Grande – mas só se forem como o cão da vizinha do andar de cima!’ (tenho tanta graça, que nem sei…)






… e a desejar estar assim



“desperdicei” dois verões a crescer. o próximo não me escapa!



Piazza Maggiore-Bologna (jun/11)

hoje fazes 78 anos e eu estarei aqui ao pé de ti. a ver o teu sorriso [que eu herdei], a desfrutar da tua bonomia [que eu não herdei], a ouvir os teus passos arrastando os calcanhares [que eu herdei].
sei que quando chegar, ainda terás a roupa da oficina para onde foste logo de manhã. para onde vais todas as manhãs, mantendo o ritual de estares no meio daquilo que gostas: peças, carros desmanchados, óleo, desperdício e o rádio ao fundo sintonizado na antena 1.
gosto tanto de ti. por seres meu pai, também. mas pelo homem que és. por essa imensa capacidade de, nesta idade, teres essa cabeça tão arejada, tão livre de teias de aranha.
toda a gente te adora. impossível isso não acontecer.
hoje, mais uma vez, vou querer ouvir todas as histórias que contas de cada vez que estamos juntos.
[muitos parabéns, Papá!]

[parece que estava vento…]



… esperando que muitos outros se sigam!
me sigam.
sigo.
segui.
doeu.
mas valeu a pena.
sou hoje muito mais mulher do que era.



mas há outros prazeres gastronómicos para apreciar em Bolonha.
(a bebida continha: Pimm’s, ginger ale, limão, pepino, cereja em calda, gelo e se tinha mais alguma coisa eu não descobri)

uma semana, um mês, um ano… uma vida.
[há alturas em que me baralho toda com o meu processo psicoterapêutico. mas pior do que isso é ter as unhas desidratadas. que aborrecimento!]


… às vezes sinto-me aquém!
agora tive a sensação de estar aqui, o cheiro do verão, a companhia dos amigos.
como se tivesse recuado trinta anos.
e, no entanto, estou fechada num escritório com a secretária cheia de papéis.
a nossa memória é uma coisa fantástica. se, às vezes, nos traz recordações mais desagradáveis, outras há em que nos transporta a locais onde já estivémos muito bem, em coisa de segundos e sem avisar. muito bom!






o trabalho em equipa
[justa homenagem a uma das pessoas que mais gostei de conhecer em tantos anos de desporto. que tanto me ajudou sempre. continua a tratar-me por menina e eu a ele por senhor. durante os meus seis anos de ausência, telefonava-me frequentemente a perguntar quando voltava. voltei e ele continuava igual. simples, trabalhador, educado e crítico. temos em comum uma terra: Angola. e o respeito imenso que dedicamos um ao outro. naquele dia tão intenso, foi o único momento em que senti que não conseguia controlar a emoção e desatava a chorar. foi por pouco.]
autoria da foto: Luzir






































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