“They say, ‘Talking to yourself is the first sign of madness.’ Actually, it’s the other way around. It is the people who DON’T talk to themselves who we probably ought to be worried about. If you don’t talk to yourself, how can you understand yourself? If you can’t get along well with yourself – how on earth are you ever going to get along well with anyone else? Have more deeply personal conversations today. Speak to the smartest person you know… the one you meet in the mirror! You’ll soon make sense of what seems so silly.”
obrigada.

4 comentários
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Quarta-feira, 27 Outubro, 2010 às 13:06
joana
🙂
Quarta-feira, 27 Outubro, 2010 às 16:44
sem-se-ver
sempre falei sozinha. desde criança. nunca entendi porque diziam que era de loucos. sempre me pareceu absolutamente normal.
e continua a parecer.
Quarta-feira, 27 Outubro, 2010 às 18:55
pp
ahahahah adorei! e vivam as minhas vozinhas 😉
Quarta-feira, 27 Outubro, 2010 às 20:32
cegonhagarajau
Também sempre considerei fundamental conversar com os meus botões, penso que os maiores diálogos (sim diálogos e não monólogos) que tive, ocorreram na minha cabeça e por vezes até exteriorizados para o ar. Foram eles que me permitiram analisar os prós e contras de tudo e tomar decisões fundamentais, mas acima de tudo, foram e são indispensáveis para manter a minha sanidade mental.
E se por fazê-lo me considerarem maluca…azarinho.