mal me lembrei, peguei logo no telefone e liguei-te (ao invés de tempos mais conturbados em que remoía o pensamento até agir). é tão bom sentir-te tu de novo. gosto daquela fracção de segundos em que não respondes, para depois dizeres “como é que está a menina?”. imagino-te feliz, no meio do estaleiro [ao fundo ouvia-se o barulho de ferramentas a trabalharem], a contar o que tinhas almoçado.
é bom este apaziguamento, que pensei não voltar a sentir – sou tão complicadinha, que nem tu imaginas!