em ter a certeza se a experiência nos serve para alguma coisa. melhor, se a experiência me serve para alguma coisa.
na verdade, tudo é novo de cada vez que o experimentamos. melhor, tudo parece novo de cada vez que o experimento.
estou tão fartinha de mim, caraças!

6 comentários
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Segunda-feira, 6 Dezembro, 2010 às 12:57
Mente Assumida
Minha querida, pois a mim parece-me o seguinte: não é que a experiência seja totalmente inútil, mas digamos que viver não é propriamente a mesma coisa que conduzir um carro…
Passar pelas coisas (boas e más) tem, pelo menos, a vantagem de nos revelar como nos comportamos perante aquelas situações (ok, ao menos, naquele momento da nossa vida). Mas, anda assim, dá-nos auto-conhecimento. Obriga-nos a pensar, avaliar, tentar compreender. Obriga-nos a fazer caminho. Nessa medida, constitui um desafio. Se o superarmos, alguma coisa haveremos de ficar a ganhar.
Vamos crer que sim. 😉
Beijinho da prima que te adora.
Segunda-feira, 6 Dezembro, 2010 às 14:58
aNa
ai Prima, estou farta de caminhos! 😀
e, olha, já que fazes analogia com a condução, acho que até isso está cada vez pior! 😉
Segunda-feira, 6 Dezembro, 2010 às 14:28
janela
«Caminante, son tus huellas
el camino, y nada más;
caminante, no hay camino,
se hace camino al andar.
Al andar se hace camino,
y al volver la vista atrás
se ve la senda que nunca
se ha de volver a pisar.
Caminante, no hay camino,
sino estelas en la mar.»
Segunda-feira, 6 Dezembro, 2010 às 15:02
aNa
porque é que não me espanta este seu comentário? 😉
Segunda-feira, 6 Dezembro, 2010 às 14:57
joana
aNa dizia o Oscar Wilde que “a experiencia é o nome que damos aos nossos erros” eu? com a minha (pouca) experiência, sem respeito, digo que ele estava errado!!!
acumulamos,ao longo do tempo (apenas) momentos:memória de nós!
Segunda-feira, 6 Dezembro, 2010 às 15:05
aNa
como sempre, um daqueles comentários que me fazem dar voltas à cabeça. 🙂