as minhas amigas marcaram o reínicio dos nossos treinos para hoje. dia 8 de setembro. nunca começámos a treinar tão cedo. estão-se a passar, não? qualquer dia arranjam treinador/a, compram equipamentos, obrigam-nos a fazer o aquecimento, não nos deixam beber alcoól antes dos treinos… e ainda há-de chegar o tempo em que iremos entrar em torneios ‘para ganhar’.

oh, aí, vocês! deixem-se de entusiasmos, que isso só vos faz mal.

alguém que por aqui passe e tenha visto o ‘Sacanas sem lei’ do Tarantino, que me diga se na vossa sala também havia mulheres a rir às gargalhadas, quais hienas, e homens, quais cães, ou…
se sou eu que sou esquisitinha e apesar de achar piada a algumas coisas, não me deu para gargalhar assim desalmadamente?
eu não sou de gargalhar assim à toa. deve ser isso…
e não tem que ver com o tema do filme, nada disso. mas fiquei com a ideia que: como era um filme do Tarantino e o gajo costuma ter assim umas cenas completamente nonsense, deixa lá mandar umas gargalhadas à toa.

[ou isso, ou eu a fritar aqui na chafarica. estou farta de ser gozada por me estar a abanar com o leque.]

às vezes a preguiça é tanta, que me apetece escrever hóquei em patins assim: ok oo.
ficava giro e poupava-me trabalho.

acho uma graça a estas tipas que se armam em gente muito benzoca e desatam a falar com voz anasalada. como se o selo de distinção se traduzisse nesse pequeno pormenor – voz anasalada. o pior é quando lhes salta o verniz e desatam a falar alto, ridicularizam os outros, dão calinadas no português, enfim, um hórrore!!
(há tiques que não me incomodam nada – essa da voz anasalada, o tratamento por você, etc, etc – se perceber que a coisa é feita porque sempre foi assim, de berço.)
agora estas bimbas que, para comporem o seu papel de pretensas, ainda compram óculos de contrafacção com o símbolo da d&g que é do mais parolo que existe… poramore…!
não há coisa mais ridícula do que usar contrafacção!

… e toca o mesmo.

os últimos dias antes de se ir para férias, já se anda esgotada e sem vontade de trabalhar.
vem-se de férias e a coisa mantém-se.
não percebo nada disto!

mais um sonho (será mais pesadelo…) em que os mortos não cumprem o seu papel. estava eu num palácio a fazer não sei o quê. mas acho que à espera de um espectáculo ou coisa assim. de repente, chega um carro funerário e a seguir, no salão principal começam a desfilar os quatro mortos, que supostamente iriam ser velados. mas em vez de estarem em caixões, íam em camas cheias de coroas de flores. eu a evitar olhar, porque realmente é coisa que me faz assim alguma confusão, mas quando decido fazê-lo há um morto que abre os olhos e fixa-me.
e pronto, cumpre-se o sonho com os mortos. há sempre um que resolve demonstrar que está morto, mas não muito!

mais intrigante que o anterior, só mesmo o seguinte. eu por uma picada de terra vermelha, com um desfiladeiro semelhante ao Morro da Lua em Angola, cheia de pressa para não chegar atrasada ao treino. ao primeiro treino de uma equipa com a qual jamais tive alguma ligação efectiva. o mais fantástico disso tudo, é que eu ía ser apresentada como treinadora principal da equipa. t-r-e-i-n-a-d-o-r-a p-r-i-n-c-i-p-a-l. e com a agravante de que iria ter como adjunta, essa sim, uma treinadora de futebol e uma das mulheres que eu conheço que mais sabe de futebol. e ela muito tranquila, a incentivar-me e tudo isso e eu só a pensar que nem sabia fazer um exercício mais complexo do que uma triangulação.

eu devo estar com algum problema. de certezinha!

… é que são quase seis horas!

[e a discussão que por aí anda (andou?), à cause dos pontos de exclamação? há coisas que me transcendem, mesmo. ainda bem que sou tão ignorante e básica, que não consigo divagar sobre coisas tão… vagas.]

… Sob Escuta (The Wire).

é mesmo muito, muito bom!

estou pr’aqui a espreguiçar-me na secretária… que vontadinha, dio mio!

bom dia a todos!

acabadinha de tirar para ti, Kianda!

acabadinha de tirar para ti, Kianda!

uma grande salva de palmas para a minha kamba ali do Silêncio.
gostava de estar aí…

… a fingir de intelectual [a ler ‘A Sombra do Vento’ de Carlos Ruiz Zafón – livro mais estranho, mas que me agarrou por completo ]

entretanto, agora estou na dúvida se hei-de ir mandar um mergulho na piscina que está ali mesmo à minha frente, de forma a sacudir as moscas que por aqui andam. e a fazer horas para ir ao electricista mostrar o alternador do jipe, que parece que se constipou!
e ainda, a tentar decidir-me pelo momento masoquista do dia – ver o jogo do Sporting mais logo!

[praia da Amoreira]

hoje mais longe da água, de forma a não sermos apanhadas.
agora, ao final da tarde, ficou tudo cheio de nuvens. e uma aragem fresca que até sabe bem.

… mas vi isto e lembrei-me logo do Sporting.

[praia de Vale dos Homens]

ontem, quando demos por ela, estávamos no meio das pedras, cercadas por água! cuja temperatura já não é a do sul, mas para a Costa Vicentina está excelente!

de barquito na ria formosa para…

… a praia da Terra Estreita.

(a água continua tão quentinha…)

e jantar em Santa Luzia.

[agora, estamos todas à luz das velas e de banho por tomar]

23:49 – sem luz e a enviar fotos pelo bluetooth e a escrever posts!

eu gosto tanto, mas tanto do Polga, que estou a pensar em fazer uma operação pirâmide ou coisa assim, para arranjar o dinheiro suficiente para o pôr num avião que o leve daqui para bem longe!!!

praia do Trafal
(a água está tão boa, que nem imaginam!)


ou
sessão de pedicure no reino – dos algarves
ou
a Maria e as profissões alternativas
ou
o vinho branco do almoço bateu forte!

t-shirt e boné da maria carolina. o poeta dizia que o melhor do mundo são as crianças. não serão o melhor, mas são do melhor, sim!

até já!

bué gente que conheço tem feicebú. eu não tenho. só me chateia que assim não consiga espreitar as coisas dos outros. fico tão tristinha…

hoje já não está calor aqui na chafarica – logo agora que eu vim toda descascada!
os extractos bancários já são passado.
em contrapartida, a mala continua por fazer. a depilação também.
e o final do dia prevê-se agitadíssimo, à semelhança dos últimos quatro. muito social, deuses, muito social.

[meninas, foi muito agradável o serão]

menina jovem Su, veja lá se lhe cai o dentinho com a piadita.

(já me arranjaste tema para um post)

* estou quase a ir de férias – não me posso cansar.

esta coisa de estar esbaforida de calor (amanhã venho trabalhar nua) e dos extractos do bes terem frente e verso pode resultar numa diferença de setenta e seis mil e tal euros que não se descobre nem por nada!!

menina Su, já me amanhei. se tivesses demonstrado uma maior compaixão, ainda te recompensava. assim, vou ser dura e cruel, como só eu!
(com o calor que estou a sentir, nem consigo imaginar-me ser dura e cruel, quanto mais conseguir sê-lo! mas fica aqui o aviso, de qualquer forma!)

as meninas que, ontem, estiveram a brincar com o meu telemóvel e alteraram o tipo de escrita para manual, agradeço que se apresentem para recolocarem as definições como elas estavam.
[e não, menina Su, não dá direito a beber outra loira]

a minha querida mandou-me agora um mail com o link da terapia da flutuação, com o desafio "experimentamos?".
abri o link e fiquei por ali, encantada, a ver como a coisa se processa e já a imaginar-me a flutuar na água. a água que é o meu elemento.
mas… o prazer todo, que posso antecipar, é subrepticiamente substituído pelo pânico de estar fechada. (por acaso, até acho que devia tentar ir tratar esta coisa…)
a sensação de claustrofobia é uma coisa que se tem vindo a manifestar gradualmente. não me lembro de a ter muito presente, quando era mais nova. se calhar estava e eu não lhe dava muita importância, porque nem pensava nela. nãoi me faz confusão nenhuma ficar fechada num elevador, por exemplo. porque o espaço, apesar de pequeno, é suficientemente grande para não ter nada perto da cara. já pensar em ter de fazer uma ressonância magnética, não me é coisa muito agradável.
se me der para divagar, recuando, ainda constato que está tudo relacionado com a vida intra-uterina. (que lindo! o que isto não daria pano para mangas!) será que me sentiria muito apertada? estaria a boa da São muito ansiosa? a verdade é que ela também tem uns tracinho de claustrofobia. vai-se a ver…

[miúda, achas que a Estela tem vaga para mim?]

digo já que sou candidata privilegiada a apanhar a gripe A. se a coisa for à conta do contágio pelas mãos, eu, com a minha mania de pôr os dedos na boca e de mexer nos olhos, estou literalmente f…!
aguardemos.

""

bom dia.

um armário cheio de loiça, que precisa de ser passado por uma porta, cuja largura é inferior.
o encarregado da mudança diz: junta-se a loiça a um cantinho, para não balançar e passa-se o armário de lado.
o perito em mudanças diz: tira-se a loiça toda para fora e passa-se o armário de lado.
o dono da mudança ordena: têm de conseguir passar o armário de frente com loiça e tudo.

… e obedece quem deve.

depois de uma meia-insónia, hoje acordei sem muito bem acordar.
arrastei-me para fora da cama. para o banho. para o leite com chocolate. para o jipe. para a estrada. para o trabalho.
aqui chegada, uma coisa para fazer em contra-relógio. deixei logo de me arrastar.
bom dia!
(o quarto do meio, lá de casa, parece uma tenda de feira – roupa a seleccionar e malas à espera de serem utilizadas. tenho de ter cuidado, porque a Maria quer fazer uma ocupação selvagem com a roupa dela. tipo, numa percentagem de 80-20. deve querer que eu ande nua, certamente.)

esta, dos cabelos que estão soltos e caem para dentro do decote e me fazem um comichão desgraçada. e, ainda, me fazem olhar para dentro do decote à procura do desgraçado que me incomoda, para delícia dos meus colegas. homens. que as mulheres são poucas e acho que não há cá dessas. se bem que, se me puser a pensar… mas também não interessa nada, que são feias e burras.

aquele salto do Bruno Alves, para o segundo golo do FCP na Supertaça, é uma coisa do outro mundo!

experimentem fazer conciliações bancárias e matar formigas ao mesmo tempo.

o ’31 da armada’ é o o novo MRPP em versão monárquica?

se, de cada vez que se fazem alternativas às estradas existentes, o objectivo é tornar o trânsito mais fluído, como raio num instante essas novas estradas ficam logo entupidas?
será que o pessoal desata a comprar mais carros?

dei por mim, na A5, a ouvir uma daquelas rádios de adolescentes, ou jovens adultos, em que os locutores tratam toda a gente por tu e dizem aquelas piadas típicas do formato, e ouve-se aquelas músicas sempre com a mesma batida e tal. e a gostar.
socorro!

… excepto uma puta duma afta na ponta da língua!

[a minha Maria é mulher para aqui vir dizer que é castigo por eu dizer asneiras. é, é!]

ontem, estávamos nós já deitadas, estalou uma briga do caneco num dos apartamentos perto do nosso. digo isto, porque ouvíamos coisas a bater, gritos, uma barafunda total.
não consegui perceber onde era. também, para mim, não é importante saber.
mas faz-me alguma confusão que as pessoas se peguem a discutir de forma a que os vizinhos ouçam. eu sei, as paredes dos prédios deixam passar tudo, mas ainda assim…
quando era míuda, lá na banda, no andar por cima do nosso vivia um casal que passava a vida a discutir. o tipo chegava tarde e era um festival. gritos, choro, louça a partir-se. tinham um puto pequeno. coitado… nem imagino o que isso lhe terá causado.
se as pessoas chegam ao ponto de desatarem a discutir aos gritos, por tudo e por nada, porque é que estão juntas?

ora hoje começa o primeiro dos últimos cinco dias de trabalho que tenho em agosto.
depois, olaré, férias!
espero que haveis tido um bom fim de semana. o meu foi fixe. jantares em casa, sexta e sábado. bué amigas a passarem lá por casa – e até a baterem uma sorna no sofá. muito namoro com a minha Maria.

(tenho a secretária cheia de formigas…)

trabalhando em NYC


glad to be gay – pride de Queens
(e não, não estava nú)

mais uma do Harlem.
“the church where christianity begins again”
seja lá o que isso queira dizer…


para quem gosta de musicais, Broadway é o sítio ideal.
o difícil é optar. tal a quantidade.


a mítica Brooklyn Bridge. linda de se ver e atravessar.

(às vezes tenho saudades do meu cabelo curto)

depois de um jantar muito bem partilhado, são 04:00 da manhã e na sala, ao som de Flow 212, estou eu no computador, uma cadela no chão a dormir, um cão algures noutro chão a dormir e uma amiga a bater uma grande sorna no sofá. ups! acabou de acordar.

para além de tudo o que escrevi no post abaixo, ou melhor, a seguir a tudo o que escrevi no post abaixo, chego ao trabalho e tenho na minha caixa de correio um mail que me deixou completamente derretida.
ainda tenho a janela aberta, já o reli inúmeras vezes e ainda não encontro palavras para responder.
[há aquelas pessoas que não estão próximo, mas que, de cada vez que comunicam connosco, nos são tão próximas. como se nos enfiássemos, de repente, numa via de afectos e tudo o resto que é o dia-a-dia – o trânsito, os problemas do trabalho, as prestações da casa, do carro, as compras do supermercado, tudo coisas comezinhas – não contasse para nada. como se tivéssemos uma relação paralela. deve ser isso, certamente. uma relação paralela.]
não encontro, mas vou encontrar. as melhores palavras que conseguir. para lhe dizer somente isto: obrigada.

hoje vim pela marginal. há muito que não o fazia.
[esta coisa de se viver perto da auto-estrada…]
ao contrário dos dias de primavera e, mesmo, alguns de inverno, a luz não é muito boa. é baça. [lembro-me daquele dia de maio em que encontrei a Maria e estava tão azul, tão nítido]
entrei em Paço de Arcos e fiz um desvio pela curva dos pinheiros. aí encostei o carro à berma e fiquei ali a ver o mar, os veraneantes, a areia e a sentir a brisa (ainda) fresca da manhã.
não tenho bem a certeza, mas – apesar de me recordar de todo o caminho que fiz até aqui – ía jurar que se por lá passarem, agora, me irão encontrar deitada no muro a sentir o momento. só a sentir o momento.

"Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa
esmorece e cai no ar.

Que perfeito coração
no meu peito bateria,
meu amor na tua mão,
nessa mão onde cabia
perfeito o meu coração.
(…) "
Alexandre O’Neil

depois, já na cril, ouvi isto cantado pela Sónia Tavares – início de dia perfeito.

isto não é normal!
(vou já escolher, dentro da listas dos problemas mentais, qual o que melhor se me adequa. espero voltar!)


a ‘incontornável’ vista de Ellis Island (um dos sítios que mais gostei de conhecer)


sem palavras


aviso numa lavandaria no Harlem


Times Square de manhãzinha.

muitas vezes, o tempo que demora a resolução de um problema está na pequena diferença de saber pedir, em vez de mandar.

é só o que me sai, agora, sobre o que aconteceu ontem lá na terra das tulipas…

[é que o resto foi tudo tão mau, mas tão mau, que nem encontro palavras. a minha angústia, passe o exagero que já me angustiei muito por causa de futebol, mas não era o do sporting, é que o que aconteceu não foi um caso isolado. foi o prenúncio de uma época dolorosa.]

… a qualidade das fotos do novo telemóvel.
(domingo à tarde)

vai andando por entre acréscimos de custos e custos diferidos, entrega da declaração do iva, reconciliações bancárias e coisas que tais!
fériaaaaaaas – quero!

gostava bastante que o césar peixoto fosse para o sporting.
já que não vamos ter futebol de qualidade, ao menos que se lavem as vistas!

mais uma semana a começar. estou cá com uma preguiça que nem conto.
fim de semana muito ocupado com os pais, o hóspede de quatro patas e coisas assim igualmente boas.
mais duas semanas e… férias. juro que estou mesmo necessitada.

[produzi, mas não mateis a cabeça – só tereis essa até ao fim.]

para a Marquesa e a CondeÇa um abraço especial.

e a mania que têm os não fumadores (os ex ou os nunca) em dar bitaites quando uma pessoa diz que vai fumar um cigarro?
se olhassem mas é para sua vidinha, certamente encontravam muito com que se entreter!
[e não venham cá com a merda da história dos fumadores passivos, que eu só fumo, em espaços fechados, devidamente autorizada e a puta da poluição que por aí anda está tudo menos relacionada só com o fumo do tabaco!]

quando estou a tratar de algum assunto, e me começam logo a dizer "está a perceber" ou "não sei se percebe", dá-me logo vontade de mandar a pessoa para um sítio recondito cheio de excrementos e a cheirar muito mal!

… com os tons da minha roupa. nem sei porquê.
esta gente não tem mais que fazer?

agora que eu tinha disponibilizado um cantinho do meu coração a outra equipa femina de futebol… acaba!!

[força, miúdas, é gerindo a frustração que nos tornamos mais fortes. e se houver solução noutro sítio, pronto, o cantinho do coração fica reservado para vós.]

frenético e feérico.

são tartarugas em central park, mas bem podia ser o sporting no jogo de ontem – tudo a monte.

Mannhattan vista de Brooklyn

correio

meiavolta(at)gmail(dot)com

fotografias

todas as fotografias aqui reproduzidas são da autoria de ©Anabela Brito Mendes, excepto se forem identificadas.

acordo ortográfico

não sei como se faz e nem quero saber!

Categorias

voltas passadas