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e só me apetece dormir!
quando alguém nos diz “nunca te vou perdoar” está a pensar que o seu perdão é uma coisa de que necessitamos muito, não é?
o que, às vezes, pode não passar de uma presunçãozinha tola…
o Tramal é tramado!
o meu primo sai mais logo daqui com temperaturas negativas, e aterra sete horas e tal após, mesmo a tempo de ir para a ilha mergulhar no calor de luanda!!
não me parece nada justo!
(só de imaginar o bafo que se leva na cara, tipo chapada mesmo, quando se sai do avião, até fico toda roída, carago!)
… que já tinha visto o sol (a atravessar a sua claridade pelas cortinas do quarto, enquanto eu me espreguiçava vergonhosamente, dizendo à minha mãe, que sim, a Maria está melhor, mas vamos ter cuidado com o frio. ) isto, às 14:15!
ide lá ler o resto, que a Vieira escreve sempre muito bem!
mas, ó morena gira, por acaso não estava na altura, sei lá digo eu, de… portantes… escreveres um postzito, ou coisa que o valha?
ou já estás como aquelas que chegama determinada idade e não fazem mais anos? e vamos ter o prima naquele post nos próximos, digamos, vinte anos? hem?

é tão bom pertencer a um lugar.
e ter amarras sem me sentir amarrada.
ó jeitosa do nuorte, carago!
tu sabes que eu gosto bué, mas bué mesmo, de ti?
porque para além do tudo [e este ‘do tudo’ é intencional e abarca uma série de coisas muito nossas] , por detrás dessa bocarra que lança tudo o que lhe vai na cabeça no momento, está uma pessoa franca, directa e muito, muito leal.
e é por isso que ainda por aqui andamos. as duas.

(graffiti em alfama)
e soltar a porcaria toda! não quero cá nada que me incomode!
[quase, quase a ir para casa. que bom!]
o dia de hoje só se repete daqui a quatro anos.
por isso, aproveitai-o bem.
li agora no record, que na organização do euro 2008, estão a trabalhar 14 portugueses.
vem uma fotografia conjunta com o director executivo da uefa, mais um pequeno currículo de cada um.
bem fixe!
prima, ao contrário do que eu pensava, a vegetocoisa não tem nada a ver com vegetais!

não vale a pena irem às fotos do cabeçalho.
o resto da foto não tem interesse nenhum.
(qual a graça de um sorriso de menina mimada, quando já se tem 44 anos?)
voltem cá só amanhã.
é que isto hoje vai estar um bocado intratável – só me apetece vomitar, mesmo!
e sabem que o blog é o saco onde despejo o lixo da alma!

Su, toma lá um abracini de parabénis!
se há coisa que me incomoda, é gente frágil e insegura. especialmente, se procuram reforços positivos aqui deste lado.
oh pá, é que não tenho jeitinho nenhum para dourar a pílula. lamento.
perguntava-me alguém, se eu não tinha programa melhor para um domingo – tinha, tenho sempre alternativa ao que faço. mas foi aquela que escolhi. e estava uma tarde excelente, com sol e algum calor, mesmo propícia para rever o que já me fez muito feliz.
às vezes penso que agora é que havia de começar, tanta coisa que já sei. mas, agora, que já sei tanta coisa, já não tenho a inocência do querer. o fascínio do desconhecido e das dificuldades.
(no outro dia sonhei que tinha voltado. que, num momento de insanidade, só pode, tinha-me comprometido com uma equipa. a sensação não foi nada boa.)
olha lá, minha queridíssima morena (ainda estás morena?), para além dos parabéns e coiso e tal, mais os encontros na caixa do carrefour, que nunca mais se deram, vê lá agora se com a casa nova desatas a fazer a mesma coisa, e passa dias e dias e dias sem postar nada!
ah… está aprovado – eu consigo lá comentar. podes continuar!
a seguir ao respeito, a confiança é o sentimento mais importante nas relações humanas.
vou ali passar o fim de semana e fazer anos.
quando voltar já terei 44. é lindo! 44! é uma idade muito bonita de se fazer.
lá está, minha querida. a maioria das pessoas não quer ouvir. quer é ser ouvida! e na impossibilidade (monetária ou por falta de tomates) de o fazerem com alguém especializado em as ajudar, fodem os ouvidos ao primeiro que lhes apareça pela frente.
é fugir delas, querida. é fugir, mesmo!!!
deus, no qual eu não acredito, mas que é bondoso, magnânimo, omnipotente e omnipresente, existe!
já recebi o i.r.s.!
dois sítios, em londres, onde a minha pré-menopausa se manifestou vivamente: o metro e os autocarros. porra de calor!
vá, ide lá dar muito amor às criancinhas. amor resolve imensas coisas.
por isso, dai muito amor às vossas criancinhas, mas não as torneis inaptas, por favor.
e educação, que é muito bom e agora já quase não se usa.
recapitulando: amor e educação.
aqueles que ainda se sentem um pouco crianças, um muito bom dia!
… não me sai da cabeça o London Calling dos The Clash!
(de hoje a oito… lá lá lá)
(já não me bastava ter uma gémeos na minha vida, ainda apareces tu!!…)
Bifinha querida, tu já sabes que és especial, e apesar de tu gostares muito mais da Maria do que de mim, eu aguento. não é por ti, obviamente, mas porque gosto demasiado do Bifinho. daí que, coiso e tal, aquelas coisas todas boas e
muuuuuuuitos parabéns!
esta malandra, que não deixa sem troco as minhas pequenas provocações (e digo-vos que muito haveria por onde provocar, porque ela é toda giraça!), resolveu presentear-me com um espreme neurónios. já vou no segundo. siga!
minha querida, para não destoar das tuas muito assertivas frases, deixo-te com esta:
Candeia que vai à frente, é porque está cheia de pressa!
(*) Um “meme” é um ” gene cultural” que envolve algum conhecimento que passas a outros contemporâneos ou a teus descendentes. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma”.
dear miss allen,
só para lhe dar conta que os rectos, os parágrafos obviamente, aqui e ali se vão manifestando. mas como foi tão preciosa essa sua informação, não quero abusar dela, quiçá esgotando-a.
para a nina, com muito, muito carinho!
e que o dia seja, simplesmente, único.
[há pessoas assim. que nos (re)conhecem no meio da multidão, e que nos cativam pela simplicidade do afecto. e isso é tão bom!!]
Agora Luanda
de Inês Gonçalves e Kiluanje Liberdade
com textos de José Eduardo Agualusa e Delfim Sardo
na sequência do documentário “Oxalá cresçam pitangas”.
uma breve apresentação aqui.
não quero. já tenho 🙂
oferta da minha querida morena (whoelse?)
obrigada, Vieira, por estas palavras. é tudo isso que eu sinto. pronto, eu não gosto muito que eles venham desencabrestados e me cheirem as mãos. mas o resto, é mesmo assim!
* título de um texto encontrado aqui, que eu com a devida vénia não li, porque não consigo ler coisas tão grandes, mas na verdade o que eu invejei foi a expressão. adorava que a originalidade tivesse sido minha, mas não foi.
na verdade, cheguei lá por aqui, noutro texto enorme, que eu com a devida vénia não li, pelos mesmo motivos, mas que tem uma vantagem em relação ao outro: tem links! e eu adoro seguir os links. mesmo que não perceba nada do que se está a passar.
ontem (re)encontrei a minha amiga Dina. conhecemo-nos há três anos e tal, em momentos algo conturbados das nossas vidas. e criámos uma empatia imediata que nos fazia estar longas horas à conversa, e a divertirmo-nos imenso.
entretanto, ela casou e eu também. os encontros rarearam, e muitas vezes aconteciam no carrefour, com carrinhos de compras atulhados entre nós.
ontem, o tempo em que estivemos juntas voou. e foi como se tivéssemos estado juntas na véspera – há pessoas assim, com as quais temos essa facilidade em estar sem peso.
acabei de encontrar este blog e estou desejosa de o ler todo!
é como se lá estivesse.
às vezes (des)organizo-me em palavras
estamos juntos, sim!
as crianças são sempre um assunto muito especial, para mim. talvez porque ainda não tenha abandonado o meu lado infantil. tenho com elas uma relação muito inconstante – ora gosto muito delas, ou as detesto. o que me parece muito forte, mas é a minha forma de viver os afectos. tenho especial antipatia por crianças mal educadas, que mexem em tudo, que estragam, que se revelam sem o mínimo de regras – é certo que os responsáveis desse comportamento são os pais, ou quem por eles faz esse trabalho. e faço-lhes má cara e respondo torto.
com a Maria, o meu mundo tem sido invadido por crianças. são os sobrinhos que vão nascendo de forma cíclica. e, sem grande esforço, a minha dedicação tem aumentado. até porque consigo acompanhar facilmente as coisas que fazem – rebolar-me no chão, pular, fazer caretas, comer coisas que me dão e que já passaram pelas bocas e mãos e chão e o diabo a quatro.
o que mais gosto de fazer – fotografá-los!
isto a propósito de, ainda esta semana, a família ir aumentar – vem aí o quarto sobrinho-neto da Maria.
(e eu ponho-me a pensar, pomo-nos a pensar, e pensamos, pensamos, pensamos, toda a gente mais do que convencida, e o raio do passo que é tão difícil de assumir! )
querido PR,
a propósito deste comentário: hoje, quando vinha trabalhar, tentei. juro que tentei. e digo-te mais, tenho imensa pena porque tu tens a voz muito bonita. mas, ó PR, eu já não tenho neurónios que aguentem tanta inglesada logo pela manhã!!! aquilo é muita agitação para o meu pobre cérebro – não te esqueças que estive ligada ao futebol quase vinte anos! não mata, mas mói! acredita!
aqui e ali vou-te vendo na tv, leio o que escreves e está prometido: dia 29 às 20:00, quando vestir a minha camisolita amarela, vou-me lembrar de ti.
e que ganhe o melhor!
às vezes, é mesmo só ir aliviar o intestino!
bom, bom, é quando temos gente conhecida na oficina da marca e telefonamos para fazer a revisão e nos dizem “vem cá depois do almoço que eu trato disso!”
(e pensar que ando há bué para o fazer! sou mesmo preguiçosa, raios!)
o programa de ontem da Paula Moura Pinheiro – Câmara Clara, na RTP2.
com a Lura e o Kiluanje Liberdade.
de fim de semana e tal.
(hoje estou que nem posso, com saudades da minha Maria)
vou ali comprar terra para amanhã compor uns vasitos!
bom fim de semana para quem aqui passar 🙂
se eu estivesse internada, acho que também escreveria uma coisa assim.
está excelente!










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