Deutsche Mannschaft – a minha preferida.

sempre que acontece um Europeu ou um Mundial, nunca tenho uma só equipa preferida. não falo em favoritos, porque isso já há muito se percebeu que pode não dar em nada – a Grécia, em 2004, era tudo menos favorita e foi o que foi (muito à pala do idolatrado Scolari, que conseguiu um feito inigualável de perder, na mesma competição, duas vezes com a mesma equipa, cometendo os mesmos lapsos de análise do adversário).
para além da portuguesa, que está no topo, tenho várias selecções de que gosto: a França, a Itália, a Holanda, a Inglaterra, a Espanha, a Alemanha. também não desgosto da Argentina, um pouco do Brasil. e isto não acontece pelo momento de forma em que elas estão, mas sim por simpatia pessoa, seja pelos países, seja pelos equipamentos, seja por jogadores e ex-jogadores, seja pela língua, etc, etc. o que faz com que raramente fique infeliz com o vitorioso.
neste momento, aliás, desde o primeiro jogo deste Mundial, a minha preferida à vitória é a Alemanha. por todos os motivos mesquinhos que acima referi, mas principalmente porque neste momento são aquilo que melhor representa o que é jogar em equipa e não ter onze jogadores só a jogarem em conjunto. até dou por mim a ficar fascinada com o Schweinsteiger, mesmo depois do que ele ajudou a fazer ao meu pobre Sporting naqueles malfadados jogos com o Bayern.

hoje, espero conseguir ver o jogo todo – ando tão cansada, que receio adormecer mal me sente confortavelmente. tenho gosto que a Alemanha vença. mas se a Espanha estiver melhor, também ficarei contente.

e, embora a minha querida Cristina não acredite, eu não gosto assim tanto de ver futebol.