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é o que se espera, agora que o fim de semana (longo) se aproxima.
[agora, com licença, que é pessoal: P., em troca do pôr do sol no campo]
final de tarde na praia morena.
a fazer horas para a festa das mulheres, no dia internacional das mulheres.
tranquilamente, como se pode observar.
woody & allen, just for you!



agora é que é de vez, e acaba-se o ciclo norte.
segundo a menina da recepção, os jarrões são verdadeiros e valiosíssimos.
diz ela que só podem ter sido oferta de um imperador a um rei. porque os dragões têm cinco dedos nas garras – e só os imperadores tinham esses jarrões. se ela o diz, por mim tudo bem! pode ser que dê sorte ao fcp logo à noite!

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para terminar com o convento de alpendurada – já estou farta dele aqui no blog!
três das inúmeras salas. este sofá vermelho até eu ficava com ele!


na primeira foto, visto do outro lado do douro. já íamos de partida.
descobri-o, salvo erro, no lifecooler. a maria encarregou-se de me fazer a surpresa de reservar o quarto. pelo site consegue perceber-se a grandiosidade da coisa. mas só mesmo ao vivo é que dá para perceber. está completamente decorado com peças de arte, algumas mais valiosas que outras, mas grande parte com imenso valor. e todas disponíveis ao toque e ao assento, de forma a materializarmos o conto de fadas. tentarei não ser demasiado preguiçosa, e colocar aqui algumas fotos do seu interior.
bom fim de semana!

o douro, entre o pinhão e a régua
(novamente o azul a fascinar-me)
[a caminho da estadia mais surpreendente de todas as férias:
o convento de alpendurada]

quinta do reconco – santa eugénia – alijó
acordar e ter esta paisagem à volta, é mesmo muito bom!
nesta altura o tempo começou a aquecer.
e o passeio pelo norte começava a chegar ao fim.

o rio cávado visto da pousada da caniçada.
já tinha ouvido falar maravilhas desta pousada. para mim, vale pela vista, que é realmente deslumbrante. mas preferi ter ficado em santa maria do bouro, pela construção em si.
descer ao longo do rio, vínhamos da portela dos homens, é fabuloso!
[faz-me tanta confusão pessoas que não gostem de viajar. as nossas férias foram, maioritariamente, feitas por estradas secundárias, subidas e descidas, curvas e contracurvas, a menos de 50km/h, para embalar]

pousada de amares a.k.a. santa maria do bouro
depois de um dia a percorrer o moledo, caminha, paredes de coura, arcos de valdevez e desembocar no soajo, nada melhor que ir dormir aqui.
ah, e mais importante que tudo isso: ouvir a rádio valdevez! um must!
ainda tenho na lembrança a voz da rapariguinha a dizer, com muito ênfase, “de valdevez”!

espigueiros no soajo
são tipo as caixas fortes dos cereais. para os proteger dos roedores.
[já os utilizei, aos espigueiros. mentais. para me proteger de alguns roedores que apareceram na minha vida. dão sempre jeito. e enfeitam a paisagem.]

barragem de vilarinho das furnas
fiquei fascinada, quando vi as fotos que tirei no norte, com o azul. sempre muito forte.
[poupem-me a comentários do outro azul, sff, que ainda estou com o livre indirecto entalado! não posso ver homens com gel no cabelo, que me lembra logo do pedro proença – não liguem a estes escritos; na verdade, o futebol não tem assim tanta importância].

vista do quarto do hotel, em viana do castelo. uma só noite, a prometer outras mais, em tempo oportuno – deve ser magnífico de inverno, com as ondas a espalharem toda a sua fúria. [em tempo idos, mais jovem, tinha um sonho recorrente com ondas enormes que ameaçavam vir sobre mim – noite escura, e eu entalada entre as ondas e casas de praia construídas mesmo à beira mar. nunca percebi o que aquilo quereria dizer.]
se o meu sangue não me engana
como engana a fantasia
havemos de ir a Viana
ó meu amor (de) algum dia
Mónica Jorge foi a escolhida para substituir José Augusto na liderança das selecções nacionais de futebol feminino.
finalmente, resolveram acabar com a táctica da naftalina. vá lá, Mónica, põe a roupa a arejar, queima aqui e ali algumas peças que já não são precisas, e boa sorte para a empreitada!
serotonina, my dear, specially 4 U!
a linha da vida é enorme – quer dizer que vou viver bué. parece-me muito bem!
mas liga-se com a linha da cabeça – o que não é nada bom. quer dizer que eu penso muito antes de agir. e sigo pouco a minha intuição – e eu a pensar (lá está! eu a pensar…) o contrário. ainda bem que existem estas pessoas que nos orientam. não sei o que seria de mim.
tenho uma veia criativa muito grande – agora é que me dizem isso? andei eu a jogar simples durante 12 anos, quando podia ter feito umas fintas bem mais espectaculares que o cristiano ronaldo!!!
na mão direita é que são elas! andam para aí uns riscos que são as relações. jesus! nem vale a pena deter-me muito no que passou.
dizia ela que o próximo ano – a carta para o meu próximo ano é o 6 (o enamorado) – é de escolhas, de tomadas de decisão e que vou ser posta à prova em termos amorosos! ah! ah! ah! ah! mas é que nem pensem! ainda que isso esteja associado a uma viragem radical em termos profissionais! uma pessoa que eu não conheço? com um filho? estás-te a passar, mulher! eu ria-me, e ela a dizer-me “daqui a 15 meses virá cá dizer-me que está toda baralhada!” e eu respondi-lhe peremptoriamente que não! ó moçoila, isso era antes. A.R. – antes da rute! agora… sei muito bem o que quero para mim, e podem vir as provas todas que quiserem – ’tou nem aí!
mas foi tão divertido! adorei! quero mais destas coisas!
acho que estas botas, que encontrei numa loja da vivienne westwood em chelsea,
ficam a matar à minha querida TP!
(nota: a usar com um decote daqueles…)
um modelito muito especial para a preciouzzz,
directamente de notting hill, que é um sítio que te fica a matar!
(podes usá-lo na inauguração)
prima, sou eu e tu!
nada melhor, para descansar, do que depois de uma semana a calcorrear as ruas de londres, ir para um torneio de futsal!
(são as queridas amigas que eu tenho – enfim, cada um tem o que merece, e a mim foram estas que me calharam em rifa)
jogos: sábado às duas e às seis e domingo às dez!
os resultados… lisonjeadores. vitória por quatro-zero, e derrotas por dois-um e dois-zero. nada mal para uma equipa com média de idades de 38 anos, e que não tem sequer uma jogada ensaiada!!
dói-me tudo, já tinha dito?
AH! e ainda trouxe um troféu! uma bolada de uma miúda que tinha idade para ser minha filha! já não há respeito!
a minha perna direita, junto ao joelho está assim:
prima, eizia, a foto completa!
(já não me bastava ter uma gémeos na minha vida, ainda apareces tu!!…)
Bifinha querida, tu já sabes que és especial, e apesar de tu gostares muito mais da Maria do que de mim, eu aguento. não é por ti, obviamente, mas porque gosto demasiado do Bifinho. daí que, coiso e tal, aquelas coisas todas boas e
muuuuuuuitos parabéns!
[com licença, que hoje é dia de muita festa!]
MUITOS PARABÉNS minha querida Maria!
(aquelas coisas lindas digo-tas ao ouvido, que aqui tenho vergonha!)
para a nina, com muito, muito carinho!
e que o dia seja, simplesmente, único.
[há pessoas assim. que nos (re)conhecem no meio da multidão, e que nos cativam pela simplicidade do afecto. e isso é tão bom!!]
oh prima!!!
!aihlocse ue euq megami a atse are, regreB epmaL a rafins a essadna es
Agora Luanda
de Inês Gonçalves e Kiluanje Liberdade
com textos de José Eduardo Agualusa e Delfim Sardo
na sequência do documentário “Oxalá cresçam pitangas”.
uma breve apresentação aqui.
não quero. já tenho 🙂
oferta da minha querida morena (whoelse?)
ver o 24 uma vez por semana?!?!?
quem é que aguenta, hem?
eh pá e quando formos de férias?
aiiiiiiiiiiii!
(até amanhã. vou dormir.)
a Cristina passou-me esta coisa do “meme”:
“Um “meme” é um ” gene cultural” que envolve algum conhecimento que passas a outros contemporâneos ou a teus descendentes. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma”.
como a imaginação não é muita e de palavras está a malta farta, quiçá as imagens façam algum sentido. esta foto foi tirada na marginal de benguela, mesmo ao lado da praia morena.
bem, isto implica continuidade. vamos lá a ver se alguém, das voluntárias à força abaixo descritas, aceita o desafio:
a I. que há tanto tempo não a vejo e é criativa q.b. para me surpreender, a Bifinha como castigo de me ter dado uma banhada no sábado, a Denise porque tem múltiplos argumentos para todas as coisas da blogosfera e a Karla por ter sempre coisas bonitas e interessantes a revelar. (eu sei que eram seis mas não me apetece mais!)
afinal, como ela gostou tanto, fica o desafio também para a elisa: estamos à tua espera para ir aos travesseiros!
está desfeito o mistério – não o da fé, mas o que me leva a fazer uma data de fotografias completamente desequilibradas.
veja-se só o exemplo acima. uma fotografia tão bonita, passe a imodéstia, com o horizonte a descambar para o lado direito!!! o horizonte não é torto, em áfrica – pelo menos que eu saiba, porque eu é mais moamba, funji, doce de mamão e kizombas e coisas que tais!
mas a Maria disse-me, e eu já confirmei, que tenho o ombro direito meio descaído. será postura, reflexos de uma valente investida de bicicleta contra um muro, ou quiçá uma perna bem mais curta que a outra? va savoir! o que é certo é que tenho, e que talvez daí resulte os meus horizontes tombados, torres de igreja inclinadas, etc, etc.
questões de perspectiva, portanto!
(eu nem quero atentar nas consequências psicológicas da coisa…)
* título de um texto encontrado aqui, que eu com a devida vénia não li, porque não consigo ler coisas tão grandes, mas na verdade o que eu invejei foi a expressão. adorava que a originalidade tivesse sido minha, mas não foi.
na verdade, cheguei lá por aqui, noutro texto enorme, que eu com a devida vénia não li, pelos mesmo motivos, mas que tem uma vantagem em relação ao outro: tem links! e eu adoro seguir os links. mesmo que não perceba nada do que se está a passar.
se algum dia (pensares em) me abandonar,
vou chorar todas as pedras da praia da parede.
só ficarei satisfeita, quando não se vir, sequer, um grão de areia.
depois, fecho a porta e vou para casa.
estarei a morrer de fome, quando me reencontrares.
mal disposta, como só eu – para sentires saudades.
(há algo doentio na comiseração – mas, no limite, nenhum de nós a ela escapa!)

apeadeiro de s. josé – coimbra (calhabé)
a net tem destas coisas – permite-nos conhecer, ainda que não pessoalmente, gente simpática, que nos dedica amabilidades e brava troca de prosa!
enviaram-me esta foto por mail, sítio algo caro para mim. por aqui, diariamente em tempo de escola, nos meus 16 e 17 anos, esperava a chegada da automotora que me levaria a casa – esgalgada de fome. saía às 13,20 e a motora só passava perto das 14,30. quando os trocos sobravam, íamos a um cafézito perto encharcar-nos de bolos – na melhor das hipóteses só chegava a casa depois das 15,00. isto, se não desse o treco à bicha e avariar pelo caminho, ou algum desgraçado do sobral cid lembrar-se de se atirar à linha!
era lindo!
as crianças são sempre um assunto muito especial, para mim. talvez porque ainda não tenha abandonado o meu lado infantil. tenho com elas uma relação muito inconstante – ora gosto muito delas, ou as detesto. o que me parece muito forte, mas é a minha forma de viver os afectos. tenho especial antipatia por crianças mal educadas, que mexem em tudo, que estragam, que se revelam sem o mínimo de regras – é certo que os responsáveis desse comportamento são os pais, ou quem por eles faz esse trabalho. e faço-lhes má cara e respondo torto.
com a Maria, o meu mundo tem sido invadido por crianças. são os sobrinhos que vão nascendo de forma cíclica. e, sem grande esforço, a minha dedicação tem aumentado. até porque consigo acompanhar facilmente as coisas que fazem – rebolar-me no chão, pular, fazer caretas, comer coisas que me dão e que já passaram pelas bocas e mãos e chão e o diabo a quatro.
o que mais gosto de fazer – fotografá-los!
isto a propósito de, ainda esta semana, a família ir aumentar – vem aí o quarto sobrinho-neto da Maria.
(e eu ponho-me a pensar, pomo-nos a pensar, e pensamos, pensamos, pensamos, toda a gente mais do que convencida, e o raio do passo que é tão difícil de assumir! )
para a Karla, minha compincha do Ante et Post
(fui ao Parque dos Poetas apanhá-las para ti)
* da música Ser Mulher de Lurdes Van-Dúnem
há um ano estava num festa magnífica, com estas senhoras e outras tantas, a cantar e tornar a cantar o Ser Mulher. irrepetível!

o Sporting em homenagem às suas mulheres
os meus crocs





















































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