o novo ano, novinho, novinho, com poucas horas de vida.
só agora me dou conta do quão desejosa estava pelo virar desta página. tenho muito que fazer este ano. estou até algo ansiosa para começar, apesar de saber que já comecei.
não tenho tempo a perder com coisas, ou pessoas, que não me satisfaçam. estou naquele momento em que já saltámos, ainda não fizemos a recepção ao solo, mas já não dá para recuar – portanto, só se pode seguir em frente e escolher fazê-lo com o maior número de ganhos possível e que se manifestem de forma consolidada à la longue.
[a passagem do ano foi divertida. diferente. leve. e soube-me particularmente bem o champanhe e o charuto que fumei. acho que me vou tornar apreciadora de Montecristo n.5]