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diz que por aí por fora os jacarandás já estão assim. verdade?
… não sei se é dos nérvos, mas estou cá com uma moca!!!
(e ainda são só 22:40!)

domingo no fim.
[que tal foi? o meu… completamente improdutivo]
está-me a acontecer uma coisa pela última vez, em virtude de parte de outra que vou fazer pela primeira vez.
ou será que vou fazer uma coisa pela primeira vez e como consequência disso acontece-me esta pela última vez? não. ai! as consequências só vêm depois. não podemos ter consequências de uma coisa que ainda não aconteceu… pois não? ai que estranho!
[tenho o café já frio. acho melhor ir bebê-lo!]
vinha pelo caminho a pensar, que se me fosse dado a escolher um luxo, neste momento escolhia um motorista às ordens [um motorista sim, com discriminação de sexo embora seja politicamente incorrecto. de preferência com cara de mau e poucas falas, que eu não ando com paciência para ouvir falar].
e vocês?
bom dia! (tenho a vida tão atarefadinha, credo!)
– ecos luxuriantes:
Lover – possibilidade de mudança dos dias do calendário
tanguinhas – basicamente, uma ilha deserta com teletransporte, pássaros à distância e leite de coco e o resto que ela não teve coragem de admitir que faria na rede, mas a gente adivinha!
Só Maria – uma massagem desde a cabeça à ponta do pé (o que esperam para se proporem?)
Bifinha – tempo para estarmos juntas (com o Bifinho a desarrumar-nos a casa toda, suponho)
Estrelaminha – um baita dum cruzeiro, que até fiquei vesga só de espreitar!!!
Recuperação – uma empregada interna (essa é uma grande ideia!!! também se fala disso lá em casa, ou melhor, sonha-se com isso)
acho que tenho de atar uma guita aos caracóis e a outra ponta ao tecto, para conseguir ter a cabeça direitaaa… zzzzzzz… [acompanhe-se com um longo e revigorante bocejo e uma valente espreguiçadela]
o que me vale é que tenho o trabalho todo orientadinho (sim, que eu sou de me orientar! não tarda nada viro activista!).
(Pi, faz-me aí um croqui para alongar o rabo! melhor, passas lá por casa, bebemos uma loira e fazes-me uns alongamentos! isso é que era!)
oferece-se ombro direito para massagem!
(estou tão aflitinha…)
toneladas de quilos. ontem fartei-me de correr, na jogatana da bola. a malta fica na equipa das mais novas, e depois espatifa-se toda para acompanhar a coisa e dá nisto!
mais a sessão de terça. diz a minha menina que foi calminho para não doer muito. ah pois, minha querida, quando te apanhar vais ver o calminho!!! faço-te encher as bolas de pilates com a boca!!
dizia-me ela “ana vai aí brincando com a bola, enquanto eu faço aqui umas medições com a maria”. e eu pensei, brincar com a bola só sei dar toques e coisas assim. mas depois achei que o resultado era capaz de não ser o melhor. sentei-me na bola, andei para a frente e para trás, e vai daí que alguma alma perdida lá pela casa deve ter-se sentido incomodada e puxa-me a bola e aí estou eu estatelada no chão, pernas para o ar e uma valente dor de cotovelo!
modernices, é o que é! isto ainda vai dar que falar!
este blog acaba aqui!
ontem tomei uma decisão: vou deixar o ginásio (há quanto tempo que já o deixei!) e ter sessões de PT. em casinha, olaré! (grande preguiçosa, caneco!)
agora é que vão ser elas – acabou-se a coisa de “hoje não me apetece, não vou”, porque toca a campaínha, não me apetece mas cara alegre e banhas ao ar!
[miúda, estou bué contente com a cena! e delirante com o teu ar sério – já não me lembrava de como era.]
tangas, a menina que sabe muito sobre muito, saber-me-á dizer o que significa sonhar que se caminha em cima da água? tipo os pézinhos na água, mesmo.
ou será mais uma daquelas coisas da lua em caranguejo, ou vice-versa, que às tantas já nem eu me entendo?
pessoas inteligentes são mesmo outra viagem! não há hipótese!
ando aqui às voltas a tentar perceber, que nome se dá às pessoas que vão trabalhar num dia em que têm tolerância!!
até eu, que não sou crente [e nem me gabo disso, sequer!], consigo perceber o quão estúpido insensato é confundir Deus com a própria Igreja!
estar ‘por cima’ é a mesma coisa que estar ‘em cima’?
acabei de descobrir que tenho sardas nas mãos. ou muito me engano, ou estou a ficar velha!
tangas, my dear, diga-me lá, essa coisa da lua no caranguejo, ou vice-versa que eu já estou por tudo, demora muito tempo a passar?
é que já estou tão fartinha de mim…!
ei-la*:

* (eisia é que era!)
por princípio, acredito em tudo o que me dizem, por mais estapafúrdia que seja a coisa.
não sou desconfiada, e se não forem coisas que me digam directamente respeito, podem espetar-me com as maiores galgas que eu digo que sim a tudo.
isto pode transparecer que sou enganada imensas vezes. mas na realidade não. é que não dou assim tanta importância aquilo que os outros me dizem.
não é por nada em especial. é só por preguiça, mesmo!

e manchinha, acredita que ainda estão mais buliçosos?
pergunta-me, amiga cuidadosa, por mail:
– a propósito, como é que anda a menina, nesta altura em que o buliçoso Marte anda a destemperar (ainda mais) os caranguejos?
olhe, com tonturas!

Só Maria, aqui está quase, quase sol. quer dizer, vêem-se umas nuvens brancas com bocados de céu azul!
a quem está com dúvidas sobre “traição” “relação à distância”, e aqui veio à procura de respostas, devidamente informo que tirei o doutoramento em ambas, em andanças passadas!!
por isso, qualquer consulta a esse respeito, agradeço encaminhamento para o mail. ah! e passo uns recibos manhosos, mas que permitem dedução do iva – ainda que não o liquide! tudo conforme o bom espírito vigente!

(boa noite. levei quatro boladas e marquei dois golos)
alma caridosa, daquelas que muito me prezam, manda-me por mail os dados para inscrição numa acção de formação, designada “O Futebol Feminino em Portugal – Perspectivas”.
fico com o bichinho a morder. racionalizo (’tou nem aí; já dei). o bichinho volta à carga. racionalizo (rio maior?!?! terça?! nem pensar). levo uma grande dentada do bichinho.
[isto para dizer que terça-feira, dia 12, não há mEiA vOlTa e… pelo menos de manhã. sim, que ao mail não liguei nenhuma. o que eu quero é uma oportunidade para ir passear!]





descobri esta árvore, no verão.
no caminho que vai para a praia da amoreira, perto de aljezur.
fiquei bué intrigada com a cena.
alguém conhece isto? sabe como começou?
serotonina, dá-me lá uma ajuda.
(ah… o boneco da 4ª foto diz “eu sou benfiquista”. enfim…)
ele era um chocolatinho, uma tangerina…
pela diversidade e pela hora (16:00), devo concluir que não estou de apetites, não senhor, estou é com fome, mesmo!!!

conforme a hora e o local onde se encontrem!
(são 14:51, ainda estou de pijama.)
(anda um cão tresloucado aqui em casa, à procura de uma bola toda ranhosa e dentada, que ele adora)
(a minha maria vai fazer de manicure a uma amiga – entretanto, estão a admirar o topper)
(eu tenho de ir fazer a cama de lavado – logo que me saia o euromilhões, contrato uma empregada interna)
one day to come together
to release yhe pressure
we need a holiday!!
oh yeah!
… que esta coisa da foto do cabeçalho ser em azul, pode ficar muito bem com o tom do blog, mas é capaz de ser um mau prenúncio para o jogo de domingo…
recebido por mail:
O paladar é o sentido pelo qual distinguimos o sabor, e o órgão responsável por este sentido, é a língua, pois é nela, que se encontram as terminações nervosas, (existem algumas também na garganta), cuja especialidade é definir o paladar. Estas terminações estão na rugosidade da parte superior da língua. Cada parte da língua se responsabiliza por sentir com maior intensidade, cada um dos quatro tipos básicos de sabor:
° Doce e salgado: na ponta
° Azedo: nas bordas
° Amargo: no fundo
quem aqui veio à procura de “foto de homossexuais beijando-se” pode dar meia volta e pregar noutra freguesia.
aqui não há fotos de homossexuais, heterossexuais ou whateversexuais a beijarem-se.
aliás, se há espectáculo que dispenso, é a troca de fluídos das glândulas salivares à minha frente!
guardem lá essa coisinha para o recato de quaisquer quatro paredes, e escusam de me vir cá com a máxima “make love not war”, porque eu gosto mesmo é de guerra!!!
ou melhor, de facturas de telefones, que vou ali fumar um cigarro!
(acho que fiz merda aqui num modelo. aquela coisa do iva não está a sair como eu queria… vou ter de ver isso. oh que cagalhão! tanto trabalho…)

é que era!!!
(estou tão farta destes caracóis!!!)
(amor… cortas-me o cabelo assim?)
os de morango, ainda vá lá… agora os de pêssego, cruzes!!!
às vezes, é preciso um pouco mais, do que pegar bem nos talheres…
é por isso que eu gosto de comer com as mãos – sempre legitimo as minhas alarvidades.
* eu cá, tiro-as todas – detesto ser incomodada.
foi mesmo isso que senti. um contra ataque que morfeu me destinou.
voltei lá só em sonho, mas o suficiente para, passados dois dias, ainda sentir o peito meio tolhido.
nem sei se o que sinto são saudades. eu que nunca tenho saudades do que já vivi. nem quereria reviver tudo aquilo. mas, então, porquê?
(dei por mim, a fazer contas ao plantel… oh cum caneco!)
(pi, e outras que tais, abstenham-se de entusiamos)

amigas* terem ciúmes de outros amigas*, e mais, cobrarem isso.
havia de ser comigo!
era mesmo o que mais faltava!!! ai era, era…
(* o uso do feminino não é inocente. é porque isto são mesmo merdas típicas das mulheres!!!)
e a preguiça que me dá, todos os dias, de guiar até casa?
será fome? (acho que não. comi um pão com queijo e bebi dois iogurtes. não deve ser.)
o teletransporte ainda está muito atrasado?
a dor de cabeça volta, a da garganta também e um súbito ataque de tosse.
hora de ingerir as drogas – será a isto, que chamam relógio biológico?
já viram as novas mamas da rapariga que fazia de floribela?
valha-me deus, não acho nada normal alguém trocar as suas mamas por aquela coisa… meio pornográfica, credo!
(como será apalpar uma mama siliconizada? alguém sabe?)
… como é que está o mundo em 2008.
hoje foi o primeiro dia que saí à rua desde que estamos no ano novo.
já não se pode fumar em espaços públicos fechados, e eu acho muito bem. na verdade, não me apetece fumar em lado nenhum, tal o enjoo da tosse. mas passa, eu sei que passa. ainda não é desta que viro não fumadora.
o lisboa-dakar foi cancelado. deve ser muito chato para todos. a mim, só me chateia porque gosto de ver os camiões atascados nas dunas – sempre achei que atascar era ir ali à tasca beber um copo de três, mas pronto, aceito a diversidade da língua.
(não tem nada a ver com a conversa, mas a minha querida maria ofereceu-me estes shoes.)
planos para este ano, que é novinho em folha: comprar a quarta e a quinta séries dos sete palmos; comprar as duas séries do deadwood; não dizer tantos palavrões; controlar os meus tiques (tenho bué, oh deuses, e nem imaginava); continuar a crescer interiormente; parar de crescer exteriormente (já estou suficientemente abundada – de abundança, claro!); e mais uma série de coisas, das quais não me lembro, mas que devem ser importantes, sei lá, tipo paz no mundo e o fim à discriminação ahahahah!
quem estiver interessado em dor de cabeça, garganta e tosse cheia de porcarias de cores indescritíveis, passe aqui por oeiras que eu dou de boa vontade.
estou tão fartinha de estar em casa…
bom ano e obrigada pelos comentários e tal…
(ontem a minha telefonou-me e a muito custo lá consegui articular alguns sons. ela “estás triste?” só comigo… “não, mamã, quase não tenho voz” e ela “ah… pois é.”)
pior que a inundação de sms’s incaracterísticos, só a tmn a ligar-me de um número não identificado.
levaram cá uma rabecada que até se engasgaram! e tudo dentro do espírito natalício!
há imensa gente que não fala comigo durante o ano inteiro. nem quer saber de mim, e eu até acho isso muito bem.
depois, chega a esta altura e desatam a mandar-me aquelas mensagens ranhosas, que supostamente são para ter piada e tal, e a mim só me apetece mandá-las para o car**ho!
não mando, mas não lhes respondo, claro!
ok, agora vendo as coisas pelo outro prisma (por isso é que é bom fazer terapia): se mandam as mensagens é porque se lembram de mim, e se são mensagens tolas é porque se calhar querem dizer mais qualquer coisa e não têm capacidade para tal.
pois bem, entendo tudo isso (sempre fui tão boa a entender). só que muito obrigada pela lembrança, esporádica (ou não) , mas eu não preciso que alguém se lembre de mim esporadicamente e muito menos que não saiba exprimir essa lembrança com frases próprias. tenho dito. ah… de qualquer forma, um bom natal!
… a ver se me imbuo desta coisa do espírito natalício.
[os pais chegam sábado de manhã. e a minha mãe quando diz manhã, quer dizer tipo dez horas e já é o máximo. ora… amanhã vou jantar fora e quero ver se damos um pulo ao maria lisboa, logo… linda cara que eu lhes vou apresentar sábado. de manhã. já vos disse que a minha mãe quando diz manhã… pois…]
dizem para aí (provavelmente em jornais e coisas tais) que em 2006 cada português consumiu, em média, duas caixas de sedativos ou coisa parecida.
vamos lá a saber:
– quantos comprimidos tem cada caixa? bué? pra cima de bué? (comé? uélélé! mwangolé!)
– e quem é que consumiu os meus? os agradecimentos não ficavam nada mal, hem!?
tenho uma amiga que diz que eu sou muito exigente, em relação às namoradas das minhas amigas.
nem acho nada disso. só quero que elas tenham pessoas que as tratem bem e as façam felizes. e isto não é altruísmo. é egoísmo, puro e duro! quanto mais felizes elas forem, mais perto estão daquilo que eu conheço delas e de que gosto, logo eu também estarei muito melhor!
simples.
(eu sei, eu sei, os amigos também são para os momentos menos bons e essa lengalenga toda que fica muito bem dizer, (principalmente porque nunca se sabe se também estaremos mal e depois quem nos há-de valer, não será por isso tanta condescendência?), mas chega a uma altura em que não há cú para aturar as neuras e as telhas dos outros, só porque em determinada momento se lembraram de escolher alguém que lhes tolhe a alma, lhes amarra a liberdade e a alegria, e eu para esse peditório não dou, que eu não nasci para ser depósito de choradeira)
fui buscar o carro, deixei lá a carteira.

… mas não dou bola de qualquer maneira!
às vezes, quando as vezes vejo andar a correr com papéis na mão e a falarem aos gritos com quem está a dois passos de distância, pergunto-me: o que é que eu faço aqui no meio desta gente??
depois, tenho um momento de lucidez e percebo: trabalho. eu trabalho aqui. parece o circo, mas não é. não tem tanto brilho, nem tanta piada. outras vezes tem. se pudessem não gritar tanto, era melhor.
adenda: eu devia estar a alucinar quando escrevi o post e nem reparei que tinha trocado as palavras!!
… era de viver numa telenovela. da tvi. é que, passe o tempo que passar na história, ou melhor, no enredo e está sempre calor. as tipas sempre esgoiladas [como se diz lá na terra quando se anda a modos que… com o pescoço mais descoberto], roupa de verão e tal, sempre sol.
já sei o que vou pedir para o natal – uma telenovela da tvi para pôr lá em casa! cá em casa, que burra! já não estás no trabalho.
o engraçadinho que escondeu o sol. já é noite, palhaço!
prima querida, para ti todos os sorrisos do mundo. e palmadas, também, que é para ajudar a crescer!
ontem, ao ver umas coisas na televisão, e que me lembre, reparei que não consta do meu curriculo uma cena de amor maluca em cima da mesa, ou duma secretária, ou qualquer coisa do género.
talvez não seja por acaso – é que não vejo interesse nenhum em ser atirada para cima duma mesa. mal por mal, antes o chão. é que depois, dá um trabalhão do caraças apanhar as coisas todas que caíram!

(foto tirada em viana do castelo)
“planos de sobrevivência emocional especial” parece-me bem!
também tratamos disso.
olha lá, aparece amanhã para beber café. a outra mãe vai tratar de um assunto às três.
e depois vamos às compras. todas.
um dos mitos que existem sobre as mulheres é que quando dizem não, querem dizer sim, e outras coisas assim elaboradas, as quais eu nunca entendi porque nunca as pus em prática.
mas com a ajuda da maria [claro que eu sózinha nunca lá chegaria, básica como sou!] descobri que tenho, também, uma pequena sofisticação, digamos assim. quando começo a bocejar demasiado, é porque estou com fome. lembrei-me disso agora, porque lá está, estava aqui entretidita a fazer uns lançamentos a débito e os correspondentes a crédito, claro está, e dei por mim a abrir repetidamente a boca. pensei “nãã, isto não é sonolência, claro que não, como raio se pode ter sono a lançar coisas a débito e logo a seguir o crédito? é fome, claro!”. pronto, e vai daí que já fui buscar dois iogurtes – pequenitos, que não sou nenhuma alarve!
e já que estou com a mão na massa, aproveito para esclarecer uma coisinha, a todos e todas que tiveram de conviver comigo entre 1996 a 2004 – aquilo que viam não era mau feitio, era fome, mesmo! que eu até sou um doce de pessoa!

o que faz falta a muita gente é ter assim quilómetros a perder de vista!
isso e alguma inteligência, também.
dava jeito.
já não bastava aquela mania de deixar os livros a meio, agora nem sei onde os largo.
sou tão desarrumadinha, credo!
eh pá, uma pessoa vai uns dias para fora, e quando chega já o sporting levou uma trepa das valentes em braga, na novela anda um homem à procura da felicidade, e não, não é o estado de espírito, mas sim uma mulher que se “esconde” de algo do seu passado, os putos da operação triunfo tentam fazer uma espécie de revolta na bounty, um par de chapadas é que era!, e por fim, alguém que me esclareça:
– o que raio aconteceu para a helena peabody, das raparigas alegres de L.A. (vulgo L Word), ficar sem tusta? estou tão preocupadita com ela, ‘tadinha, que tem aquela cara tão amorosa e tal…
alguém que por aqui passe, poder-me-á explicar como raio é que a bette e a tina estão de novo juntas?
[bem… e quem é que aguenta aquele ar de vítimazinha enjoada, da bette? que náusea!]
[à semelhança de muitas outras coisas que não me aconteceram]
nunca me perguntaram quem é que fazia de homem na relação. tenho andado intrigada com tamanha discriminação, mas de repente, fez-se-me luz! claro que é óbvio para toda a gente: se sou eu que jogo à bola e vejo jogos de futebol… está na cara!
do que eu gosto mesmo, depois da barriguinha composta pelo jantar e ao lado da morena que faz tricot, é de me esticar no sofá e deliciar-me com os directos da casa do casamento de sonho! melhor, só a britcom! adoro!
e pedagógico que aquilo é! ontem aprendi um novo verbo: ejaxerar. estranhamente, não aparece no priberam, mas deve ser falha deles.
despedir
é o oposto de pedir?
é sinónimo de não pedir?
é antónimo de mendigar?
‘ser despedido’ é a mesma coisa que ‘ser orgulhoso’?
só os orgulhosos se despedem?
ou só os orgulhosos despedem?
… está-se de molho! 😦
já que tive a ousadia tola de escrever isto, fica-me muito bem acrescentar e reconhecer que, apesar de eu não gostar muito de o ouvir [e o que isso o rala, como devem calcular!], ele é extremamente correcto. mais do que eu fui com ele, reconheço.
cruzei-me com umas colegas no estacionamento, que me fizeram relembrar uma coisa sobre a qual já escrevi em tempos.
para as mulheres que gostam de mulheres, a probabilidade de ascender na carreira horizontalmente, é bem menor.
não me parece nada justo!
bom dia!
está sol e calor! que bom!
a partir de hoje, tenho um novo clube. sou do odivelas!
não tarda estou como aquelas mulheres que dizem “ai, a mim, até a água engorda!”
que trampa!
… eu me lembrasse de deixar de fumar?
(assim, como assim, já não fumo desde ontem à hora do almoço – quer dizer, não fumo porque não tenho cigarros e tenho preguiça de ir comprar – se vocês imaginassem o quanto eu sou preguiçosa…!)



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