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elas vão de fim de semana, mas voltam!
cócórócócó cócórócócó cócórócócó
(foto: daqui)
estou ramelosa, ainda, apesar de estar a trabalhar.
e dói-me tudo. (o fim de semana foi bravo!)
há três anos era sábado.
já cá volto, e tal…
eu cá desconfio sempre, de gente que se mostra muito disponível e útil!
– ando bué de enjoada, e não é por gravidez. bem, bem era uma semana de dieta. aproveitava e emagrecia uns quilos que não fazia mal nenhum.
– a minha Maria comprou-me uma máquina fotográfica espectacular!
– o meu sábado foi Xcelente! ainda que o macaco do tempo nos tivesse pregado uma grande partida.
– no domingo andei a ver futebol. e a rapar um frio do caraças!
– ontem andei a mimar a minha morena.
pronto! agora que já escrevi um post completamente desprovido de interesse, vou trabalhar – quem sabe, me ocorre qualquer coisa gira!
… está um dia lindo. adoro o aroma quente das flores, que me acaricia a pele.
se vocês imaginassem o quanto eu gosto de calor!
às vezes, é o que parece.
não sabia que uma pessoa não se pode divorciar, sem o acordo da outra parte. quer dizer, poder pode, mas é litigioso e tal e demora, etc, etc.
qual é a lógica? isso não é uma contradição? olha, cum caraças! quer dizer, uma gaja tem de ficar amarrada, pela lei, a quem não quer? apre!
às vezes gostava de ser um pouco mais detestável – assim não corria o risco de ter de levar com os mesmos comportamentos e as mesmas piadas, só porque uma vez me ri deles!
que raio de necessidade que as pessoas têm de atenção – ora foda-se, vão fazer terapia que isso passa!
ontem, na rubrica “os dias do avesso” o eduardo sá e a isabel stilwell desancavam na forma como os jornalistas portugueses abordaram a questão do desaparecimento da menina inglesa, colocando uma grande dose de responsabilidade sobre os pais.
diziam eles que há uma tendência natural para se criticar o comportamento das pessoas, de uma forma leviana até, como se eles nunca se pusessem no papel de terceiros e questionassem que algo semelhante lhes pudesse acontecer.
e dizia ainda a isabel que, jantar a 50 metros do quarto, era a mesma coisa que estarem numa sala e as crianças num quarto afastado.
ora bem, até sabemos que o nosso jornalismo se tornou bastante agressivo e, mais do que noticiar, julga!
mas, neste caso concreto, não vejo onde haja ponta para desresponsabilizar os pais. quem é que deixa três crianças, uma de 3 e as outras de 2 anos, fechadas num quarto e vai jantar, ainda que a 50 metros e, eventualmente com a porta à vista? isto não me parece muito normal. e é completamente irresponsável.
e independentemente do muito que eles possam estar a sofrer – nem questiono isso, porque a culpa deve ser imensa, e mesmo que o afecto não fosse muito, agora seria naturalmente extrapolado – o que é verdade é que, em devido tempo, não tiveram uma atitude de protecção. e há situações em que não podemos aprender com os erros – temos de os saber antecipar. porque há erros que não se corrigem.
duas noites a deitar-me às seis da manhã… não há neurónios que resistam!
e à pele? isto não faz nada bem!
já cá volto, que agora o melhor é ir almoçar, antes que comece a disparatar! (olha, uma rima – quando era chavala dizia-se que quem rima sem querer é burro sem saber! que cena!)
estou que nem posso! com uma preguiça tremenda!
o treino de ontem deu cabo de mim…
cheguei a casa toda podre. a maria também. comemos qualquer coisa e ela “amorzinho, amanhã vais às compras quando saíres?” sim, claro que vou. “tenho ali a lista das coisas, mas vou passá-la a limpo”.
sentei-me ao seu lado, apoiei a cabeça na mesa e entre uma imensidão de bocejos lá fomos conferindo o que havia para comprar. “olha, amor, vai ali buscar-me o livrinho das receitas, aquele que eu tenho cheio de flores?” não imaginam a quantidade de livros e receitas que existem lá em casa!!! lá fui e a dúvida instalou-se. “e se eu fizesse antes o … em vez do…?” boa. faz. “ah, mas assim temos de alterar as compras” alteremos, então, e mais um bocejo. depois lembrei-me de lhe dizer, que um dia podia passar-lhe as receitas para o livrinho. “fazes isso? é que gosto tanto da tua letra…” claro que sim. e ainda fui buscar uma receita de um bolo de requeijão e passei-a enquanto a maria ditava – relembrei os tempos da escola primária. devo acrescentar que a minha letra não é nada bonita, é pequena, com caneta fina torna-se um pouco pior, e imaginem agora com um cansaço tremendo no corpo!!!
ainda tive de ir desligar o computador e quando nos deitámos ia começar o dr. house. estava tão cansada que nem conseguia fechar os olhos. vi o episódio todo, coisa rara, que adormeço em tudo o que me interesse – a rute talvez me ajude a explicar isto.
hoje de manhã – uma grua, por favor, que me tire desta cama!!!
estou que nem posso – mas é porque, hoje, temos visitas! 🙂
e estou que nem posso de contente!! lá lá lá!
passei a noite com a sensação que tinha uma bola de ping-pong na garganta…
(ca p-ta de noite!)
uma coisa que me satisfaz, é poder partilhar a Maria com todas as pessoas que conheço. e isso não tem nada a ver com o facto de ter uma relação assumida e tal e tal e tal – quero lá saber dessa cena!
satisfaz-me porque a partilha é das melhores coisas da vida. partilhar quem se ama, permite-nos “mostrar” as outros, o porquê de em determinada altura dizermos que estamos encantados! e a sensação de que, para além de nós, há um rol de mundo que gosta da pessoa que nós amamos, é única!
daí que não entendo quem seja possessivo e ciumento, e queira guardar a outra pessoa só para si. mas pior que isso, não entendo como é que alguém se pode sentir feliz dentro dessa prisão! e a aceite! juro que não! e frases do tipo “se sente ciúmes é porque gosta de mim” fazem-me vomitar!
(ai credo, logo de manhã é pesado demais! desculpem! vou ali beber café)
olhem, que nem sei como é que não me doem as mãos – ontem estive mais de uma hora a jogar matraquilhos. e tive que me espatifar toda que os tipos eram rijos!
(hoje não estou com pachorra para conversa de homens – futebol, jogos, gadgets e todas essas merdas!)
oh prima, atenta nisto e faz-me o favor de reencaminhares:
o convite inclui estadia de sexta a domingo para duas pessoas, pensão completa.
e andai lá, rápido! que temos muito assunto para pôr em dia e bué de saudades e tal e como sabeis o tempo voa!
não me lembro se isto já foi alvo das minha reflexões blográficas, mas a minha mama esquerda é bem maior que a direita!
será que quem se cruza comigo também nota?
lembro-me de bué de coisas para escrever, e depois quando posso, esqueço-me!
vou mudar a foto ali de cima
(eu sei que a semana já começou ontem…)
hoje, ao contrário dos últimos dias (semanas), acordei muito bem disposta! haja deus!
tão bem disposta, que não me apetecia sair de casa e cheguei atrasada ao trabalho – há bué que isso não aocntecia! pelos vistos, nem tudo tem sido mau!
(reparo agora que o casaco preto, que tenho vestido, está cheio de pelinhos claros – é uma chatice o preto!)
ontem tive treino com as minhas amigas! há tanto tempo que não jogava à bola – sim porque nós jogamos à bola mesmo. já jogámos futebol, agora jogamos à bola. faz-me imensa confusão ouvir profissionais de futebol dizerem que jogam à bola – quer dizer, às vezes aquilo é tao mau e tão desorganizado, que parece mais um jogo da bola, sim!
mas continuando – estava eu muito entretida e tal a dar uns chutos (lá está, jogamos à bola, logo damos chutos, não damos pontapés) até que ouço alguém a dizer “mariaaaaaaa!”. olhei para trás e vi a minha linda morena que tinha ido, de surpresa, visitar as craques! eu não estava de óculos, recordo que sou míope, mas juro que ela estava liiinda!
mais uma vez aventurei-me na posição da baliza – acho aquilo fascinante, desde os meus tempos de jogadora, embora um baliza de futebol 11 fosse o universo para mim! conclusão: no final do treino doía-me o ombro direito e tinha uma marca vermelha na barriga, fruto de duas magníficas intervenções! divinas, queria eu dizer! sim, porque só mesmo com alguém a ajudar-me! 😉
era meia noite e sete. não a ouvi chegar. já dormia.
(mas por aquilo que já vi hoje a caminho do emprego, acho que posso acreditar que tenha chegado – apesar de frio, está um dia lindo!)
eu gosto imenso da Primavera. principalmente, porque vem depois do Inverno. e tudo floresce. e é como se regressássemos à vida. e, também, porque na Primavera existe uma luz fantástica para tirar fotografias.
vá lá, zézinha, imponha-se! 🙂
às vezes quando me dói a cabeça, apetece-me cortá-la.
não tendo a certeza se o resto do corpo funcionaria sem ela, mesmo sem essa certeza, não me parece que fosse muito estético.
e vai daí, resolvo tomar qualquer coisa para as dores.
está uma manhã linda!
e eu voltei a acordar com uma telha descomunal. adormeci cedíssimo, ontem. hoje não conseguia sair da cama. eu nem quero acreditar nesta agitação toda, outra vez!
(paira no meu peito uma tristeza imensa, que na maioria das vezes consigo afastar, mas que quando bate, dói!)
hoje estava tudo doido! até vi um carro a arder! – deve ser tramado ver o nosso carro começar a arder… e o medo que aquela merda rebente mesmo na nossa cara? (acho que ando a ver demasiados filmes americanos – lá é que os carros rebentam por tudo e por nada).
nota: M., nada de boquinhas foleiras em relação ao trânsito, ok?



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