a banda faz hoje 33 anos de independência.
com muitas mortes antes e após a data [11 novembro de 1975], o processo da independência foi tudo menos transparente e justo. menos justo para um povo que merecia mais do que lhe foi proporcionado naqueles terríveis anos, e que continua ainda hoje a sofrer as consequências daquela coisa maquiavélica que se chama poder.
no entanto, naquilo que vou lendo e ouvindo, há uma esperança de que a mudança esteja enfim a concretizar-se.
porque, apesar de ser portuguesa e já levar mais anos de portugal do que de angola, aquela é a minha terra do coração. assim será até morrer, que há coisas que não se explicam – sentem-se! – e não mudam, acredito. para mais, agora que finalmente posso dizer que tenho lá família. aquela que me é transmitida pela relação que tenho com a maria, e da qual gosto muito.
estamos juntos!