vende sonhos e maresia
tempestades apregoa
seu nome próprio Maria
seu apelido Lisboa

invariavelmente à quinta-feira, quando nos encontramos para treinar, a S. me pergunta: “então, aNa, quando é que vai ao Maria Lisboa?” (acho graça, ela não ter perdido o hábito de me tratar por você).
foi por ela que tive conhecimento da existência desse espaço. a minha pouca frequência em espaços nocturnos, faz com que seja sempre uma atrasada nas novidades.
na semana após a Lesboa, lá me perguntou ela quando é que eu lá ia [eu sorrio-lhe e digo “um dias destes…”] e acrescentou “sabe quem é que está à porta? a M. a aNa conhece-a, não conhece?” claro que sim, ainda no sábado a tinha visto na party. “ela está muito gira, com aquele corte de cabelo” dizia-me a S., ao que eu respondi “olha, por acaso até gostava mais do cabelo como ela tinha” e pus-me a pensar quando teria sido a última vez que a tinha visto. há uns dois anos e tal. assim num repente, já nem sei há quanto tempo a conheço, mas deve andar por uns bons quinze anos!!! 
mas, adiante. hoje é quinta-feira, dia de treino, e lá vou eu meter-me com a S. “então, quando é que vamos ao Maria Lisboa?”
sábado não dá, mas um destes sábados (vá-se lá saber quando…) havemos de ir.
– oh priiiiiiiiiiiiiiiima!!! quando é que vens cá abaixo, para irmos ao Maria Lisboa