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… a fingir de intelectual [a ler ‘A Sombra do Vento’ de Carlos Ruiz Zafón – livro mais estranho, mas que me agarrou por completo ]

entretanto, agora estou na dúvida se hei-de ir mandar um mergulho na piscina que está ali mesmo à minha frente, de forma a sacudir as moscas que por aqui andam. e a fazer horas para ir ao electricista mostrar o alternador do jipe, que parece que se constipou!
e ainda, a tentar decidir-me pelo momento masoquista do dia – ver o jogo do Sporting mais logo!

[praia da Amoreira]

hoje mais longe da água, de forma a não sermos apanhadas.
agora, ao final da tarde, ficou tudo cheio de nuvens. e uma aragem fresca que até sabe bem.

… mas vi isto e lembrei-me logo do Sporting.

[praia de Vale dos Homens]

ontem, quando demos por ela, estávamos no meio das pedras, cercadas por água! cuja temperatura já não é a do sul, mas para a Costa Vicentina está excelente!

de barquito na ria formosa para…

… a praia da Terra Estreita.

(a água continua tão quentinha…)

e jantar em Santa Luzia.

[agora, estamos todas à luz das velas e de banho por tomar]

praia do Trafal
(a água está tão boa, que nem imaginam!)


ou
sessão de pedicure no reino – dos algarves
ou
a Maria e as profissões alternativas
ou
o vinho branco do almoço bateu forte!

t-shirt e boné da maria carolina. o poeta dizia que o melhor do mundo são as crianças. não serão o melhor, mas são do melhor, sim!

trabalhando em NYC


glad to be gay – pride de Queens
(e não, não estava nú)

mais uma do Harlem.
“the church where christianity begins again”
seja lá o que isso queira dizer…


para quem gosta de musicais, Broadway é o sítio ideal.
o difícil é optar. tal a quantidade.


a mítica Brooklyn Bridge. linda de se ver e atravessar.

(às vezes tenho saudades do meu cabelo curto)


a ‘incontornável’ vista de Ellis Island (um dos sítios que mais gostei de conhecer)


sem palavras


aviso numa lavandaria no Harlem


Times Square de manhãzinha.

… a qualidade das fotos do novo telemóvel.
(domingo à tarde)

… com os tons da minha roupa. nem sei porquê.
esta gente não tem mais que fazer?

frenético e feérico.

são tartarugas em central park, mas bem podia ser o sporting no jogo de ontem – tudo a monte.

Mannhattan vista de Brooklyn

coisas interessantes que se descobrem nos hospitais, em momentos de espera angustiante.
(a minha Maria deve fazer o pior pós-operatório do mundo! safada!)

isto é o que se chama ‘não ter um emprego estável’!
nesta esquina não dá? no problem! pega-se nas bicuatas e muda-se de sítio!
o que achei fantástico é a convivência entre os automóveis, os autocarros, as bicicletas, estes carrinhos, tudo sem atropelos e na boa!
como diz a minha querida K, o pior é o cheiro que estes carros deitam, quando estão a fazer os cachorros, as espetadas e o caneco!


quando a coloquei, andávamos no meio da rua, a caminho de ir jantar. chegadas ao restaurante, um tailandês, fui à casa de banho, toda ela espelhada. olhei para o lado e apanhada de surpresa pensei: mas quem é esta que se enfiou aqui comigo?
(aquela coisa dá cá uma comichão…!)


a Maria (de peruca) em Times Square.
o interesse do post não é a tão famosa praça, que nem praça é, mas relatar a compra de adereços capilares por parte da dama. quando fizémos a primeira tentativa de ir assistir à missa no Harlem, de seguida parámos num loja que tinha a maior parafernália por mim vista, no que a cabelos diz respeito: perucas, pentes, escovas, ganchos, toucas, cremes, sei lá mais o quê!!!
na loja, trabalhava um rapaz do Senegal, que falava umas coisas de português, porque tinha tido um professor, António Silva, naturalmente tuga. ainda bem que não disse nenhum palavrão!
(vou procurar uma foto minha, de peruca lisa, já aqui ponho)

adoro placas de ruas. em nova iorque é um fascínio. a partir da houston para cima, quando acaba chinatown, começa tudo a ser muito linear. avenidas ao alto, ruas a atravessar. as avenidas no sentido este/oeste e as ruas de sul para norte.  portanto, o nosso hotel estava ali como diz a plaquinha, na 45th, entre a 6ª e a 7ª. ou seja, mesmo com times square ao cantinho. e chega-se ao Harlem e os números desaparecem das placas e surgem nomes, os nomes de negros importantes para a comunidade – como podem observar pelo malcolm x!
e há ali uma plaquinha não tão frequente como as das ruas, mas que aqui e ali aparece, e que indica presença de câmaras de vigilância na rua. espero que não me tenham apanhado a fumar, pois a minha mãe não sabe…

nos limites de chinatown encontrei um parque público, onde a atracção principal era uma parede que dividia dois campos ao meio. e onde se joga uma espécie de squash, mas em vez das raquestes são as mãos que batem a bola. de um lado, o chinês, cheio de estilo, todos os gestos feitos com conta peso e medida, como se pode ver nas fotos, e a jogar com três miúdas. por puro lazer. do outro, o negro, a jogar a pares. e com pontuação e tudo, tipo roda bota fora. na foto em que ele está de braço esticado, indicava aos adversários um tipo que estava em cima do muro a ver o jogo, e que tinha reparado que a bola não tinha saído. ele repetiu não sei quantas vezes, em tom vitorioso, “thank you, sir!”, como que a querer dizer, aleluia que alguém viu!

pride em Queens - N.Y.C.

pride em Queens - N.Y.C.

no sábado cumpriu-se mais um arraial lgbt. para mim, o melhor de todos. estava com algum receio do espaço, por causa do vento, mas a forma como as tendas foram dispostas criou uma espécie de barreira e esteve-se por lá muito bem. apesar de muita gente, o espaço era suficiente para se poder estar em grupo sem encontrões de quem passava. chegámos perto das 23. encontrámos amigas que nos aguardavam e montámos poiso num dos lados do bar da ILGA. foi muito divertido, especialmente porque a minha Maria levava uma peruca que comprou no Harlem, e entreteve-se a ver quantas pessoas não a reconheciam. ou, quem a reconhecendo, achava que ela tinha ido ao cabeleireiro fazer os caracóis. quando estávamos para bazar, começou a chover. a sério, a sério, apanhámos já no meio da passagem superior de peões. eu cheguei ao carro com a camisa toda molhada – como diz alguém, e bem, aproveitei para estrear uma t-shirt que a Maria me tinha oferecido. muita gira, branquinha, com um arco-íris no meio. ouvi dizer que o meu patrão é da Opus, que não a Gay, a outra mesmo, a do Dei. veremos se me acontece alguma coisa, quando a levar para o trabalho. tipo, se ele me manda colocar o cilício. na verdade, fazer mesoterapia é praticamente a mesma coisa, e agora anda para aí uma data de mulherio a fazer isso para emagrecer. eu já fiz, mas foi para curar uma tendinite num joelho. não é que agora não precisasse de emagrecer… 
mas já me estou a desviar… o que eu queria mesmo era dar os parabéns à ILGA pela organização.
e dizer ao pessoal todo, com quem estive, que foi bué mesmo!
[a foto foi tirada pela maria no arraial do pride de Queens – o nosso é mais giro, pelo menos tem gente mais gira.]

Mouraria e Castelo de S. Jorge

a maioria das pessoas, que é hospitalizada, fica em camas no meio das enfermarias, tem dores no pós-operatório, e outras como eu, sofrem náuseas arrepiantes até quase à hora da alta.
quando se é CondeÇa, para além de não lhe acontecer nada do que anteriormente foi descrito, ainda se tem o privilégio de uma cama à beira da janela, que permite esta vista fabulosa! ah… e o tempo a ajudar à visibilidade!
realmente, quem nasce com o dito virado para a lua… nasce.
(miúda, vê lá se atinas agora! é que já me basta a minha dama, de vez em quando, lembrar-se de ir estagiar para o hospital!)

a chave do armário

quando ouvi falar a primeira vez de armários e chaves e coisas que tais, já ía na namorada número “não sei quantos” – yah, esta foi para acrescentar mais uns pózinhos à coisa da promiscuidade. o que atesta a minha completa ignorância sobre uma série de assuntos. e… e comprova que nunca precisei de chave, porque não me recordo de me sentir armarizada (como tão bem dizem os nossos vizinhos espanhóis).
mas porque existe quem ainda não encontrou a sua chave… acredito que faça sentido estudar estas coisas.
para além do mais, será a forma de ver de perto o Miguel Vale de Ameida. quer dizer, já estive quase de cotovelo com cotovelo com ele, mas isso não interessa nada.  (foramos nós straight e a coisa ainda rolava!)
bem, já divago. isto tudo para dizer… encontramo-nos lá?

caminhada de uma hora no paredão de oeiras.
bem fixe.
a meio comi um gelado! eheheh!

sandwich de pastrami no Carnegie Deli

sandwich de pastrami no Carnegie Deli

uma pessoa vê chegar uma coisa destas à nossa mesa e… de repente, fica cheia só de olhar! é incrível a quantidade de comida que aquela gente ingere, por refeição!
para experimentar, pedimos a de pastrami e a de corned beef – cóbi, como dizia o empregado, que ainda falava pior inglês que eu! a de pastrami ainda se dá umas garfadas, mas chega a uma altura que já se deita as fatias de carne por tudo quanto é sítio da nossa (e vossa) imaginação!
no entanto, para além da experiência degustativa, vale a pena ir porque o sítio é emblemático, como o atestam centenas, senão milhares, de fotos de todos os hot shots americanos – e não só, certamente!
mais informação no site do Carnegie Deli.

chá gelado em Tearrific - Chinatown

chá gelado em Tearrific - Chinatown

uma das modas é beber chá gelado com bolinhas de tapioca lá dentro. só que as bolinhas não são assim tão pequenas e chega a uma altura que já começam a enjoar. mas é uma experiência a ter em conta, aqui.

anabela, olha como já estão!

sem espinhas foi a vitória do barcelona, ontem. muito pouco manchester para uma final da champions. não se entende… fica uma pessoa à espera de um grande jogo, entre duas das melhores equipas do mundo – ao momento talvez mesmo as melhores – e uma delas resolve procrastinar. fantástica a circulação de bola do barcelona, verdade, executantes de grande categoria e disponibilidade para se entregarem ao jogo, uma maravilha, portanto. só que o manchester tinha obrigação de fazer mais qualquer coisita. pelo menos conseguir encadear os passes e daí resultarem algumas jogadas dignas desse nome. nada. um pouquito melhor na segunda parte, mas ainda assim insuficiente. incrível como o messi se encontra completamente livre de marcação, aquando do seu golo. incrível, também, a forma como ele, depois de derrubado por dois jogadores do manchester, consegue sair dos escombros que eram as pernas dos outros e recuperar a bola a poucos metros. ser baixinho tem destas vantagens.
ficou provado, mais uma vez se ainda havia quem dúvidas tivesse, que um grande jogador só resolve se tiver uma equipa que toda trabalhe. ao mais alto nível, tem de ser assim.

kianda, querida, entretivémo-nos com o que está na foto, mais a bebida, claro! alinhavas?

é como me sinto!

aqui começou uma história de amor. daquelas que só pensei serem possíveis em livro, ou no cinema. logo que me cruzei com o seu olhar, mal senti o seu abraço, percebi que aquilo era um acontecimento. não uma circunstância. gosto de aqui voltar, todos os anos. temo-lo conseguido, ainda que à custa de chegarmos atrasadas ao trabalho. tudo vale. esta história de amor vai ser sempre escrita por lembranças, pequenas delicadezas, sorrisos cúmplices, beijos furtivos. tive um encontro e não quero perder a oportunidade de o viver, tantos anos quantos me sejam permitidos. não o descuro um dia que seja. sou uma mulher extremamente feliz e partilho essa felicidade com todos os que quiserem fazer parte desta história – sejam a família, os amigos mais próximos, os desconhecidos que por aqui passam. todos fazem parte dela, aliás, porque fazem parte da minha vida – ainda que não o queiram.

hoje, como há 5 anos, o teu sorriso encanta-me.

rematando com um chá, no Tea Room do LA Café.

Madragoa

Madragoa

come-se muito bem n’ A Travessa!

[hoje é o aniversário da dama que me encanta.]

nem por isso… antes, uma aula de anatomia em banda desenhada.
(nós somos muito loucas…)
ah… e há ali uma coisa que parece, mas não é.

gostava de viver em Lisboa, nesta altura do ano.

(ontem foi dia de festa lá em casa! mono festa, mas pronto…)

grande chuvada que caíu há pouco!
hoje estou de dona da casa. a morena num workshop de decoração de bolos – já vos falei das profissões alternativas? pois… e eu a fazer o ménage. a solo, que já me deixei de aventuras! roupa lavada, cama feitinha, almoço comido, paulo flores e chico buarque a fazer companhia e o que me apetecia mesmo, agora, era uma coca-cola gelada. paciência!
vou higienizar-me, para daqui a pouco ir galderizar com umas amigas.
a noite de ontem foi toda boa. o espectáculo muito, muito bom. o petisco depois também. e a noite no Maria Lisboa foi excelente. não pela música ou quê, que até estava fixe, mas porque estive com imensa gente, com quem já trabalhei, e de quem guardo uma enorme ternura. passado tudo, só os afectos nos fazem permanecer na vida das pessoas. vale a pena investir.
bom fim de semana!

(cá em casa somos muito excêntricas, mas ainda não nos deu para isto!)

(ignorar o tacho lá atrás e tal…)

qualquer dia montamos uma pastelaria lá em casa!! 

ou… a maneira de ocupar as madrugadas!

 

e não, não estou de gazeta! mas bem me apetecia!

… só mesmo com umas assim…
hospital s. josé adentro…
e tungas! nos tomates do médico que fez o relatório!

e calha que eu sou uma mulher bué feliz, caneco!

cambas, foi tudo mais do que estava à espera!
e a sensação, de que poderemos repetir na paisagem acima, é excelente!
‘tamos juntos!

Ah, quanta vez, na hora suave
Em que me esqueço,
Vejo passar um voo de ave
E me entristeço!

Porque é ligeiro, leve, certo
No ar de amavio?
Porque vai sob o céu aberto
Sem um desvio?

Porque ter asas simboliza
A liberdade
Que a vida nega e a alma precisa?
Sei que me invade

Um horror de me ter que cobre
Como uma cheia
Meu coração, e entorna sobre
Minha alma alheia

Um desejo, não de ser ave,
Mas de poder
Ter não sei quê do voo suave
Dentro em meu ser.

Fernando Pessoa

 

o mar
(neste caso, da ericeira)

e, ainda assim, cada um por si.

concreto. e não só. ar, também. e sol e azul.

The Minzah Collections de Sofia Aguiar

Galeria Alecrim 50
(rua do alecrim, 48/50)
26 de março a 30 de abril

será um prazer rever a Sofia!

prepara-se mais uma noite excelente para estar na varanda!

só que a gente, às vezes, está distraída!

… ter-me-ía ficado tão bem!

… que eu gosto!

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meiavolta(at)gmail(dot)com

fotografias

todas as fotografias aqui reproduzidas são da autoria de ©Anabela Brito Mendes, excepto se forem identificadas.

acordo ortográfico

não sei como se faz e nem quero saber!

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