
vista do quarto do hotel, em viana do castelo. uma só noite, a prometer outras mais, em tempo oportuno – deve ser magnífico de inverno, com as ondas a espalharem toda a sua fúria. [em tempo idos, mais jovem, tinha um sonho recorrente com ondas enormes que ameaçavam vir sobre mim – noite escura, e eu entalada entre as ondas e casas de praia construídas mesmo à beira mar. nunca percebi o que aquilo quereria dizer.]
se o meu sangue não me engana
como engana a fantasia
havemos de ir a Viana
ó meu amor (de) algum dia

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