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Às casas, às nossas lavras
às praias, aos nossos campos
havemos de voltar.
Às nossas terras
vermelhas do café
brancas de algodão
verdes dos milharais
havemos de voltar.
Às nossas minas de diamantes
ouro, cobre, de petróleo
havemos de voltar.
Aos nossos rios, nossos lagos
às montanhas, às florestas
havemos de voltar.
À frescura da mulemba
às nossas tradições
aos ritmos e às fogueiras
havemos de voltar.
À marimba e ao quissange
ao nosso carnaval
havemos de voltar.
À bela pátria angolana
nossa terra, nossa mãe
havemos de voltar.
Havemos de voltar
À Angola libertada
Angola independente.
(poema de Agostinho Neto)
muitos parabéns, Quica.
que tenhas o dia o mais feliz que puderes.
que a lembrança das acácias floridas seja o presente mais simbólico que te posso oferecer.

(tecto do lobby do Bellagio) Las Vegas - USA - ago/10



sentada a fumar um cigarro, com esta paisagem por fundo, dei por mim a pensar que aquilo que às vezes nos parece uma tremenda coragem, pode signficar tão somente o não se ter nada a perder.
[há trinta anos, um amigo meu, ébrio, atravessou parte desta ponte em cima do corrimão. corajoso? inconsciente? ou apaixonado?]


final de tarde em PVZ


HD in Oatman - USA - ago/10




eu não vou para a praia, mas tenho pena.
não tenho nada. eu gosto é de futebol!
não gosto nada. gosto é da minha equipa.
bom fim de semana a quem tiver a gentileza de por aqui passar.





sobre?


Carcavelos ao final da tarde de um sábado passado...
não que alguma vez eu tivesse feito skimming… pelo menos com prancha e à beira da praia.

Morro Bay - USA - agosto/10

há qualquer coisa nesta fotografia que me agrada imenso, mas não consigo perceber bem o que é.
se é a cor que lhe dá um ar nostálgico de fim de tarde de domingo.
se são as gaivotas que planam sobre a praia, fugindo do vento do mar.
se são os dois namorados sentados no muro que divide a praia da estrada.
se é o homem que caminha com um ar indiferente a tudo isso.
se é o lixo que se acumula trazido pelo vento.
se sou eu que me processo com tudo isso junto e questiono o que poderia ter sido e não fui.
se, por fim, é o conjugar de todas essas coisas. quando vemos uma fotografia, vemos com tudo o que temos dentro e projectamos o nosso íntimo nas imagens que nos apresentam.
e quando tiramos uma fotografia? o que vai de nós para dentro dela?

solário

praia privativa

sesta comunitária

também queres um autógrafo?

ora deixa-me cá pensar...

não me apertem!!!

estas algas são óptimas para refrescar!
quando seguíamos de Los Angeles para San Francisco, na mítica Carmel Road, inesperadamente demos com esta colónia de elefantes-marinhos. agosto é o mês de mudança de pele, por isso alguns são brancos parecendo mesmo albinos. estivémos imenso tempo a observá-los. a zona é lindíssima, o mar é de um azul que nos entra nos olhos e nos faz sentir seguras. não fora haver tanto mundo para ver e um dia gostaria de repetir a viagem.

Skywalk - Grand Canyon - USA - ago/10

Grand Canyon - USA - ago/10
visto daqui até parece uma coisa simples. o problema é o chão de vidro e os mil e tal metros até ao solo. ainda no outro dia no colombo tive de me concentrar para não me dar a travadinha. mas eu quero muito acreditar que há coisas que, após serem apreendidas, não se esquecem. oh se quero tanto acreditar nisso!

Prima, muito bom dia para ti.
não se diminui com a nossa presença. não se substitui com abraços. não se faz desaparecer com a ponta dos cigarros fumados compulsivamente no adro da capela. nem com as refeições fast-foof partilhadas à pressa.
acredito que nada diminua a dor. o vazio interior da perda.
mas, acredito muito que passar por esses momentos acompanhada, baliza um pouco a sensação de desintegração emocional que se sente.
também acredito que por muito que as pessoas não se vejam de forma frequente, se tenha deixado até de partilhar coisas mais íntimas, nesses momentos é que se consegue perceber o quão importantes foram as vivências do passado. nas pessoas que se fazem presentes, que dedicam um pouco do seu tempo a ir dar um abraço, a ficar.
também acredito que pessoas de bom senso resguardam-se de dizer disparates a quem está no luto. têm noção do momento da coisa e adiam o que houver de confronto para outra altura.
isto para dizer que tenho amigas que, apesar de não muito próximas no dia a dia, sabem estar nesses momentos. e isso deixa-me uma sensação de conforto muito grande.

The Venetian - Las Vegas - USA - agosto/10

LA - USA - agosto/10





















































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