eu nunca fui de somatizar! estou pouco interessada em começar aos 47 anos, ok?

quando se sai da nossa zona de conforto, seja por iniciativa própria, seja por circunstâncias alheias à nossa vontade, corre-se o risco da nossa vida ficar semelhante a um cavalo com o freio nos dentes. e que para voltar a ter o seu domínio é preciso um trabalho gigante.
infelizmente, nem toda a gente tem essa capacidade. e, não raras vezes, assiste-se a uma desorganização tão profunda, que chega a ser confrangedora.

joguei futebol federado durante 12 anos. daquele puramente amador, jogado nos pelados mais ranhosos que por aí havia.
era defesa e das coisa que mais gostava era de fazer carrinhos. passava o tempo com as coxas em ferida, os joelhos todos esmurrados, os cotovelos idem. também tive olhos negros, de cabeceamentos mal medidos que íam parar à cabeça da adversária. entorses era mato. apliquei mais gelo nos pés, do que todo aquele que hei-de beber nos gins tónicos que saboreio com a minha querida amiga ST. não raras vezes joguei ao domingo, com o pé completamente entrapado de ligaduras, para sustentar o entorse de quarta-feira anterior. joguei debaixo de chuva torrencial, um frio de rachar, um lamaçal nojento.
tudo isso é banal, para mim. ainda hoje, levo boladas nas pernas quando treino, que me deixam toda marcada, mas siga!
agora, esta merda desta comichãozinha e desta dor no lábio e por cima dele, foda-se, dá-me cá uma telha para a qual não tenho tolerância.
não tenho tolerância para estas dorzinhas. as depilações, as limpezas de pele, essa trampa toda à flor da pele não é para mim!
isto para dizer que estou cá com uma irritação brutal. e eu sei que a irritação, ainda irrita mais o bicharoco. mas dói-me. não consigo beber água em condições. que merda! isto não pode ser na orelha, ou quê?
tenho uma unha do pé toda estragada, também. dói-me com sapatos. acham que eu deixo de jogar à bola por causa disso? nada!

tenho herpes!
(sem-se-ver, não desates já a bater-me, vou reler tudo o que escreveste e pôr em prática!)
mas que grande trampa! com 47 anos e tenho uma primeira vez.
tão contentinha, caneco!

angústia para o lado, sigo o caminho que me leva a ti. não é tão acelerado como desejaria, mas não é inconsequente, nem precipitado.
não quero casas construídas em cima de terrenos instáveis. e é assim que está o meu. treme por todo o lado, mal as vagas sejam mais agitadas.
não tenho dúvidas na minha capacidade de resolver o que me apoquenta. e o que me apoquenta não és tu. é todo um mundo novo que se me abriu. que se me abre. que transforma esta mulher, que aqui está, numa diferente da que era. eu estou a gostar dela. 
e, como tu sabes, como sempre me ensinaste, gostar de nós é fundamental.
entretanto, quero que essa mão me pegue sempre. me leve. me sossegue. me excite. me ame. pedirei muito?

(Luke! don’t give in the hate!)

daqui

às vezes gostaria de ser mais capaz de chegar mais perto a mais pessoas, mas tenho este filho da puta deste feitio que só me permite fazer o que sinto, caraças!

… hoje estou esgotada!
só tenho para dizer que estou toda partida. doem-me os músculos da parte superior das costas (vá-se lá saber porquê), o joelho direito, ontem levei uma tareia a jogar à bola, mas diverti-me imenso, fartei-me de correr e ainda tive arte e engenho para dar uma monumental trancada naquela que é uma das minhas melhores amigas, a que durante os últimos três meses mais próximo de mim esteve, mais me cuidou e eu… tungas! cacetada nela que já me estava a irritar tanta finta para a esquerda e para a direita e o raio que a parta! (ouviste, miúda?)
sou má! muita má!

será mesmo verdade aquela expressão “quando a esmola é demais o pobre desconfia”?
é que eu nunca fui pobre…

passados três anos e três dias, regressei.
a mulher que lá entrou já não tinha nada que ver com a que de lá saíra. por um lado a predisposição madura para abordar o conflito estava consolidada, o desespero do sofrimento fazia a minha cabeça parecer um tornado imenso e o coração um músculo atrofiado de dor.
bem verdade que sabia (sentia) que lá teria que voltar. para arrumar com uma série de questões, que não tinha tido coragem de verbalizar, de forma a tornar-me mais consistente com tudo aquilo que sou.
é indescritível o quanto me sinto crescer. o prazer imenso que é passar pelas situações e rapidamente ter capacidade para as analisar. ainda que nem sempre ponha em prática o que deve ser feito, nunca em momento nenhum deste meu verão de descontentamento me senti perdida sem saber o que fazer. mantive uma clarividência que às vezes até a mim espantava. sinto-me com um olhar que vê em largura mas também em maior profundidade. que antecipa. que perscruta.
que me faz sentir que há uma mulher excepcional a consolidar-se dentro de mim.
caracinhas! é tão bom fazer terapia!

… deus me valha!

claro que não tenho herpes nenhum! que bronca, que eu sou!
à conta disso, ontem à noite sofri uma série de rejeições, porque ninguém me queria beijar!
(ninguém, também é exagero. mas blogger que é blogger tem de ser exagerada!)

passa-se alguma coisa com o formulário dos comentários, ou agora é moda não se colocar o link do blog?? quando se tem, claro!

quanto maior for a minha liberdade interior, maior é a probabilidade de me apaixonar.

esta versão é muita boa!

your own personal Jesus.
[you’re my own personal God]

não há coisa mais deserotizante do que a partilha de passwords de emails, pins de telemóveis, pegar em telemóveis e ler as mensagens, etc, etc.
essa treta toda que se impinge como confiança, cumplicidade e o raio que parta, e que transforma duas pessoas, numa e o interesse, no tédio e a individualidade, numa dualidade onde não há desconhecido a descobrir, nem nada, a não ser uma coisa amorfa que pode parecer muito feliz, mas que é tão somente um xanax para o pulsar de vida que pode ter quem connosco partilha a vida.

[eu nunca tive herpes na vida. se esta merda que me está a piscar no lábio for, nem imaginam como vai ficar o meu humor! e eu a dar-lhe com as rimas, porra!]

… é porque é que tenho uma parte do lábio superior dormente!

 
acordar com a claridade e ver o dia a nascer, sem pressas
o dia a nascer

adiar a toma do pequeno-almoço, porque a vista só por si já alimentava
acordar e ter esta vista, mesmo sem sair do vale de lençóis

tomar o pequeno-almoço a deliciar os olhos
tomando o pequeno-almoço com esta vista

remar até ao meio da Albufeira para sentir a harmonia com os elementos
kayakando na Albufeira do Caia

onde? aqui:
Casa da Ermida de Santa Catarina, um sítio fantástico, com caseiros espectaculares e onde o tempo passa, mesmo, mais devagar.

… ou como esta segunda-feira vai ser muito preenchida.

tenho bué trabalho, dois mails para responder (vós que sabeis quem sois, não me julgais mal que daqui a pouco já ponho mãos à obra), umas fotos do fim de semana para carregar aqui, mais logo a Rute (ai.valha-me.nossa.senhora.que ela.vai.mandar-me.internar) e depois um encontro para discutir o sexo dos anjos.  
a vida a dar umas grandes voltas e eu aqui toda receosa e defendida, credo, que nem parece coisa minha!

bom dia!

e eu estou feliz!

é o reflexo da luz de uma estrada larga, a perder de vista, rodeada de uma paisagem alentejana colorida com o amarelo seco do verão.

foi feito por duas colegas (quem mais poderia ver isso, senão outra mulher?), em alturas diferentes da manhã de hoje:
– o teu olhar hoje tem brilho.

… de que daqui a alguns anos eu consiga rir-me deste ano de 2010!

tenho aqui um animal que para além de estar a comer pastilha e a dar estalinhos, bebe água pela garrafa a fazer uns ruídos nojentos e anda mesmo a pôr-se a jeito para eu o mandar para o caralho, da próxima vez que eu esteja ao telefone e ele se ponha a fazer comentários das coisas que eu digo, só porque tem uma puta de uma necessidade extrema de se fazer notado!
ai que grande porra, acho que estou cheia de fome!

… que me apetecia esconder!

Caranguejo

You are challenged to figure out what to do today because your natural rhythm is disrupted by something that is completely out of your control. Naturally, your positive attitude can help, but you must settle for less comfort than you normally prefer. Keep in mind that whatever occurs now is a small part of the larger shift that will take months to process.

[o gajo é bom!]

… que me podem dizer, se no post anterior está inserido um vídeo do youtube?
eu ía jurar que fiz tudo certinho, mas aqui na tasca não consigo ver.
agradecida.

Cansaço

Por trás do espelho quem está
De olhos fixados nos meus?
Alguém que passou por cá
E seguiu ao deus-dará
Deixando os olhos nos meus.
Quem dorme na minha cama,
E tenta sonhar meus sonhos?
Alguém morreu nesta cama,
E lá de longe me chama
Misturada nos meus sonhos.
Tudo o que faço ou não faço,
Outros fizeram assim
Daí este meu cansaço
De sentir que quanto faço
Não é feito só por mim.

(Joaquim Campos / Luis Campos)

andei desvairada à procura do soutien, com ele vestido!

[começar o dia com uma metáfora que se nos enfia olhos dentro é… ]

ainda não sei muito bem qual, e se existe, a diferença entre ‘sem paciência’ e ‘impaciente’.
mas, esclareço, que ando com ambas!

eu a ler esta frase “(…) quatro mulheres desconhecidas falando das suas sessões de psicoterapia (…)” e o aviso de um mail dela a surgir no monitor.
fantástico!

mas o sofrimento não me retira assertividade na análise.
portanto, é sempre aconselhável não se meterem comigo, quando eu não estou na minha melhor forma.

ainda para descobrir porque é que me permito tanto mal.

há dias, na vida de uma pessoa, em que parece que está tudo escrito para acontecer de determinada maneira. quando rebobinamos o filme e pensamos que se aquele passo que queríamos ter dado tivesse resultado, e não resultou por responsabilidade alheia, nada do que se passou a seguir teria acontecido. pelo menos da forma como aconteceu. e sentimos mesmo que parece que tudo conjurou contra nós. tudo se proporcionou para nos obrigar a tomar consciência real da situação.
tento aceitar tudo o que me está a acontecer. procuro ser o mais corajosa possível a enfrentar o que sinto. e tento acreditar que, este caminho que me apareceu pela frente, me vai servir para me tornar numa pessoa mais consistente.

se mais logo alguém tiver a infelicidade de me chatear… nem quero imaginar! (olha, agora ando para as rimas!)

por quarta e sexta e sábado e domingo e todas as coisas boas que a vida tem para (me) oferecer. e eu, como pessoa grata que sou, aceito com o maior prazer. rima e é verdade!

… não sei quem será!

no carro atrás do meu está uma mulher a secar o cabelo (liso, pelos ombros, risco ao meio, castanho muito escuro – fiquei com vontade de lhe mexer) com a ventilação do carro! e nem imaginam a potência daquilo!

[maravilhoso sol, no início de mais uma semana nova na minha vida]

depois de um moscatel de 20 anos, um bacalhauzinho assado com batatas a murro para atestar o estômago, antes de ir ao dia aberto no IGC.

… o resto da banda sonora é só canções pimba de dor de corno: 24 rosas, anel de noivado, junto à lareira, oh tempo volta para trás, etc e tal caracol e couves! isto é lindo.
socoooorro!!!
[hei-de vir queimar esta puta desta lenha o inverno todo! e gins tónicos à mistura e alheiras de bragança e tudo e tudo, ouviste ó tu?]

… a vida torna-se mais agitada!
acordar quase de madrugada para acartar lenha. e enquanto não chega a carrinha, espeta-nos a ouvir Tony de Matos! eu mereço!

como diz o Paulo Flores, eu quero é paz.
não tenho espírito belicoso, embora não tenha medo do confronto. mas evito-o o mais possível.
sou de natureza tolerante, apesar de quem aqui passa não fique sempre com essa ideia.
mas o que eu quero mesmo é paz. e, novamente, como diz o Paulo, paz para mim e para os demais.
quero o meu coração, que já é suficientemente grande, ainda maior.
sem pontos eléctricos que me despertem sentimentos menos bons.
quero ser ainda mais capaz de aceitar os que amo e ignorar os que deixaram de se fazer amados.
e não o faço pelos outros. faço-o por mim, que é a maneira mais eficaz de fazer efeito.

esqueci-me de pôr creme na cara.

[ventania que não se suporta, credo! fica uma gaja toda despenteada… tirando isso, só coisas boas: uma montanha de facturas para lançar, ainda não sei de cor uma única conta do SNC, um convite bem catita para jantar mais logo]

bom dia!

por acaso, a única coisa que podem fazer por mim, neste momento, é darem-me mimo.
isso ou pegarem em mim e levarem-me a passear, jantar, cinema, no fundo levarem-me…
mas sem grandes conversas, por favor. não tenho paciência para a sabedoria de terceiros.

essa coisa que não se sabe quando começa, onde nos leva e quando, ou se, acaba.

continuo a recolher matéria-prima. infelizmente, o mestre de obras não trabalhou esta semana.

sono, sonhos malucos, muita coisa a acontecer e a cereja no cimo do bolo: muito trânsito!

[este blog já viveu dias mais interessantes. até porque ía jurar que pus creme na cara, mas tenho os óculos a fazerem atrito no nariz! isto não vai correr nada bem…]

daqueles que tudo anda em reboliço, pensamentos a mil, gente que nos incomoda, trabalho que chateia, angústias mil.

não tenho medo de perder pessoas. sei o quanto as minhas atitudes e ideias podem entrar em confronto com terceiros e melindrá-los. mas assumo essa posição. não faço coisas de forma leviana, portanto, sei bem as consequências que os meus actos podem ter.
do mesmo modo que não temo perder pessoas, quando são elas que me desencantam. há comportamentos que são incompatíveis com o afecto que dedico a quem é meu amigo. não me é muito frequente perder amigos. posso não ter uma relação muito próxima, podemos não nos encontrar muitas vezes, mas a ligação permanece. por acaso, assim de repente, nem me lembro de ter perdido a amizade de alguém. mas parece-me que neste ano de 2010 vou estrear-me e logo com record!

há coisas que nunca mudam: continuaria a preferir ser dirigente num clube destes do que num clube profissional.

que tenho uma certa embirração por capas e batinas. e em particular por aquelas aplicações foleiras, como eu vi há pouco numa: a mãe galinha e o pai super homem. foda-se, tanto estereótipo logo de manhã, põe uma gaja doente!

os vibradores à prova de água não são muito amigos do ambiente… a não ser que se utilizem em banhos de imersão, jacuzzis e afins. com água a correr não me parece uma coisa muito ecológica.

enfim… bom domingo!

[inveja, é o que é!]

“- Luke! Don’t give in the hate! That leads you to the Dark Side.”

Obi-Wan Kenobi to Luke Skywalker
in Star Wars Episode V – The Empire strikes back

… da Praia da Torre.

acabo de ver na tv uma reportagem sobre o espectáculo dos U2 logo à noite em Coimbra.
há gente a abancar desde quinta-feira de manhã! eu fico fascinada com estas coisas, juro! nunca na vida houve nada que me motivasse a fazer uma coisa dessas. e, às vezes, tenho tanta pena de não sentir isso. poucas são as coisas que me arrebatam assim – aliás, pensando bem só me lembro de uma.

com 47 anos e continuo sem saber a diferença entre azedo, amargo e ácido!
uma raleira, portanto!

Be careful because you may be vulnerable today and managing your emotions can be tricky, especially with the Moon in moody Cancer. To make matters even more complicated, someone may even believe the story that they are telling you, which makes it harder for you to know if something is awry. But constant suspicion on your part could create its own problems, so just be certain and check your facts before making any long-term commitments.

[nem comento a Lua em Caranguejo temperamental. nem sei o que é isso de Caranguejo temperamental, poramordasanta! quanto ao resto, acho muito bem que as pessoas acreditem nas tretas que dizem, é sinal de coerência. já eu acreditar nelas… tem dias. mas até acredito, por princípio. daí a verdade dos outros ser a minha verdade vai uma distância. para o bem e para o mal. e não se preocupe, Rick Levine, para além de não estar nem aí para short-term commitments, quanto mais para os long-term, se há coisa que não sou, por princípio, é desconfiada. mas quando sou, saiam-me da frente, carago, que estão fodidos com a minha capacidade de análise e re-análise e desmontar tudo até ao mais pequenino parafuso! mas depois canso-me e cago nas coisas – ou nas pessoas.]

ao contrário do que possa parecer, estou muitíssimo bem disposta!
cheia de sono e tal, mas vale a pena. o jantar foi muito divertido. o antes do jantar também. o depois do jantar idem.
e, apesar do frio que está aqui na tasca, posso dizer que é uma manhã perfeita!

[momentos perfeitos são todos aqueles em que, independentemente do que esteja a fazer e o sítio onde me encontre, me sinta em harmonia e conciliação comigo e com o que quero para a vida.]

ai o que eu adoro que me toquem para me fazerem sentir que querem falar comigo, quando eu não sou cega, nem surda!
caputademania, pá!

excelente…

estou tão bem disposta que até o meu sporting está a ajudar à festa. só falta chegar alguém de quem gosto muito para a coisa ficar perfeita!

hoje, em vez de me ir mortificar a ver o sporting, vou ter um jantar de aniversário de uma amiga.
vou estar entre algumas pessoas de quem gosto muitíssimo, algumas que não vejo tão regularmente, o que vai ser em cheio para final de um dia em que tudo correu muito bem.
como dizia o outro: os dados estão lançados! e não são de poker, que eu não gosto de bluffs!

sou praticamente tão boa a cuidar como a ignorar.
deixo sempre às pessoas que me encontram a escolha do tratamento.
só não sou perfeita, porque não tenho livro de reclamações.

hoje foi um dia em cheio!

quando é que o Jorge Jesus deixa de fazer experiências com o cabelo e contrata um hair stylist?

ontem fui ao lançamento do livro da Mónica Marques
gosto de lhe ler o blog. gosto daquela loucura colorida que ela põe online. tenho, admito, algum fascínio por gente que foge do limite da chamada normalidade. principalmente, de ler o que essa gente escreve. da maioria dos que leio, nem os conheço, nem quero conhecer. são mundos que não se cruzam – o virtual e o real. aliás, são muito poucas as pessoas que se revelam, pessoalmente, tão fascinantes como o são na escrita. o que se percebe. é a coisa de projectarmos na escrita muito daquilo que gostaríamos de ser e que, por motivos que só a cada um dizem respeito, não conseguimos operacionalizar.
e claro que a juntar a isso, estava o facto de eu a achar muito gira. coisa que confirmei ao vivo e a cores. um sorriso aberto, franco, a mostrar uns dentes completamente isentos de aparelhos dentários, o que é uma benção nos tempos que correm. e ao mesmo com um não sei quê de envergonhado. e, a par disso, muito informal e descontraída, muito simples e acessível. foi um bom momento de final de tarde.
a cereja no topo do bolo está na t-shirt que ela usava. preta a condizer com as calças, com letras amarelas a condizer com os ténis e com a inscrição “i love my wife”. completamente provocador. e eu adoro gente provocadora. mas cada vez há menos gente que o saiba fazer com pinta. coisa que a Mónica fez com nota máxima.
fiquei depois a pensar numa alternativa à inscrição da t-shirt: “i would love my wife – if i had one”.

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meiavolta(at)gmail(dot)com

fotografias

todas as fotografias aqui reproduzidas são da autoria de ©Anabela Brito Mendes, excepto se forem identificadas.

acordo ortográfico

não sei como se faz e nem quero saber!

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