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e só me apetece dormir!


muitos parabéns a estas duas princesas:

maria carolina e I

(não havia vela, improvisou-se!)

quando alguém nos diz “nunca te vou perdoar” está a pensar que o seu perdão é uma coisa de que necessitamos muito, não é?
o que, às vezes, pode não passar de uma presunçãozinha tola…

o Tramal é tramado!

o meu primo sai mais logo daqui com temperaturas negativas, e aterra sete horas e tal após, mesmo a tempo de ir para a ilha mergulhar no calor de luanda!!
não me  parece nada justo!
(só de imaginar o bafo que se leva na cara, tipo chapada mesmo, quando se sai do avião, até fico toda roída, carago!)

… que já tinha visto o sol (a atravessar a sua claridade pelas cortinas do quarto, enquanto eu me espreguiçava vergonhosamente, dizendo à minha mãe, que sim, a Maria está melhor, mas vamos ter cuidado com o frio. ) isto, às 14:15!

Se calhar, esta é uma das vantagens de os anos passarem por nós: aos quarenta, sinto mesmo que o que mais interessa é ser-se feliz porque o tempo voa e que isso também passa – e muito – por facilitar a felicidade dos outros.  Parece-me simples.

ide lá ler o resto, que a Vieira escreve sempre muito bem!

mas, ó morena gira, por acaso não estava na altura, sei lá digo eu, de… portantes… escreveres um postzito, ou coisa que o valha?
ou já estás como aquelas que chegama determinada idade e não fazem mais anos? e vamos ter o prima naquele post nos próximos, digamos, vinte anos? hem?

seguro

é tão bom pertencer a um lugar.
e ter amarras sem me sentir amarrada.

ó jeitosa do nuorte, carago!
tu sabes que eu gosto bué, mas bué mesmo, de ti?
porque para além do tudo [e este ‘do tudo’ é intencional e abarca uma série de coisas muito nossas] , por detrás dessa bocarra que lança tudo o que lhe vai na cabeça no momento, está uma pessoa franca, directa e muito, muito leal.
e é por isso que ainda por aqui andamos. as duas.


(graffiti em alfama)

e soltar a porcaria toda! não quero cá nada que me incomode!
[quase, quase a ir para casa. que bom!]

o dia de hoje só se repete daqui a quatro anos.
por isso, aproveitai-o bem.

li agora no record, que na organização do euro 2008, estão a trabalhar 14 portugueses.
vem uma fotografia conjunta com o director executivo da uefa, mais um pequeno currículo de cada um.

bem fixe!

prima, ao contrário do que eu pensava, a vegetocoisa não tem nada a ver com vegetais!

não vale a pena irem às fotos do cabeçalho.
o resto da foto não tem interesse nenhum.
(qual a graça de um sorriso de menina mimada, quando já se tem 44 anos?)

voltem cá só amanhã.
é que isto hoje vai estar um bocado intratável – só me apetece vomitar, mesmo!
e sabem que o blog é o saco onde despejo o lixo da alma!

Su, toma lá um abracini de parabénis!

se há coisa que me incomoda, é gente frágil e insegura. especialmente, se procuram reforços positivos aqui deste lado.
oh pá, é que não tenho jeitinho nenhum para dourar a pílula. lamento.

perguntava-me alguém, se eu não tinha programa melhor para um domingo – tinha, tenho sempre alternativa ao que faço. mas foi aquela que escolhi. e estava uma tarde excelente, com sol e algum calor, mesmo propícia para rever o que já me fez muito feliz.
às vezes penso que agora é que havia de começar, tanta coisa que já sei. mas, agora, que já sei tanta coisa, já não tenho a inocência do querer. o fascínio do desconhecido e das dificuldades.
(no outro dia sonhei que tinha voltado. que, num momento de insanidade, só pode, tinha-me comprometido com uma equipa. a sensação não foi nada boa.)

olha lá, minha queridíssima morena (ainda estás morena?), para além dos parabéns e coiso e tal, mais os encontros na caixa do carrefour, que nunca mais se deram, vê lá agora se com a casa nova desatas a fazer a mesma coisa, e passa dias e dias e dias sem postar nada!
ah… está aprovado – eu consigo lá comentar. podes continuar!

a seguir ao respeito, a confiança é o sentimento mais importante nas relações humanas.

vou ali passar o fim de semana e fazer anos.
quando voltar já terei 44. é lindo! 44! é uma idade muito bonita de se fazer.

lá está, minha querida. a maioria das pessoas não quer ouvir. quer é ser ouvida! e na impossibilidade (monetária ou por falta de tomates) de o fazerem com alguém especializado em as ajudar, fodem os ouvidos ao primeiro que lhes apareça pela frente.
é fugir delas, querida. é fugir, mesmo!!!

deus, no qual eu não acredito, mas que é bondoso, magnânimo, omnipotente e omnipresente, existe!

já recebi o i.r.s.!

dois sítios, em londres, onde a minha pré-menopausa se manifestou vivamente: o metro e os autocarros. porra de calor!

Tal como a Ségolène Royal, também eu sou um bom partido. And that’s, indeed, an undoubtable fact.
// Coming out da Mente Assumida @ 15:18

f1020004a.jpg

quando era criança
vivi, sem saber,
só para hoje ter
aquela lembrança
(…)

(fernando pessoa – cancioneiro)

vá, ide lá dar muito amor às criancinhas. amor resolve imensas coisas.
por isso, dai muito amor às vossas criancinhas, mas não as torneis inaptas, por favor.
e educação, que é muito bom e agora já quase não se usa.
recapitulando: amor e educação.

aqueles que ainda se sentem um pouco crianças, um muito bom dia!

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 … não me sai da cabeça o London Calling dos The Clash!

(de hoje a oito… lá lá lá)

muitos parabéns, Bifinha!

(já não me bastava ter uma gémeos na minha vida, ainda apareces tu!!…)

Bifinha querida, tu já sabes que és especial, e apesar de tu gostares muito mais da Maria do que de mim, eu aguento. não é por ti, obviamente, mas porque gosto demasiado do Bifinho. daí que, coiso e tal, aquelas coisas todas boas e

muuuuuuuitos parabéns!

esta malandra, que não deixa sem troco as minhas pequenas provocações (e digo-vos que muito haveria por onde provocar, porque ela é toda giraça!), resolveu presentear-me com um espreme neurónios. já vou no segundo. siga!
minha querida, para não destoar das tuas muito assertivas frases, deixo-te com esta:

Candeia que vai à frente, é porque está cheia de pressa!

(*) Um “meme” é um ” gene cultural” que envolve algum conhecimento que passas a outros contemporâneos ou a teus descendentes. Os memes podem ser ideias ou partes de ideias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autónoma”.

dear miss allen,
só para lhe dar conta que os rectos, os parágrafos obviamente, aqui e ali se vão manifestando. mas como foi tão preciosa essa sua informação, não quero abusar dela, quiçá esgotando-a.

papoila-branca2.jpg

para a nina, com muito, muito carinho!
e que o dia seja, simplesmente, único.

[há pessoas assim. que nos (re)conhecem no meio da multidão, e que nos cativam pela simplicidade do afecto. e isso é tão bom!!]

agora luanda

Agora Luanda
de Inês Gonçalves e Kiluanje Liberdade
com textos de José Eduardo Agualusa e Delfim Sardo

na sequência do documentário “Oxalá cresçam pitangas”.
uma breve apresentação aqui.

não quero. já tenho 🙂
oferta da minha querida morena (whoelse?)

“Sou, aliás, ainda mais fundamentalista, mais papista que o papa: apesar de adorar cães e de não me importar nada que um deles venha desencabrestado rua fora, me cheire o rabo e me lamba as mãos, percebo que exista quem não goste. Mesmo os mais meigos, os mais tontos, os manifestamente inofensivos, não deveriam andar soltos na rua. Aquela conhecida frase, “não tenha medo, ele não morde”, que todos nós já ouvimos numa altura ou noutra, desperta em mim uma irritação desmedida. Eu não sei se o cão não morde e não me interessa: posso simplesmente não gostar que me fareje e lamba; não sei se está vacinado, se está limpo; posso ir com o meu cão pela trela e não me apetecer vê-los a engalfinharem-se, posso ter um medo irracional ou posso ser alérgica… Não são só os cães perigosos que circulam livremente graças à imbecilidade dos donos; os outros, por vezes, também; traduzindo-se estas amplas liberdades, antes de mais, numa enorme falta de respeito pelo espaço contentor de terceiros.”

obrigada, Vieira, por estas palavras. é tudo isso que eu sinto. pronto, eu não gosto muito que eles venham desencabrestados e me cheirem as mãos. mas o resto, é mesmo assim!

Não é pois de estranhar que, absorta naquele beijo, tentando fotografá-lo com os olhos, tenha batido com a cabeça na coluna de ferro maciço que naquele preciso momento se atravessou à minha frente. Ainda dói.

bem feita, que é para não seres cusca!!!

rochas na praia da parede

* título de um texto encontrado aqui, que eu com a devida vénia não li, porque não consigo ler coisas tão grandes, mas na verdade o que eu invejei foi a expressão. adorava que a originalidade tivesse sido minha, mas não foi.
na verdade, cheguei lá por aqui, noutro texto enorme, que eu com a devida vénia não li, pelos mesmo motivos, mas que tem uma vantagem em relação ao outro: tem links! e eu adoro seguir os links. mesmo que não perceba nada do que se está a passar.

ontem (re)encontrei a minha amiga Dina. conhecemo-nos há três anos e tal, em momentos algo conturbados das nossas vidas. e criámos uma empatia imediata que nos fazia estar longas horas à conversa, e a divertirmo-nos imenso.
entretanto, ela casou e eu também. os encontros rarearam, e muitas vezes aconteciam no carrefour, com carrinhos de compras atulhados entre nós.
ontem, o tempo em que estivemos juntas voou. e foi como se tivéssemos estado juntas na véspera – há pessoas assim, com as quais temos essa facilidade em estar sem peso.

acabei de encontrar este blog e estou desejosa de o ler todo!
é como se lá estivesse.

às vezes (des)organizo-me em palavras

estamos juntos, sim!

babya.jpg

as crianças são sempre um assunto muito especial, para mim. talvez porque ainda não tenha abandonado o meu lado infantil. tenho com elas uma relação muito inconstante – ora gosto muito delas, ou as detesto. o que me parece muito forte, mas é a minha forma de viver os afectos. tenho especial antipatia por crianças mal educadas, que mexem em tudo, que estragam, que se revelam sem o mínimo de regras – é certo que os responsáveis desse comportamento são os pais, ou quem por eles faz esse trabalho. e faço-lhes má cara e respondo torto.
com a Maria, o meu mundo tem sido invadido por crianças. são os sobrinhos que vão nascendo de forma cíclica. e, sem grande esforço, a minha dedicação tem aumentado. até porque consigo acompanhar facilmente as coisas que fazem – rebolar-me no chão, pular, fazer caretas, comer coisas que me dão e que já passaram pelas bocas e mãos e chão e o diabo a quatro.
o que mais gosto de fazer – fotografá-los!

isto a propósito de, ainda esta semana, a família ir aumentar – vem aí o quarto sobrinho-neto da Maria.

(e eu ponho-me a pensar, pomo-nos a pensar, e pensamos, pensamos, pensamos, toda a gente mais do que convencida, e o raio do passo que é tão difícil de assumir! )

é serviço público com clareza e simpatia: Marquesa. perguntem que ela responde!

obrigada Cristina!

querido PR,

a propósito deste comentário: hoje, quando vinha trabalhar, tentei. juro que tentei. e digo-te mais, tenho imensa pena porque tu tens a voz muito bonita. mas, ó PR, eu já não tenho neurónios que aguentem tanta inglesada logo pela manhã!!! aquilo é muita agitação para o meu pobre cérebro – não te esqueças que estive ligada ao futebol quase vinte anos! não mata, mas mói! acredita!
aqui e ali vou-te vendo na tv, leio o que escreves e está prometido: dia 29 às 20:00, quando vestir a minha camisolita amarela, vou-me lembrar de ti.
e que ganhe o melhor!

às vezes, é mesmo só ir aliviar o intestino!

bom, bom, é quando temos gente conhecida na oficina da marca e telefonamos para fazer a revisão e nos dizem “vem cá depois do almoço que eu trato disso!”
(e pensar que ando há bué para o fazer! sou mesmo preguiçosa, raios!)

o programa de ontem da Paula Moura Pinheiro – Câmara Clara, na RTP2.
com a Lura e o Kiluanje Liberdade.

de fim de semana e tal.

(hoje estou que nem posso, com saudades da minha Maria)

vou ali comprar terra para amanhã compor uns vasitos!

bom fim de semana para quem aqui passar 🙂

se eu estivesse internada, acho que também escreveria uma coisa assim.
está excelente!

orquäeas da mamã

correio

meiavolta(at)gmail(dot)com

fotografias

todas as fotografias aqui reproduzidas são da autoria de ©Anabela Brito Mendes, excepto se forem identificadas.

acordo ortográfico

não sei como se faz e nem quero saber!

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