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muito menos quando essa gente é minha superior, foda-se!

insónias.

(acordei passava pouco das cinco e meia. e pela minha cabeça passaram todas as preocupações que o futebol me traz, aquelas que estão em mim resolver, e as outras que não também, que eu sou muito magnânima no que toca a arcar com responsabilidades! puta que pariu! nem sei para que é que eu ando a fazer terapia…)

as voltas que eu já dei por causa de uns meros filhos da puta de uns 185,91€!!!

já não há cu para tantos updates no facebook sobre cães e gatos!
e as formigas? porque é que ninguém se lembra das formigas?

estas gajas que fodem à toa e depois vão com uma ligeireza do caralho à clínica dos arcos abortar! acabei de ouvir uma ‘miúda’ que vai no segundo. quando é que fez o outro? em 2009. tipo, olha agora vou ali deitar esta merda fora, porque a experiência da outra vez não foi suficiente para eu começar a fazer qualquer coisinha pela vida. e diz que desta vez lhe está a custar mais… sim, sim. claro que está. então não está! responsabilizar-se antes é que esteve de chuva. e o gajo? ah e tal não estou preparado para esta vida. quando está a pinocar à doida não pensa nisso!

nem sei porque raio é que esta merda me está a irritar. eu nem sou particularmente sensível à questão do aborto. não me choca, nem repugna. mas lixa-me a desresponsabilização. lixa-me, pronto!

borbulhas!

por exemplo, a necessidade que as pessoas têm de se justificar por fazer isto ou aquilo nos seus blogs ou no mural do FB. ah e tal porque isto é meu, porque me apetece, vou só colocar pontos de interrogação (exemplo estúpido para ridicularizar a coisa).
por alma dos meus gatinhos, como diz a minha mãe. ponham lá o que quiserem. caguem naquela merda, até. mas não justifiquem o óbvio!
era tipo eu dizer: porque este blog é meu, vou só colocar fotos minhas, ainda que elas sejam uma trampa.

ser-se uma grande víbora e trazer um vestido com motivos pele de cobra.

[por acaso, até nem acredito em pessoas más. há sempre ali uma falta de afecto e uma insegurança tão grandes, que se sublimam com essa defesa. e é lindo, embora perverso, admito, descobrir aquele momento em que estão no limiar da sua fragilidade.]

mas quem é que ainda ouve brian adams, pá?

pode abafar-se todo o sol que trazemos nos bolsos para que o dia corra mais feliz.

* copa apinhada de sete pessoas, todas elas a falarem ao mesmo tempo, assuntos diferentes, timbres de vozes diferentes, homens ainda mais galinhas do que algumas mulheres, e sim, é de manhã e se eu sou habitualmente preconceituosa, a esta hora ainda sou mais!!

– sugestão de likes a torto e a direito, só porque um amiguinho se lembrou de parir uma cagalhão no meio da rua e ai que giro e gostem e partilhem e o caralho!
– pedidos de ajuda para a puta da medula óssea e outras cenas semelhantes, coitadinhos e tal, sem primeiro verificarem se aquela merda é verdadeira ou se já tem quinhentos mil anos na internet e tem um nome: spam!
– fotografias de animais desaparecidos ou de animais para dar. e ainda pedem que se partilhe o anúncio. então não partilhas, baby, já estou a partilhar!

quando se ouve dois homens a dizerem piadinhas encobertas de sorriso malicioso a propósito da cor cor-de-rosa.

[isso, ou eu estar completamente intolerante, porque de quando em vez sou acometida de uns afrontamentos que só me apetece enfiar-me num lago gelado!]

estou no trabalho a olhar para as paredes, porque há um problema no servidor!

a liberdade de expressão, sempre sustentada na ideia de que as pessoas têm direito à sua opinião, é uma desculpa muito utilizada por uma maioria de pessoas completamente insensatas e irreflectidas, sempre que desejam assumir protagonismo.
a juntar a isso, a facilidade com que se obtém informação dá muitas vezes azo a que se dê opinião por tudo e por nada, sempre no resguardo de que todos temos direito a ela. à opinião.
e vai daí que se opina a torto e a direito, sobre coisas de que muitas vezes nem se tem ideia como se fazem, mas é a liberdade a que temos direito.
e somos assim, poucochinhos na nossa exigência.
argumentar com liberdade de expressão era uma coisa notável no tempo da ditadura. porque de facto não se podia falar livremente.
quando esse estigma acaba, temos de saber alterar o nosso patamar. e devíamos ter passado da liberdade de expressão, para a pertinência da expressão. porque ela existia, intrinsecamente, mesmo no tempo em que não havia a tal da liberdade de expressão.
o facto de não se poder falar no momento em que nos apetecia, fazia com que houvesse contenção na expressão, que obrigava, por sua vez, a uma reflexão. e foi isso que as pessoas deixaram de fazer: reflectir sobre a pertinência do que vão dizer.
e podemos chegar ao ponto de uma fedelha de dezassete anos usar a sua liberdade de expressão, para analisar e julgar o comportamento de alguém que tem quase o triplo da sua idade.  
é a liberdade de expressão, estúpida!

à espera da bomba que vai rebentar.

cautela e caldos de galinha.

(que eu tenho de acabar de lançar aqui uns documentos)

senhores do Photobucket,
tenho a certeza absoluta que, as alterações que acabaram de introduzir à edição de imagens, eram no intuito de tornar mais agradável a minha experiência.
mas não tornaram, bem pelo contrário!
importam-se de fazer rewind, coiso e tal, e pôr tudo como estava? é que eu, para além de ser uma grande conservadora, sou uma autêntica caramela com estas merdas da net.
agradecida. 

[buáááááá!!!]

actualização: afinal, eu fiquei-me pelas primeira impressões. costuma haver links para isso mesmo, para nós carregarmos neles. e carregando vai-se para a um novo mundo do Photobucket. cool!

estupefacta!

[posto isto, o melhor é regressar à normalidade. de facto, o melhor mundo para se viver é o da alienação!]

acho uma graça tremenda a quem discute os jogos e os clubes como se da salvação da pátria se tratasse. também gosto quando me dizem “vocês”, tratando-me como pessoa colectiva, eu que nunca paguei IRC!
oh foda-se! se gostam assim tanto de causas, porque raio não abraçam uma e fazem algo de útil?

gosto particularmente destes gajos que andam de perna aberta com medo de esmagarem os tomates.
merdosos da merda!

[‘merdosos da merda’ é lindo!]

se eu nunca experimentei ter filhos por opção, porque raio é que acham que eu fico toda encantada quando trazem as criancinhas e as exibem?

de facto, o que conta é a juventude da nossa cabeça…
até ao momento em que nos olhamos ao espelho!

… a palavra ‘transversal’!

[bom dia. aproxima-se mais um fim de semana de sol. aproveitai-o bem!]

que nos leva as pessoas que amamos. as que não amamos. as que somente conhecemos. deixa famílias devastadas. filhos sem mães. e, pior, pais sem filhos.

[até sempre, Ilda]

um bocado fartinha dos filhos da puta da vida… mas, tudo bem, a gente faz-lhes uma pega de cernelha.

deve ser o mote que está na moda!

de, à semelhança do Padrinho, fazer uma proposta que alguém não possa recusar.

ando há dias a processar e a tentar entender, o que faz com que homens de vinte e tal anos queiram prolongar a ligação, com miúdas de dezasseis, quando ela de todo já não se justifica.

e a puta da mania que têm de andar sempre a correr, parece que vão acudir ao fogo, salvar a vida de alguém ou qualquer coisa assim séria e grave…?

há quem viva uma vida inteira através de esquemas de fazer favores em troca de receber coisas e a dar de si para receber outras. (e chega a uma altura em que se sente omnipotente e, quase, deus.)
uma prostituição perfeita. um bacanal de influências que enjoa e enoja.

… a quem trabalha à hora do almoço e depois vai almoçar na hora em que todos os outros estão a bulir.

[aqui me confesso incapaz de pintar os polegares e os indicadores. o resto das unhas ficam impecáveis, só aqueles quatro desgraçados é que não! isto deve ter alguma explicação, deve, deve!]

que a vantagem de ter comentários num blog, é a inspiração que nos é trazida de bandeja.

estranho, estranho, é muita gente deduzir que, pelo facto de eu não ter pachorra para as lamechices com a merda dos animais, nomeadamente que os tratem por meninos e filhos e o diabo a quatro, eu odeio animais e os maltrato! nada mais tolo do que isso. aliás, desafio quem quer que seja a apanhar-me a maltratar um animal. mas, enfim…

causam-me alguma impressão aquelas pessoas que despejam, na timeline do FB, partilhas de artigos de jornal, links de youtubes, programs de tv a denunciar tudo e mais alguma coisa, de um modo completamente massacrante e sem descanso.
por deus, respirem lá um bocadinho e digam qualquer coisa vosso, com as vossas palavras!!

já não fumo há três semanas e tal. ao contrário do que muita gente que me rodeia pensa, não me custou nada deixar de fumar, nem me custa estar sem fumar. foi uma coisa pacífica. que deixou de me fazer sentido. eu sou assim, capaz de fazer as mesmas coisas durante anos e depois, um dia, deixo cair. curiosamente, nestas três semanas, tenho tido momentos de grande stress e angústia. tudo o que poderia fazer-me capitular. e faria se eu estivesse sem fumar contrariada. mas não.
ora, quando eu digo que é tranquilo, é porque é tranquilo, que eu não sou mentirosa, nem me faço passar por aquilo que não sou.
mas há sempre umas alminhas que insistem em achar que sabem o que eu estou a sentir e me corrigem.
uma tristeza, pensarem que sabem mais de mim, do que eu. uma tristeza mesmo! como se eu desse essa abébia a alguém!

nunca pensei que, depois de paulo bento, houvesse outro treinador tão chato, tão amorfo, tão pouco convincente ao nível do discurso.
vítor pereira veio mostrar que eu estava enganada no pensamento. tão pobrezinho que até faz confusão – não sei porque raio ainda o obrigam a falar.

e mais um berbicacho para ir resolver.

(ainda não percebi se o dinheiro é mesmo um problema, ou se é muitas vezes desculpa para se tomarem posições que doutra forma não se tem coragem. talvez um dia perceba.)

eu fico sempre desconfiada daquelas pessoas que se abeiram de mim, inclinam a cabecinha em tom de intimidade e desatam a falar baixinho.

… para o jogo de amanhã…
(acabei de espetar o pé esquerdo num presente de um cão, algures num passeio)
… vou ficar muito furiosa retroactivamente!

tanto update do facebook com cãezinhos abandonados e a precisar de dono e olhem este menino e vejam lá se conhecem alguém e ajudem a dar comida e a adoptar… adoptar um cão? foda-se, mas cão é criança para ser adoptado?
na maioria das vezes fazem filhasdaputice às pessoas que estão ao lado e depois são tão preocupadinhos com a merda dos animais!! ó que cagalhão, pá!
e gosto particularmente quando dizem que são melhores do que muitas pessoas! por.amor.da.santa!!!

não tenho a mínima pachorra para pessoas com a mania da perseguição. para além de se revelarem cobardes, acham que os outros não têm mesmo mais nada para fazer do que pensar em estratégias para as lixarem.
oh, god, get a life! or a dog. or a man. or a woman. or a dildo.
em português: vão morrer longe!

[tenho aqui uma que passa a vida a mandar-nos falar baixo. como se eu precisasse que ela assumisse a responsabilidade de alguma coisa que eu digo!! estava bem arranjada…]

… porque razão nas filas dos semáforos há gente que deixa um espaço, para o carro da frente, onde quase cabia outro carro!

[sim, estou com fome!]

a quem anda a perder peso por aí:
eu não sou o depósito de perdidos, ok?

[puta de vida! que raio andarei eu a fazer – ou a não fazer – para estar bué gorda outra vez?]

aquelas pessoas que passam a vida a anunciar o que vão fazer, mesmo quando ninguém lhes está a dar atenção (ou talvez por isso):
– vou à casinha
– vou fazer xixi
– vou tirar uma fotocópia
– vou buscar um saco de plástico
– vou deixar-te aqui uma factura
– vou mandar-te um email

por amor da santa! arranjem lá forma de resolver essa falta de atenção!!

mas sem vontadinha nenhuma, caramba!

mas que grande flop!

… a adele e os guinchos do someone like you?

(Sónia, não precisas de responder, ok?)

não suporto má educação.

chega-se ao pé de nós e diz:
– boa tarde, colegas, vou perguntar uma coisa que pode parecer estranha, mas é fundamental. alguns dos colegas comeu um iogurte do frigorífico que não fosse vosso?

fundamental?? mas esta gaja pensa que estava a falar de quê? oh puta que pariu! que atrasadas mentais que só lêem MRP e depois querem armar-se em fundamentais a falar! tão fartinha de mulheres, credo!

… e ouvi isto logo pela manhã!

Caso aceite, Santana Lopes não deverá receber qualquer remuneração, asseguram as mesmas fontes.

ontem fumei catorze cigarros.
como é que não havia de acordar com a garganta toda lixada!?!!

mas ir buscar um café à copa e levar com três galinhas a cacarejar sobre os filhos,
cá cá rá cá cá,
cá cá rá cá cá,
cá cá rá cá cá,
com os decibéis bem acima da média,
cá cá rá cá cá,
cá cá rá cá cá,
cá cá rá cá cá,
oh puta que pariu!

[bom dia a todos! não sei quantos são, se são, mas sejam quem forem e quantos forem, muito bem-vindos à minha alegre casinha!]

… que estão trinta graus lá fora, o que é que eu estou aqui a fazer, caneco??

uma pessoa está muito bem a trabalhar e de repente sabe de coisas que só lhe apetece vomitar, ou pegar num pau e desancar uma série de irresponsáveis e tachistas e a pata que os lambeu, ou o raio!!

[entretanto, respira-se, come-se uma bolacha e fica-se aqui na dúvida entre ir jantar com uma amiga de quem se gosta muito ou ir apanhar ar e ver a lua e o mar.]

uma gaja ser sopinha de massa, falar de forma anasalada e em cada duas palavras dizer ‘é assim’!
foda-se!

“o que vais fazer no dia dos teus anos?”

meu nosso senhor, nunca me deixeis ignorar o meu mau hálito!

… ca.puta.de.dor.de.cabeça!

há alturas em que as efeméridas só servem para regredir.
recuso.
recuso.
recuso.
não quero nem pensar, quanto mais saber, quanto mais escrever!

atormentada com os calcanhares.

dor de cabeça!

o povo a falar de liftings com um despeito promovido pela ausência de plafond para os realizarem!
não há paciência para tanto lugar comum, foda-se!

… é andar com as hormonas todas descontroladas!

não sabem falar e escrever português, mas reencaminham emails simplesmente com a sigla ‘fyi’.
se tivesse vindo para mim, ia logo com a resposta ‘não entendo’.
e arriscava-me a que traduzissem assim: fuck you incompetent.

ó meu deus! isto, e criancinhas a berrar em todo o lado a que se vá, é do pior!

… o somewhere over the rainbow!

“Todas as imagens que utilizo neste blogue são retiradas do Google.
Todos os textos podem ser reproduzidos desde que seja referenciada a origem e autoria.”

acabadinha de ver isto num blog de uma criatura muitíssimo conhecida. que é muito sensível em relação à partilha das suas palavras, mas acha que o google é assim a modos que uma coisa abstracta que gera fotografias espectaculares, mesmo à medida de enfeitarmos os nossos blogs. e mais, guarda as fotos e depois faz o upload para o seu blog.
é fantástica a relação que as pessoas têm com a imagem, seja ela em forma de fotografia ou de desenho. como se não houvesse autoria. como se as pessoas que desenham, que fotografam o fizessem de forma menos dedicada e íntima, logo qualquer um pode chegar e tirar e usar e o raio que parta a toda a gente que pensa e age assim.
fico possessa, a sério!

as manifestações de enfado pelo psd ter ganho as eleições. mas ainda havia alguém que tivesse dúvidas?

[mas o mais engraçado disto tudo é a capacidade de mobilização que o futebol tem, para tirar as pessoas de suas casas para festejar uma qualquer vitória, e ontem, após alguns anos em que a direita não vencia umas eleições legislativas, estavam meia dúzia de gatos pingados no marquês de pombal a agitar umas bandeirolas, e o futuro primeiro ministro a discursar para eles. eu nem tinha saído do hotel!]

deitei-me com uma bolsa térmica na mão, um pano e uma ligadura, para a amarrar ao pé esquerdo e fazer frio, muito frio. (não sei que raio fui fazer no pé que me dói imenso e incha ao final do dia).
na televisão, nos breves momentos em que procuro que o sono chegue mais depressa, encontro tourada. o momento da pega. e eu a desejar ver sangue. não no lombo do touro, mas no lombo de algum dos forcados ou dos cavaleiros ou uma merda assim…
que curioso… não imaginava que a língua dos touros era branca. pensei que era como a dos outros seus semelhantes, os bois e as vacas e afins. mas não. é branca. pelo menos foi dessa cor que a vi no final da pega, quando uma criatura de duas pernas se armava em valentão e continuava a puxar-lhe o rabo, com ar de herói.
ainda estou pasma! a língua dos toiros é branca. as coisas que uma pessoa aprende…

abro a caixa de correio e vejo um email com uma entrada na intranet, que começava assim: almoçe blá blá blá.
curto e grosso, puta que pariu! e o bitoque, que me soube tão bem, não merecia este murro no estômago.

correio

meiavolta(at)gmail(dot)com

fotografias

todas as fotografias aqui reproduzidas são da autoria de ©Anabela Brito Mendes, excepto se forem identificadas.

acordo ortográfico

não sei como se faz e nem quero saber!

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