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subo com ela no elevador. coincidência que a primeira pessoa que vejo do emprego, seja a última que vi ontem quando saí.
a juntar à péssima escolha do vestido de saia rodada, quando se tem umas ancas da largura de um camião, junta-se a vulgaridade do mesmo não ter costas. e a compôr o ramalhete, unhas dos pés de um verde claro quase fluorescente, a combinar com as das mãos de um vermelho a fugir para o laranja.
muito, muito mau! ainda que tenha dormido quase nove horas, há coisas que os meus olhos não aguentam!
pôr a máquina de lavar roupa a funcionar quando se tem poucas horas de sono (se calhar não são assim tão poucas – seis) – a probabilidade de se colocar o detergente no sítio do amaciador é elevada!
e o pior é a sensação de nabice pura a olhar para a máquina e pensar ‘e agora o que é que eu faço a isto?’, tentar congregar todos os neurónios disponíveis pelos cantos do cérebro, os gajos espalhados cada um para seu canto, ainda a roncarem, até que aparece um grupito mais madrugador et voilá! faz-se luz: vai lá procurar um programinha só para enxaguar isso, talvez resulte.
a minha vida às vezes é tão difícil!
… que nem vos conto!
uns tipos a pintarem a zona de acesso aos escritórios. os dois elevadores no último piso. as minhas narinas invadidas com um cheiro intenso, nojento. coitados dos homens que estavam a executar o trabalho. grande moca.
hoje acordei às oito e cinquenta. eu já devia saber que quando de manhã me ponho a sonhar coisas parvas, é porque estou atrasada. é certinho!
a malta põe-se a ver os hotéis de charme da sábado, começa a sonhar acordada e depois de manhã é que são elas!!
hoje, o que eu desejei uma grua que me levantasse da cama…
e, entretanto, muitos papéis para despachar.
de ouvir.
coisa mais interessante! blhéc!
dói-me as costas e a cabeça.
este fim de semana dormi quase nada. constato que a minha condição física já não recupera muito bem. estou a ficar cota.
… numa mulher canhota.
se for bonita, de cabelos compridos, elegante e de vestido preto, enfim, vou comer o meu pãozinho e beber o meu chá preto.
já acordei tarde. ontem não adormeci cedo e o sono não foi muito tranquilo, fruto do tapa-destapa em que têm sido, novamente, as minhas últimas noites.
como de costume, bebi uma caneca de leite de soja com ovomaltine – tudo quanto consigo enfiar de rajada no estômago, todas as manhãs. adorava ser de tomar o pequeno-almoço, comer uma torrada, ou o que quer que fosse, mas não consigo. (são 10:36 e estou a ouvir pela primeira vez, hoje, o “on the floor”. vou fazer a contagem das vezes que esta merda vai passar durante o dia)
saí de casa atrasadíssima, em pânico com o trânsito, que os gajos da rádio parecia que estavam a debitar uma catástrofe mundial.
como já estava atrasada, resolvi ir levantar dinheiro. dito assim, parece uma coisa de estilo, mas era mesmo por necessidade, que só tinha moedas na carteira. depois de ir ao multibanco pensei em ir comprar um queque ao Xico. era cool para tapar o estômago antes de ir à Rute, mais logo.
entrei no café, e em vez de dizer que queria um queque para levar, deixei-me sugestionar com o gesto do empregado já a pegar na chávena da meia de leite que habitualmente consumo, e peço meia de leite e um queque. tão estúpida, meu deus! podia ter pedido só um café, qualquer merda assim, mas não. saí de lá com o estômago atafulhado em leite, mais o que já tinha bebido em casa, que grande mixórdia.
o trânsito afinal não estava nada de especial. cheguei até relativamente rápido a Lisboa.
para completar o meu périplo matinal, fui buscar um café e água. portanto, a minha capacidade de tomar decisões correctas, hoje, está devidamente calibrada, como se pode ver.
e ainda só são 10:48. daqui a pouco vou comer um pão com manteiga e beber um chá preto.
[peçam por mim, por favor!]
vou comer!
(não deve haver assim tanto entusiasmo à volta desta declaração, até porque nem eu própria estou muito entusiasmada.)
semana muito boa. soube-me muito bem. só fui à praia duas vezes, não fui aos arraiais de santo antónio, mas estive imenso em casa. muitas horas sozinha. reparador, portanto.
o dia de hoje… será como for.
[esta noite durou uma eternidade. acordei amiúde. sonhei coisas completamente disparatadas, outras nem por isso.]
hoje vou à oftalmologista e à terapia.
tudo a ver.
[já apaguei dois posts que tinha escrito quase na totalidade. inédito, em mim. que raio!]
tenho as mãos inchadas e o verniz a sair.
(não é a estalar.)
quando ainda nem tomei o meu pequeno-almoço laboral, prescindia de boa vontade de abrir o Priberam e dar de caras com a palavra do dia: oliguresia.
[acho que voltou o calor, não é? pelo menos não está vento. eu detesto vento. detesto mesmo! afecta-me as meninges. é como no Volver, do Almodovar, quando justificam a loucura das pessoas com o vento. eu já sou louca, por antecipação. o vento só me perturba ainda mais.]
quando ainda tenho os olhos meio fechados e dói-me ligeiramente a cabeça.
estava na fila para entrar na marginal, quando vi um cartaz a anunciar um festival ou qualquer coisa do género, com o grupo “thirty seconds to mars”.
ao ver aquilo assim escrito, sim porque eu não sou assim tão ignorante e conheço o grupo, fiz ali uma associação de ideias que me levou a ter vontade de criar um blog com o nome “dirty minutes to venus”.
bom dia.
… mas está uma manhã excelente para ficar esticada à beira-mar.
se dormir bem esta noite, amanhã é o que vou fazer.
bom dia!
felizes?
é o que se quer…
tantos posts que fiz ontem e hoje… nada me sai.
pescada cozida com todos. (e comigo também, que já estou a antecipar o prazer.)
sol e calor. repito-me. nem quero saber. sol e calor.
[e eu a precisar de arranjar as unhas das mãos.]
que bela manhã para ter encostado o carro na marginal e deitar-me ao sol!
a vida começa a sorrir. não fora estar tesa que nem um carapau e seria um belo recomeçar!
[ando cheia de afrontamentos, meu deus! passei a noite no destapa, tapa, destapa, tapa, que cena!]
os dias maiores, sol, algum calorzinho.
tudo começa a conciliar-se.
que bom!
muitas coisas que me ocorrem, pouco tempo para as fixar e, consequentemente, escrever.
e isso deixa-me bastante frustrada.
[trânsito horrível, hoje. mas uma marginal com o seu lado direito cheio de sol, mar tranquilo, barquinhos, alguém a fazer wind surf em frente à curva dos pinheiros, a vontade imensa de me deitar no muro e ficar ali esticada a apanhar sol e a pensar na vida. só não o fiz porque estou com dor de cabeça, claro. dormi muito, mas devo ter dormido mal. ouvi o despertador e dei-lhe uma sapatada. adormeci. acordei tarde. há greve de transportes e o trânsito estava bravo. portanto, dói-me a cabeça. talvez seja altura de ir comer qualquer coisa. e pensar em fumar menos. e relaxar que esta semana estou num stress estúpido, que não ajuda nada a tomar decisões. preciso de um fim de semana tranquilo, com sol, fora daqui, em que não tenha que pensar e só vá. não será o próximo, mas será no outro. ou eu não me chame o que me chamo no bi.]
bom dia!
muito, muito cansada fisicamente.
*
adoro a lua.
*
ontem descontrolei-me e mandei uns berros. não gostaram. há gente muito susceptível.
*
tenho o verniz todo remendado. por acaso devia tê-lo feito com uma cor diferente. da próxima experimento. com azul escuro deve ficar bem um verde clarinho.
ainda bem que não sou! eu jamais conseguiria dizer esta palavra sem me engasgar. e como é que uma pessoa que é ovolactovegetariana pode dizer que é sem dizer? não pode.
menos uma preocupação. cool.
constipei-me!
[treta! não vem a calhar como outra coisa qualquer não viria. na verdade, a minha vida é tão simples, que nada a pode abalar significativamente. tirando a terapia, que me remexe toda e me deixa uns dias de ressaca, tudo o resto é tranquilo. até a minha querida equipa se tem portado muito bem, com jogos magníficos e vitórias importantes. sou uma dirigente babada, assumo.]

Prima, muito bom dia para ti.
… e eu já estou toda podre!
(grande avaria, costuma ser assim todas as segundas-feiras, nem sei porque estranho!)
mas hoje estou particularmente podre fisicamente.
ontem andei dezasseis horas em viagem e almoço e jogo e regresso e o caraças!
mas, como diz o treinador do seniores do meu clube, o futebol só tem piada quando se ganha e nessa altura tudo se ultrapassa, até o cansaço de viagens longas!
e por falar em futebol, hoje é dia de sporting-benfica. caneco! isso depois da Rute vai ser do best!
e eu a caminho de um dia (viagem) que na melhor das hipóteses terminará por volta da uma da manhã!
com uma comitiva de vinte e tal… mulheres! (ninguém merece)
segundo a minha Prima, para me dar alento, São Paulo dizia ‘suportai-vos uns aos outros na caridade’. seja!
(não sei onde é que elas arranjam tanta coisa para dizer logo pela manhã!)
(chris rea – it’s all gone)
isto está lindo. começo por colocar iutubes. a seguir virão os poemazinhos lamechas. e imagens de animaizinhos fofinhos, tão queridos que eles são. e de seguida dêem-me um tiro na cabeça, se eu por acaso me esquecer de o fazer!
ai, estou tão malinho… dói-me a cabeça, o corpo, só me apetece dormir.
… que parece que andei a dar-lhe!
não tenho escrito aqui, mas a minha secretária está incomparavelmente mais vazia. olaré!
[treta! eu não tenho escrito por causa de ter muito trabalho. se eu tiver inspiração um post demora no máximo cinco minutos a ser escrito. a não ser que eu queira escrever um lençol. portanto, ontem não escrevi porque não me saiu nada. mas fico muito contente por ter despachado uma data de papéis.]
mas não me enfrasquei… só fiquei assim um bocadinho com roda livre.
e eu com uma dor terrível no joelho esquerdo…
[e azeda, azeda, azeda!]
hoje é terça-feira. dia de digerir.
[sou uma pessoa grata por todas as pessoas que gostam de mim. tenho muitas pessoas que gostam de mim, de facto. e procuro não me esquecer disso. que me dedicam afectos delicados e que ficam felizes quando lhes retribuo de igual medida. tanta gente que tenho na minha vida e nenhuma delas substitui outra.]
está sol. não sei se está frio. não o senti quando entrei no carro. e, hoje, o que eu quero é abrir o meu coração, para todos os que o queiram receber. passaria de bom grado o dia inteiro a conversar ao sol. a apaziguar os menos tranquilos.
[tamanha tareia que levei ontem. ela dizia-me que não. eu que sim. fiquei profundamente irritada. acho que nunca me tinha zangado assim.]
só o que se me ocorre de momento.
hoje é segunda-feira. início de uma nova semana.
[sábado, desportivamente, foi um dia muitíssimo bom! gosto cada vez mais da minha equipa!]
sono, sooonooo…zzzzzzzzzzz!
entre o rato e o teclado.
entre a caneta e a lapiseira.
entre a borracha e o agrafador.
[dói-me o pescoço, os tornozelos, a garganta e já agora, gostaria de perceber porque razão acordei com uma tristeza tão grande, que se lhe tivesse dado confiança tinha começado o dia a chorar!]
a sair de casa, ainda nem sequer vi a marginal, e já está a dar “o amor é” na antena 1.
a que horas é que eu entro, mesmo?
… e amanhã começa a Feira Esotérica de Oeiras. olaré!
… ou como esta segunda-feira vai ser muito preenchida.
tenho bué trabalho, dois mails para responder (vós que sabeis quem sois, não me julgais mal que daqui a pouco já ponho mãos à obra), umas fotos do fim de semana para carregar aqui, mais logo a Rute (ai.valha-me.nossa.senhora.que ela.vai.mandar-me.internar) e depois um encontro para discutir o sexo dos anjos.
a vida a dar umas grandes voltas e eu aqui toda receosa e defendida, credo, que nem parece coisa minha!
bom dia!
… vou tomar o pequeno-almoço, que já estou a ficar com vontade de bater.
e ter vontade de bater, estando com fome, pressupõe o risco iminente de levar com um processo disciplinar.





























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