que quando, de manhã, começo a sonhar coisas completamente estapafúrdias, é porque já estou fora da hora de sono, portanto… atrasadíssima!!!

se a carga de trabalhos e preocupações que tenho tido, desde que deixei de fumar há dois meses e picos, era para ver se eu me aguentava à bronca, devo dizer que sim, que me aguento, estou nem aí para fumar um cigarro, portanto, quem está a supervisionar esta merda pode fazer-me o grato favor de parar????

sol.

… a palavra ‘transversal’!

[bom dia. aproxima-se mais um fim de semana de sol. aproveitai-o bem!]

a facilidade com que instalo a maxi desarrumação na minha mini casa!

que nos leva as pessoas que amamos. as que não amamos. as que somente conhecemos. deixa famílias devastadas. filhos sem mães. e, pior, pais sem filhos.

[até sempre, Ilda]

Inês Menezes… ui! ui! [grande suspiro]

mais uma semana que começa. isto parece uma roda da sorte – duas voltas e já está no início, outra vez.
fico com  a impressão de que o tempo é que passa por mim – eu tento, desesperadamente, tomar-lhe as rédeas, mas nem sempre isso é conseguido.
muitas decisões para tomar. muita coisa por que me bater.

[apetecia-me ir viajar. ver coisas novas, diferentes, nunca vistas.]

à procura do sentido que me faz levantar às seis e meia da manhã de um domingo para fazer seiscentos quilómetros e estar em trânsito durante cerca de catorze horas.

[i want to tell a blue sky and a green field]

sábado de isolamento e relaxe.
agora vou fazer uma açorda para jantar.
bom fim de semana.

para os meus lados está assim. mas não adianta nada, porque tenho de ir bulir na mesma!


um bocado fartinha dos filhos da puta da vida… mas, tudo bem, a gente faz-lhes uma pega de cernelha.

dor de.

hoje tive a visita inesperada dos meus pais. à conta de uma amiga que morreu, lá vieram eles por aí abaixo. depois da terapia, passei pelos pasteis de Belém, comprei seis e fui ter com eles a casa. soube-me bem esta semi-surpresa. estou com imensas coisas a fervilhar na cabeça e um motivo para desfocar é sempre bem vindo!
depois de saber onde fica a igreja do Feijó lá fomos nós. beijinhos e abraços à família e sentámo-nos a fazer um bocadinho de sala. e qual o assunto da nossa conversa? o que queremos que nos seja feito quando chegar a nossa vez. nada melhor do que falar destas coisas numa altura em que estamos descontraídos e com algum humor. eu quero ser cremada. a minha mãe também, mas ainda está na dúvida se não quer que seja no cemitério do Alto de São João (nem sei se isso será possível). o meu pai, parecendo o mais conservador, é arrojado: quer ser enterrado, mas não quer pedra mármore, pois diz que não quer nada que lhe pese em cima do peito! e teve que me chamar à atenção, porque eu já estava a rir às gargalhadas.
estou mesmo satisfeita por este assunto ter ficado definido.

deve ser o mote que está na moda!

inverter o sentido da utilização dos degraus: começar a subir.

[eu estava tão sossegadinha na minha vidinha, porque raio me havia de dar na cabeça voltar ao futebol??]

de, à semelhança do Padrinho, fazer uma proposta que alguém não possa recusar.

ando há dias a processar e a tentar entender, o que faz com que homens de vinte e tal anos queiram prolongar a ligação, com miúdas de dezasseis, quando ela de todo já não se justifica.

há gente que não vale a pena investir feio nas marcas. com tanta falta de estilo, quem olha fica sempre a pensar que aquela merda é contrafacção. da boa, mas contrafacção.

… que só me apetece colocar fotos no blog!

quando, da forma como fazemos as coisas, não resulta benefício algum para nós, talvez seja mais pertinente repensarmo-nos, do que continuarmos a atirar para os outros o insucesso da nossa estratégia.
é fácil? não! nada! nem fácil, nem rápido.

[tenho de perceber porque razão acho que tenho que ser a mãezinha de toda a gente…]

ficar petrificado é apanhar uma pedra daquelas que não dá nem para reagir, não é?

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e a puta da mania que têm de andar sempre a correr, parece que vão acudir ao fogo, salvar a vida de alguém ou qualquer coisa assim séria e grave…?


[mahoney joe]

o truque das mulheres desatarem a choramingar, quando a coisa começa a ficar preta. e continua a resultar, é impressionante!
ainda falam de modernices. o que continua a ser um valor seguro é tudo o que é vintage!

há quem viva uma vida inteira através de esquemas de fazer favores em troca de receber coisas e a dar de si para receber outras. (e chega a uma altura em que se sente omnipotente e, quase, deus.)
uma prostituição perfeita. um bacanal de influências que enjoa e enoja.

… a quem trabalha à hora do almoço e depois vai almoçar na hora em que todos os outros estão a bulir.

[aqui me confesso incapaz de pintar os polegares e os indicadores. o resto das unhas ficam impecáveis, só aqueles quatro desgraçados é que não! isto deve ter alguma explicação, deve, deve!]

a casa de banho é o meu sítio de eleição para me inspirar na escrita. ontem, quando estendia a toalha do banho, tive uma ideia muito boa para um post. metia ikea, conselhos e coisas assim, mas que eu achei que iria dar um grande post. nunca mais me lembrei disso. à noite, quando quis voltar a recordar… puf! tinha desaparecido. mas, por acaso, até acho que é daquelas coisas que um dia destes me vou recordar.
(post brilhante, este! tristeza…)

e soube-me muito bem a hora de reflexão que ali tive.

acabadinha de tomar o primeiro pequeno-almoço do ano, feito por mim, ou seja, é o primeiro pequeno-almoço do ano e coincide com o primeiro feito por mim, de beber uma caneca de café feito naquelas cafeteiras de alumínio que eu tanto gosto, sem me apetecer sequer pegar num cigarro, e dou por mim a pensar que este ano de 2012 vai ser um grande ano! vai mesmo!
assim espero que seja para toda a gente que por aqui passa!

(ó chá)

que a vantagem de ter comentários num blog, é a inspiração que nos é trazida de bandeja.

estranho, estranho, é muita gente deduzir que, pelo facto de eu não ter pachorra para as lamechices com a merda dos animais, nomeadamente que os tratem por meninos e filhos e o diabo a quatro, eu odeio animais e os maltrato! nada mais tolo do que isso. aliás, desafio quem quer que seja a apanhar-me a maltratar um animal. mas, enfim…

só me apetecia que ainda fosse de dia às seis horas e ir beber um copo num sítio agradável à beira mar ou beira rio. por acaso gosto bastante da beira rio. gosto particularmente de cidades com rio, por causa da paisagem urbana se misturar com a água tranquila.
eu já nem sei o que digo…

aqui na dúvida se hei-de comer o meu pãozinho com manteiga de imediato… esta semana estou a trabalhar completamente contrariada, logo qualquer motivo é válido para fazer uma pausa.
não me apetece estar aqui. com este sol é contranatura uma pessoa vir trabalhar.

[e passagem do ano? tendes grandes planos?]

dizia-me a minha amiga Margarida há pouco, que com o facto de ter deixado de fumar acrescentava uns euros ao meu ordenado.
consequentemente, ao contrário de todos os outros, eu fui aumentada!!
visto por esse prisma…

são curiosas, as pessoas. e iludidas.
são relativamente remediadas. nem pobres, nem ricas – classe média. não têm interesses para além do trabalho e ir para casa estupidificar com a tv. não lêem, não têm hobbies, não passeiam, não fazem voluntariado, não nada.
e, depois, ouvem-se falar sobre ganhar o euromilhões e os olhinhos até brilham a falar do que fariam.
coitadas… acham mesmo que escapavam à trituradora da depressão!
ainda não perceberam que, o que faz com que se mantenham erectas, é o facto de serem obrigadas a trabalhar para se sustentarem.

… o Grand Canyon lá ao fundo.

adoro cumprimentos de aperto de mão. não vejo qual a razão de se ter institucionalizado que as mulheres se cumprimentam com beijos e agora até mesmo com os homens isso acontece.
que merda!
para além do trabalho, o que me irrita mesmo, mesmo, é ficar com a minha cara a cheirar ao perfume dos outros.
começar a manhã a ir à igreja velar um morto já não é propriamente o melhor dos programas. mas sair de lá com as bochechas impregnadas de perfume de homem e de mulher… foda-se, pá!

deixai as obrigações, largai os compromissos! e ide aproveitar este excelente dia.

[eu teria ficado na Curva dos Pinheiros, onde os 11 graus sem vento davam um aconchego muito bom!]
bom dia!

nunca antes tinha ouvido falar de tantas mortes no mesmo mês. caneco!

[mas como dizia o outro, a sorte é escapar!]

e antes do almoço do dia de Natal, eu e os kotas andámos por aqui a abrir o apetite.

causam-me alguma impressão aquelas pessoas que despejam, na timeline do FB, partilhas de artigos de jornal, links de youtubes, programs de tv a denunciar tudo e mais alguma coisa, de um modo completamente massacrante e sem descanso.
por deus, respirem lá um bocadinho e digam qualquer coisa vosso, com as vossas palavras!!

queria o quadro do anjo da guarda, para decorar a minha nova casa. ela, a mãe, diz que não o tem. que nunca o teve. eu juro que o vi. ela diz-me que não. eu vejo um anjo enorme a zelar por umas criancinhas. ela, a mãe, diz que podia ter sido em casa da avó. mas o que eu sinto, onde me situo é no seu quarto.
não houve anjo da guarda? não consigo acreditar. fico neste mistério. agora que o trabalho se aproxima do fim, que já só faltam os acabamentos, era bom trazer algo do passado para o sentimento do presente.

já tive natais com poucas pessoas. já tive natais com muitas pessoas. a todos me habituei e adaptei, porque se há coisa que me caracteriza é a minha capacidade de adaptação e não querendo com isso dizer que é uma grande virtude.
esta ano, ao contrário de alguns anteriores e mesmo do anterior, estive muito tranquila em relação ao natal. iria passá-lo em minha casa, com os meus pais. seríamos três. novamente. e foi muitíssimo bom.
finalmente, ao fim de ano e meio, sinto-me tranquila. em paz. consolidada. com tanta coisa nova que tenho descoberto, em mim, tanto que há para fazer, para viver comigo. sinto que estou um pouco longe de toda a gente. não porque já não goste das pessoas, mas porque neste momento gosto muito mais de mim, preciso muito mais de estar comigo a fazer coisas comigo. não por receita, mas por prazer.
voltarei. não sei se voltarei igual. acho que não. talvez, depois, já não me achem graça nenhuma. talvez já não consigam gostar de mim como gostavam. é o risco que se corre, quando nos propomos a mudar.

[o Zeca e a São. 78 e 80. livres. independentes. autónomos. determinados. bem dispostos. com projectos e objectivos.]

parabéns! esta semana é um dos nossos premiados.
valor prémio: 4,11 euro

[eu, aos pulinhos de contente! depois de um fim de semana muito, muito preenchido.]

já não fumo há três semanas e tal. ao contrário do que muita gente que me rodeia pensa, não me custou nada deixar de fumar, nem me custa estar sem fumar. foi uma coisa pacífica. que deixou de me fazer sentido. eu sou assim, capaz de fazer as mesmas coisas durante anos e depois, um dia, deixo cair. curiosamente, nestas três semanas, tenho tido momentos de grande stress e angústia. tudo o que poderia fazer-me capitular. e faria se eu estivesse sem fumar contrariada. mas não.
ora, quando eu digo que é tranquilo, é porque é tranquilo, que eu não sou mentirosa, nem me faço passar por aquilo que não sou.
mas há sempre umas alminhas que insistem em achar que sabem o que eu estou a sentir e me corrigem.
uma tristeza, pensarem que sabem mais de mim, do que eu. uma tristeza mesmo! como se eu desse essa abébia a alguém!

ando naquela fase estúpida em que analiso tudo o que os outros dizem e toda a gente me irrita.
tirando isso, estamos bem!

[detesto falinhas mansas, sorrisos forçados, simpatias falsas. gente ansiosa. cobardes.]

num sábado dedicado aos progenitores.

isto pode ser arrasador, pode modificar o sentido que a nossa vida levava, pode querer dizer que nada mais voltará a ser igual, mas:
– a mudança, que nos é tão cara por vezes, pode causar nos outros um efeito que não era o que esperávamos. do mesmo modo que nem sempre a mudança, naqueles que nos são próximos, mantém o encanto que sentíamos por eles.
e, contra tudo isto, às vezes o mais sensato é deixar correr o tempo. e esperar que alguma coisa nos volte a juntar de novo.

[também tenho imensas saudades de rir contigo.]

… está a ficar uma boa porcaria, mas que fazer? é o meu, não posso abandoná-lo, ‘tadinho.

para a Sofia e a Inês, que são mesmo lindas, e pelo prazer de as ter perto outra vez.

e eu tão atrasada…

nunca pensei que, depois de paulo bento, houvesse outro treinador tão chato, tão amorfo, tão pouco convincente ao nível do discurso.
vítor pereira veio mostrar que eu estava enganada no pensamento. tão pobrezinho que até faz confusão – não sei porque raio ainda o obrigam a falar.

muito bom dia!
perdoai-me a ausência.

depois de estar dia e meio em casa, coisa que me soube muitíssimo bem e por lá continuava não fora hoje ter coisas importantes para resolver à noite e então é melhor começar o dia cedo e vir trabalhar, aqui estou de volta.

[ainda estou pasma com aquela coisa do estádio da luz. como raio é que meia dúzia de cadeiras a arder faz aquele espalhafato todo? vi umas imagens com um bombeiro tão atarantado, que parecia que estava monsanto a arder! sobre os energúmenos que fazem distúrbios nos estádios, nem me pronuncio, visto eu ser completamente contra grupos organizados de apoio, vulgo claques. acho essa merda coisa de terceiro mundo… tal como não acredito minimamente no efeito de apoio que aquilo tem junto da equipa. por isso, também acho que deveria acabar essa coisa dos clubes cederem aos outros um número mínimo de bilhetes. quem quer ver a sua equipa, vê no seu estádio. a mim, nem me passava pela cabeça ir dar dinheiro a ganhar aos outros!]

coisa mais palerma que inventaram para se dizer!!
ninguém é livre.

mas continuo sem fumar. aliás, neste momento, com a constipação que trago em cima, mesmo que quisesse não conseguia!

vou andar angustiada mais dois dias e ainda por cima sem a muleta do cigarro! (espero.)

tirando a excepção do emprego, habitualmente não chego atrasada a lado nenhum. mas no emprego tenho esta coisa que não sei explicar muito bem, que me impede de chegar a horas. e nem me atraso muito – quinze, vinte minutos nem é atraso. pode-se dizer que em cinco dias da semana chego dois à hora ou antes e os outros com atraso. ando a ver se consigo inverter a situação, mas não é fácil. isto porque mesmo que esteja muito atrasada, não faço a marginal a voar. ninguém me tira o prazer de desfrutar a vista.
e também não sou daquelas que chega ao serviço esbaforida, a andar bué apressada, para demonstrar que estou muito preocupada e tal. não estou. se tiver de sair mais tarde, saio. mas não ando com uma guilhotina sobre a cabeça.
para além disso, há muito quem passe o dia a coçar a micose e chega todos os dias a horas.
claro que, trabalhar na chafarica há uma porradona de anos, ajuda à minha descontracção. as pessoas já me conhecem, já sabem o que produzo.

[isto tudo porque estive a observar uma que chega sempre muito depois da hora, não sei porquê nem me interessa, e chega sempre a bufar e passinhos muito apressados em cima de uns saltos que ela não domina e que pisa com deselegância. para quê aquele show off?]

ontem saí para “dar de beber à dor” e o máximo que consegui foi beber um ginger ale.

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todas as fotografias aqui reproduzidas são da autoria de ©Anabela Brito Mendes, excepto se forem identificadas.

acordo ortográfico

não sei como se faz e nem quero saber!

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