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grande festarola vai haver este fim de semana aqui. e a começar já hoje!
bom fim de semana.
viva o 25 de abril.
"In New York,
Concrete jungle where dreams are made of,
There’s nothing you can’t do,
Now you’re in New York,
These streets will make you feel brand new,
The lights will inspire you,
Lets hear it for New York, New York, New York"
a conjugação de duas coisas [já ter ido a NY e ouvir esta música] potencia altamente a conjugação de outras duas [ficar toda arrepiada e desejar lá voltar rapidamente]. portanto, a vida é simples.
de tanto ruído à volta da vinda do Papa, e da tolerância de ponto, eu, que nem nutro simpatia pela religião e pela figura em questão, já me sinto solidária com a coisa.
[cada vez tenho menos simpatia por quem passa a vida à procura de coisas para dizer mal. é ruído a mais, é muito azedume e isso não faz bem a ninguém. responder da mesma forma não é, na maioria da vezes, a melhor solução.]
pedido (a quem de direito):
favor desimpedir a 2ª circular, a cril e a A5 a partir das seis horas.
[a minha Maria foi para casa doente e eu quero voar até ela.]
isso, de beber champagne por um sapato de mulher, parece-me uma coisa bastante nojenta.
isto é que é um grupo interessante:
que bem me fazem os telefonemas da Maria.
descobri agora que não sou católica, mas sou postólica [já fui mais, é verdade, mas as ideias não me surgem].
dia em cheio: dores nas costas / furo logo pela manhã / ida ao dentista / dar um beijo a amiga em perda familiar / fazer mapas do iefp / e para terminar, bem que me apetecia ver o Benfica-Sporting, mas não tenho com quem.
acho que vou jantar ao restaurante lá do prédio…
como diz a minha querida mãezinha,
coitado de quem as ouve, porque quem as diz, desabafa!
que nome se dá aquelas pessoas que,
não são apenas conhecidas, porque já partilhámos coisas que vão para além do simples conhecimento superficial, mas,
não as temos suficientemente dentro do nosso coração e da nossa vida para que possamos chamá-las de amigas?
ex-conhecidas? pré-amigas? mas nem sempre as conhecidas chegam a amigas! às vezes, não passam de… pois é esta definição que me falta para acabar o post e foi por causa dela que o comecei.
será que vamos mesmo ter boda?
ai, fico cá com uma nervoseira, que me aguento!
(agora que já disse que sim, não posso voltar atrás. e não é pela dúvida de ser isso que eu quero, claro que quero, mas só de imaginar toda a gente a olhar para mim à espera do ‘sim’, morro de vergonha!)
tão, mas tão, tão fartinha de aqui estar!
e se eu arranjasse uma tanga qualquer e me pirasse?
isso é que era de mulher precoupada com a sua sanidade mental!
a felicidade pode chegar de formas tão simples, que se estivermos distraídos nem damos por ela.
[a minha Maria acabou de me ligar a perguntar se queria ir buscá-la ao trabalho. e eu fiquei tão feliz, que nem imaginam.]

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